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Uma iniciativa


» O prisioneiro que não cede ao Grande Irmão

» Previdência: a fábula da República das Laranjas

» A difícil arte de superar o senso comum

» Os mapas do poder dos ruralistas

» Petrobrás: assim Paulo Guedes planeja o desmonte

» O neoliberalismo periférico e a oportunidade perdida

» Nunca fomos tão pequenos

» Caro coxinha, nossa bandeira já é vermelha…

» O mundo encantado da Previdência privada

» A lógica senil da propriedade privada

Rede Social


Edição francesa


» Ainsi s'élargit le gouffre entre pouvoir capitaliste et réalités sociales

» Le poids du lobby pro-israélien aux États-Unis

» Tradition et qualité françaises

» Batna dans le vertige des peurs et des frustrations

» Vingt ans après, les plaies ouvertes du Kosovo

» Le champ sémantique du populisme

» Les dangers d'une monnaie unique

» L'Algérie sous le choc

» L'art de la désinformation

» La longue guerre occulte contre le Nicaragua


Edição em inglês


» Kosovo's open wounds, twenty years on

» Retiring the Statue of Liberty

» Iraq's choice: US air strikes or Iranian air conditioners?

» Gilets jaunes: the French uprising

» March: the longer view

» Rwanda now sets its own aid rules

» The rise of the hardliners

» Should we be combatting sexism to stimulate economic growth?

» Julia Buxton on Venezuela's ongoing crisis

» What happened to the dream of a united Maghreb?


Edição portuguesa


» O caso do Novo Banco: nacionalizar ou internacionalizar?

» Edição de Março de 2019

» Sabe bem informar tão pouco

» O presidente e os pirómanos

» Edição de Fevereiro e 2019

» As propinas reproduzem as desigualdades

» Luta de classes em França

» Das propinas ao financiamento do Ensino Superior

» Na Venezuela, a lógica do pior

» Vale a pena (re)ler John Kenneth Galbraith?


Luis Sepúlveda

Escritor chileno, autor, entre outros, do romance mágico e ecológico, O velho que lia romances de amor (Relume Dumara, São Paulo, 2006), obra-prima traduzida em quarenta e seis línguas e com mais de dez milhões de exemplares vendidos. Antigo membro da escolta do presidente Salvador Allende, que ele protegeu até o dia 11 de setembro de 1973, dia do golpe de Estado, Luis Sepúlveda foi detido pela ditadura do general Pinochet, condenado a 28 anos de prisão e encarcerado na prisão de Temuco, destino dos prisioneiros políticos. Uma campanha mundial da Anistia Internacional conseguiu libertá-lo em 1977. Ele foi para o exílio, percorreu a América Latina, se engajando depois nas fileiras sandinistas (Brigada Simon Bolívar), que lutava contra a ditadura de Anastasio Somoza, até a vitória em 1979. A partir de 1982 Sepúlveda instalou-se na Alemanha, onde trabalhou como motorista de ônibus na linha Hamburgo – Istambul. O renomado periódico Der Spiegel contratou-o como correspondente de guerra em Angola. Lá ficou por muitos anos, narrou a intervenção cubana e a derrota das tropas de elite da África do Sul. Derrota que favoreceria a queda do regime racista do apartheid na África do Sul. Luis Sepúlveda mora atualmente na Espanha.


Seus artigos nesse site:

Pinochet sem pena nem glória

"De suas vítimas, de todos os que o resistiram, do presidente Allende, fica o exemplo moral. Dele, nada resta digno de ser lembrado — somente o odor fétido que os bons ventos do Pacífico logo se encarregarão de levar". Um texto do escritor chileno Luis Sepúlveda

16 de janeiro de 2007

Na Patagônia, em busca de Butch Cassidy e Sundance Kid

Os traços de Buch Cassidy e Sundance Kid, assim como de seu implacável perseguidor, o xerife Martin Sheffields, demonstram que os lendários foras-da-lei, conhecidos por assaltar bancos para financiar a revolução anarquista não tiveram seu fim na Bolívia, como no filme estrelado por Paul Newman e Robert Redford

1º de setembro de 2004

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