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Uma iniciativa


» 4 de agosto de 2020

» Eletrobrás, privatização humilhante

» Chile: a rebeldia retomada e o sistema em xeque

» Rusgas no casamento entre Bolsonaro e Guedes

» Cinema: Minimalismo vazio ou superação do consumismo?

» 3 de agosto de 2020

» Enfim, o direito humano a imprimir dinheiro

» Despotismo algorítmico, outra faceta da exploração

» Por que a pandemia afasta mulheres da ciência

» 31 de julho de 2020

Rede Social


Edição francesa


» Algérie : Les réformes de 1947 et l'intégration

» « The Economist », le journal le plus influent du monde

» L'avènement du tourisme de masse... Près de chez soi

» Babel jeune et innocente

» Des usages de Bach

» Rendez-vous avec Frantz Fanon

» Dans la jungle de Bornéo, des visiteurs en quête d'authenticité

» « Il nous faut tenir et dominer Athènes »

» Égalité, identités et justice sociale

» D'autres pistes pour la santé publique


Edição em inglês


» August: the longer view

» Hagia Sophia in Turkey's culture wars

» Pilgrimage routes

» Bolivia's shrinking glaciers

» It's the healthcare system, stupid

» The Twenty Years' war

» Government by the worst

» The eternal Johann Sebastian

» Wake up! I have things to say!

» Newspapers without borders


Edição portuguesa


» Edição de Agosto de 2020

» Prisioneiros do paradigma

» A guerra dos vinte anos?

» Offshores: paraíso para alguns, inferno para todos

» Edição de Julho de 2020

» Metáforas bélicas

» Alguém disse «sistémico»?

» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago


Jean-Marc Caudron

Pesquisador


Seus artigos nesse site:

Os limites da responsabilidade empresarial

A Oxfam visita, na Índia, as empresas que produzem para a Ikea, corporação sueca que se orgulha de seu Código de Conduta. Conclusão: mesmo cheias de boas intenções, as iniciativas de compromisso social das empresas caem no vazio, se não se age contra a desigualdade internacional

16 de janeiro de 2007

Brumas, silêncio e mito

A forte atração que a Ikea exerce sobre certos setores do jornalismo contrasta com uma empresa opaca: ninguém sabe quem a controla, seus funcionários são submetidos ao silêncio e procura-se construir uma imagem sobre-humana para seu fundador

16 de janeiro de 2007

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Destaques

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» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
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