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» Zizek: “liberdade é escravidão”, mostra Assange

» Um país tropical – e individualista?

» A “independência” do BC e o governo em conflito

» Política externa em tempos de submissão

» Quem tem medo de Paulo Freire?

» “Meu amigo Trump me ensinou”

» O assombroso enigma da economia chinesa

» Previdência: a falácia do envelhecimento perverso

» “Nova” política com os velhos barões?

» Comuns, a nova fronteira da luta anticapitalista (2)

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Edição francesa


» Assimilation forcée dans le Xinjiang chinois

» Les riches entre philanthropie et repentance

» Pour un sport réellement démocratique

» L'Algérie en état d'anomie politique

» L'ère des conflits asymétriques

» Arrière-pensées dans la lutte anticorruption

» La stratégie criminelle des industriels de l'amiante

» Adieu au Kosovo multiethnique

» Médias et désinformation

» Les frontières inconnues du cyberespace


Edição em inglês


» LMD's New York debates

» Decriminalizing the drug war?

» April: the longer view

» Housing, rubbish, walls and failing infrastructure in East Jerusalem

» Mining profits go to foreign investors

» Combatting climate change: veganism or a Green New Deal?

» Berlin's fight for expropriation

» Afghanistan: the fighting continues

» The private world of swiping on screens

» Why doesn't Facebook build a library?


Edição portuguesa


» Edição de Abril de 2019

» A nossa informação, as vossas escolhas

» O cordão sanitário

» O caso do Novo Banco: nacionalizar ou internacionalizar?

» Edição de Março de 2019

» Sabe bem informar tão pouco

» O presidente e os pirómanos

» Edição de Fevereiro e 2019

» As propinas reproduzem as desigualdades

» Luta de classes em França


John Berger

Escritor e pintor britânico nascido em 1926. Obteve o Booker Prize em 1972. Último livro publicado na França é: D’ici là, Editions de l’Olivier, Paris, 2006. No Brasil, tem livros publicados pela Editora Rocco, Terra nua (2001), Fotocópias (2002), Uma vez in Europa (2002), Bandeira e lilás (2003), O dia do casamento (2004), G. (2005), dentre outros.


Seus artigos nesse site:

Planeta-prisão

O Gulag não existe mais. Existem, sim, milhões de indivíduos que hoje trabalham sob condições semelhantes às daquele tempo. Submetidos ao jogo do mercado, os governos impõem, por meio da lei, da força e de ameaças econômicas e de desinformação, regimes de “morte civil” em massa

10 de outubro de 2008

Apagar o passado?

Enquanto se rendia homenagem a Milton Friedman, pai do neoliberalismo e conselheiro do ditador Pinochet, tentou-se recentemente relegar ao esquecimento os veteranos que defenderam a democracia durante a Guerra Civil Espanhola. O que está por trás dessas amnésias seletivas?
(Na internet, a partir de setembro)

13 de agosto de 2007

Lá na minha terrra

Poderia ter sido na Palestina, mas também em muitos países da África ou da Ásia. Onde as brincadeiras acabaram e as crianças, como os adultos, vivem a guerra. Mas nem o medo, nem a dor, conseguiram matar a esperança. Um conto do escritor John Berger

21 de dezembro de 2006

O coral em nossas cabeças

No documentário político La Rabbia, agora disponível em DVD, Pasolini reproduz, por meio das vozes de dois narradores, o efeito do choregus grego: despertar nossas lembranças e expor o presente que nos dilacera, para tentar frear o eticídio e resgatar o direito ao sonho

1º de agosto de 2006

Um mestre sem piedade

A revisão e a revelação da obra de Francis Bacon, numa exposição que engloba, de maneira concisa, a obra de uma longa vida

1º de junho de 2004

Expressões de Ramallah

Retrato de Ramallah, na Cisjordânia, em junho deste ano, quando se multiplicavam os odiosos atentados contra civis israelenses e os assassinatos de alguns dirigentes palestinos, mas optando não mencionar a violência espetacular dessas explosões e do sangue, mas o sofrimento de um povo sob ocupação

1º de agosto de 2003

Onde estamos?

Em seus discursos, suas entrevistas coletivas e suas ameaças, os termos que os tiranos sempre repetem são: Democracia, Justiça, Direitos Humanos, Terrorismo. Atualmente, cada um desses termos significa o contrário do que queria dizer até recentemente

1º de fevereiro de 2003

De Hiroshima às Torres Gêmeas

Uma das perguntas que mais angustiaram os norte-americanos durante o último ano foi: “Por que nos odeiam tanto?” Talvez pudessem refletir sobre a manifestação cega e brutal de violência gratuita que, há 57 anos, arrasou um país – o Japão – que já estava derrotado

1º de setembro de 2002

Hikmet, a “árvore de olhos azuis”

Acho que foi em Londres, em 1954. Quatro anos depois de sua saída da prisão, nove antes de sua morte. Estava falando num comício, no Red Lion Square. Depois de dizer algumas palavras, pôs-se a ler poemas, alguns em inglês, outros em turco

1º de fevereiro de 2002

Uma questão de sonhos

Qual é, em sua opinião, o edifício que abriga a maior quantidade de sonhos? A escola? O teatro? O cinema? A biblioteca? E se fosse o presídio?

12 de setembro de 2000

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