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» Vianninha e Nelson Rodrigues vão ao cinema

» O enigma dos “Coletes Amarelos”

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» Nas dívidas, o declínio do Ocidente

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» Viagem insólita à União Soviética (2)

» Assim o Facebook estrangulou o jornalismo

» Inteligência Artificial para quem?

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Edição francesa


» Une Amérique « plus gentille et plus tendre » sur les écrans de télévision

» Dans les bas-fonds de la campagne électorale de George H. W. Bush

» Du théâtre par gros temps

» Du soja pour le bétail

» En Amazonie, le bétail mange la forêt

» Le monde du travail, interdit de télévision

» Régime soviétique et mentalité russe expliquent le succès des « spoutniks »

» Comment l'entreprise usurpe les valeurs du service public

» Misère des journalistes précaires

» À Paris, les lieux du pouvoir


Edição em inglês


» Sabine Cessou on Kenya's grand digital ambitions

» Who is listening to Chad?

» December: the longer view

» After Argentina: the G20's climate hypocrisy

» Trump's trade czar, the latest architect of imperial disaster

» ‘Listen only to me': inside Al-Sisi's Egypt

» Abizaid of Arabia

» Cameroon's colonial history

» The music of migration

» Cybercrime's expensive bill


Edição portuguesa


» Edição de Dezembro de 2018

» A justiça social e os seus responsáveis

» Para Julian Assange

» Jantar de Apoio

» Economia Social e Solidária: outro modo de criar futuro sustentável

» Edição de Novembro de 2018

» «Eleitoralismo» e democracia sem povo

» Acalmia na Ásia

» Assinatura de 6 meses: só 18 €

» Edição de Outubro de 2018


Lyes Si Zoubir

Jornalista, Alger.


Seus artigos nesse site:

As incertas mutações da economia

Apesar dos números pujantes, a economia chinesa padece de uma falta generalizada de transparência que já causou vários escândalos e depende, em certa medida, da América de George W. Bush para manter seu crescimento

1º de outubro de 2004

Feridas abertas

Às vésperas da eleição presidencial, a Argélia enfrenta situação social tensa. Por um lado, aumenta a desigualdade e a miséria, resultado das reformas liberais. De outro, a apatia política e o desânimo toma conta do povo, marcado por anos de violência e terrorismo

1º de março de 2004

O status quo das mulheres

A derrota do islamismo radical mudou pouco, ou nada, a vida das argelinas, que continuam sendo vítimas de violência e preconceito

1º de março de 2004

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
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» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos