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Uma iniciativa


» 26 de novembro de 2021

» Mundo em desencanto: a alternativa do Comum

» Da tabelinha futebol e literatura sai gol de letra

» A potente imaginação política do Teatro Legislativo

» O tempo de tecer comunidade

» Somos todos cavalos

» 25 de novembro de 2021

» O colonialismo digital e o convite à impotência

» A volta às aulas e a suposta “geração perdida”

» Cinema: Satyajit Ray, poeta da clareza e discrição

Rede Social


Edição francesa


» Harry Potter expliqué aux parents

» Revendications et occupations en mer de Chine méridionale

» Le Vietnam

» De la décolonisation à la troisième guerre du Vietnam

» Diaspora vietnamienne

» Vietnam, comparaisons régionales

» La libération inachevée des Afro-Américains

» L'apparition d'un nouveau type d'homme

» Une flammèche obstinée a embrasé la Guadeloupe

» Élection présidentielle américaine : des frontières, pour qui, pour quoi ?


Edição em inglês


» China is open for investment

» Colonial accountability in Niger

» In search of luxurious communism

» November: the longer view

» The carbon balance

» CO2 emissions around the world

» What's in a phone?

» If only Assange had been Navalny

» India's silent but deadly killer

» The Gulf shuts out its migrant workforce


Edição portuguesa


» Edição de Novembro de 2021

» O tecto de vidro europeu

» E a Grécia volta a ser exemplar

» Edição de Outubro de 2021

» Um império que não desarma

» Convergir para fazer que escolhas?

» O mundo em mutação e o Estado - em crise?

» Edição de Setembro de 2021

» Transformação e resiliência

» O caminho de Cabul


Luis Sepúlveda

Escritor chileno, autor, entre outros, do romance mágico e ecológico, O velho que lia romances de amor (Relume Dumara, São Paulo, 2006), obra-prima traduzida em quarenta e seis línguas e com mais de dez milhões de exemplares vendidos. Antigo membro da escolta do presidente Salvador Allende, que ele protegeu até o dia 11 de setembro de 1973, dia do golpe de Estado, Luis Sepúlveda foi detido pela ditadura do general Pinochet, condenado a 28 anos de prisão e encarcerado na prisão de Temuco, destino dos prisioneiros políticos. Uma campanha mundial da Anistia Internacional conseguiu libertá-lo em 1977. Ele foi para o exílio, percorreu a América Latina, se engajando depois nas fileiras sandinistas (Brigada Simon Bolívar), que lutava contra a ditadura de Anastasio Somoza, até a vitória em 1979. A partir de 1982 Sepúlveda instalou-se na Alemanha, onde trabalhou como motorista de ônibus na linha Hamburgo – Istambul. O renomado periódico Der Spiegel contratou-o como correspondente de guerra em Angola. Lá ficou por muitos anos, narrou a intervenção cubana e a derrota das tropas de elite da África do Sul. Derrota que favoreceria a queda do regime racista do apartheid na África do Sul. Luis Sepúlveda mora atualmente na Espanha.


Seus artigos nesse site:

Pinochet sem pena nem glória

"De suas vítimas, de todos os que o resistiram, do presidente Allende, fica o exemplo moral. Dele, nada resta digno de ser lembrado — somente o odor fétido que os bons ventos do Pacífico logo se encarregarão de levar". Um texto do escritor chileno Luis Sepúlveda

16 de janeiro de 2007

Na Patagônia, em busca de Butch Cassidy e Sundance Kid

Os traços de Buch Cassidy e Sundance Kid, assim como de seu implacável perseguidor, o xerife Martin Sheffields, demonstram que os lendários foras-da-lei, conhecidos por assaltar bancos para financiar a revolução anarquista não tiveram seu fim na Bolívia, como no filme estrelado por Paul Newman e Robert Redford

1º de setembro de 2004

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