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» Seis elementos da conjuntura brasileira

» Trump quer a guerra – e conquista o establishment

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» França: a esquerda vive, quando não se rende

» A indispensável Reforma Política

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» Destabilizing the Middle East (yet more)

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» Crise e estagnação no labirinto

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» O desígnio de Marcelo

» O Estado profundo


Jean-Loup Herbert

Antropólogo, colaborador da revista La Medina, Paris. Professor emérito na Universidade de Paris VII.


Seus artigos nesse site:

O despertar de Al Andalus

A Espanha, país que conta com uma memória muçulmana de quase sete séculos, foi o primeiro Estado europeu a reconhecer, legitimar e respeitar, em 1992, o pluralismo cultural e religioso das comunidades islâmicas

1º de novembro de 2002

Cinco anos perdidos

Com a saída da OMS de Jonathan Man, um homem notável, a luta contra a AIDS (22 milhões de mortos em 20 anos) só seria retomada cinco anos depois, com a criação de um novo organismo das Nações Unidas, a Onusida.

1º de julho de 2002

Uma instituição debilitada

As contribuições voluntárias que financiam ações bilaterais (cerca de 60% do orçamento total) escapam ao controle do Conselho Executivo e tornam a OMS cada vez mais dependente de seus principais doadores, basicamente o setor privado

1º de julho de 2002

A OMS nos braços do mercado

Desde sua posse em maio de 1988, a diretora-geral da Organização Mundial da Saúde Gro Brundtland, ex-primeira-ministra da Noruega, anunciou os princípios que orientariam sua gestão: seduzir os Estados Unidos e os mercados financeiros. Cumpriu

1º de julho de 2002

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos