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» Preparados para o mundo pós-petróleo?

» 3 de julho de 2020

» Destrinchamos a nova lei que mercantiliza a água

» Literatura dos Arrabaldes: O decreto e o levante

» As fronteiras cruzadas em Apocalipse Now

» Bolsonaro usa o vírus para reinventar tortura

» 2 de julho de 2020

» Boaventura: A universidade pós-pandêmica

» As miragens de que se vale a ultradireita

» Em filme, Nise, e sua crítica radical à velha psiquiatria

Rede Social


Edição francesa


» Aux origines de la secte Boko Haram

» Michel Onfray, le dernier nouveau philosophe

» Les forces de l'ordre social

» Vous avez dit « systémique » ?

» Un pays miné par les homicides policiers

» Décollage africain, marasme sénégalais

» BCE, enquête dans le temple de l'euro

» Le procès de M. Barack Obama

» Comment fonctionnent les systèmes de santé dans le monde

» Les nouvelles stratégies pétrolières des Etats et des grandes compagnies


Edição em inglês


» Oil production and consumption around the world

» OPEC's share of production in a changing oil market

» Passport power

» Prato's migrant workforce

» No going back to business as usual

» Trade war in strategic minerals

» When oil got cheaper than water

» A tale of two countries

» Jair Bolsonaro, wannabe dictator

» The culture of health and sickness


Edição portuguesa


» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago

» «O desastre actual é a total ausência de espírito crítico»

» Edição de Junho de 2020

» A fractura social

» Vender carros Audi na Birmânia

» Edição de Maio de 2020

» Defender os trabalhadores

» Todos crianças


Luis Sepúlveda

Escritor chileno, autor, entre outros, do romance mágico e ecológico, O velho que lia romances de amor (Relume Dumara, São Paulo, 2006), obra-prima traduzida em quarenta e seis línguas e com mais de dez milhões de exemplares vendidos. Antigo membro da escolta do presidente Salvador Allende, que ele protegeu até o dia 11 de setembro de 1973, dia do golpe de Estado, Luis Sepúlveda foi detido pela ditadura do general Pinochet, condenado a 28 anos de prisão e encarcerado na prisão de Temuco, destino dos prisioneiros políticos. Uma campanha mundial da Anistia Internacional conseguiu libertá-lo em 1977. Ele foi para o exílio, percorreu a América Latina, se engajando depois nas fileiras sandinistas (Brigada Simon Bolívar), que lutava contra a ditadura de Anastasio Somoza, até a vitória em 1979. A partir de 1982 Sepúlveda instalou-se na Alemanha, onde trabalhou como motorista de ônibus na linha Hamburgo – Istambul. O renomado periódico Der Spiegel contratou-o como correspondente de guerra em Angola. Lá ficou por muitos anos, narrou a intervenção cubana e a derrota das tropas de elite da África do Sul. Derrota que favoreceria a queda do regime racista do apartheid na África do Sul. Luis Sepúlveda mora atualmente na Espanha.


Seus artigos nesse site:

Pinochet sem pena nem glória

"De suas vítimas, de todos os que o resistiram, do presidente Allende, fica o exemplo moral. Dele, nada resta digno de ser lembrado — somente o odor fétido que os bons ventos do Pacífico logo se encarregarão de levar". Um texto do escritor chileno Luis Sepúlveda

16 de janeiro de 2007

Na Patagônia, em busca de Butch Cassidy e Sundance Kid

Os traços de Buch Cassidy e Sundance Kid, assim como de seu implacável perseguidor, o xerife Martin Sheffields, demonstram que os lendários foras-da-lei, conhecidos por assaltar bancos para financiar a revolução anarquista não tiveram seu fim na Bolívia, como no filme estrelado por Paul Newman e Robert Redford

1º de setembro de 2004

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