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» Boaventura: a ilusória “Desglobalização”

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Edição francesa


» Relire Marcuse pour ne pas vivre comme des porcs

» L'autre combat des femmes kurdes d'Irak

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» Ces grandes puissances, obstacles à un monde non nucléaire

» Des champs pétrolifères contestés

» Les frontières incertaines du Kurdistan

» Pour un nouvel ordre économique mondial

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Edição em inglês


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» The scandal of Pentagon spending

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» The Trump presidency

» Trump is in your head

» China's new Silk Road


Edição portuguesa


» Ordenar a floresta contra incêndios: não basta a silvicultura

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» Edição de Outubro de 2017

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» O século de Lenine

» «Nova rota da seda»: um trunfo geopolítico para a Rússia

» Edição de Setembro de 2017

» Blocos de actividades para o Estado e para o mercado

» Donald Trump ultrapassado pelo partido anti-russo

» Edição de Agosto de 2017


Luis Sepúlveda

Escritor chileno, autor, entre outros, do romance mágico e ecológico, O velho que lia romances de amor (Relume Dumara, São Paulo, 2006), obra-prima traduzida em quarenta e seis línguas e com mais de dez milhões de exemplares vendidos. Antigo membro da escolta do presidente Salvador Allende, que ele protegeu até o dia 11 de setembro de 1973, dia do golpe de Estado, Luis Sepúlveda foi detido pela ditadura do general Pinochet, condenado a 28 anos de prisão e encarcerado na prisão de Temuco, destino dos prisioneiros políticos. Uma campanha mundial da Anistia Internacional conseguiu libertá-lo em 1977. Ele foi para o exílio, percorreu a América Latina, se engajando depois nas fileiras sandinistas (Brigada Simon Bolívar), que lutava contra a ditadura de Anastasio Somoza, até a vitória em 1979. A partir de 1982 Sepúlveda instalou-se na Alemanha, onde trabalhou como motorista de ônibus na linha Hamburgo – Istambul. O renomado periódico Der Spiegel contratou-o como correspondente de guerra em Angola. Lá ficou por muitos anos, narrou a intervenção cubana e a derrota das tropas de elite da África do Sul. Derrota que favoreceria a queda do regime racista do apartheid na África do Sul. Luis Sepúlveda mora atualmente na Espanha.


Seus artigos nesse site:

Pinochet sem pena nem glória

"De suas vítimas, de todos os que o resistiram, do presidente Allende, fica o exemplo moral. Dele, nada resta digno de ser lembrado — somente o odor fétido que os bons ventos do Pacífico logo se encarregarão de levar". Um texto do escritor chileno Luis Sepúlveda

16 de janeiro de 2007

Na Patagônia, em busca de Butch Cassidy e Sundance Kid

Os traços de Buch Cassidy e Sundance Kid, assim como de seu implacável perseguidor, o xerife Martin Sheffields, demonstram que os lendários foras-da-lei, conhecidos por assaltar bancos para financiar a revolução anarquista não tiveram seu fim na Bolívia, como no filme estrelado por Paul Newman e Robert Redford

1º de setembro de 2004

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