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» Sindicatos e democracia radical, união possível?

» Guantánamo do Brasil

» Previdência: que significa a tese central do governo

» Uma trajetória em movimento e polêmica

» Rosa Luxemburgo, mais atual que nunca?

» A (mal-disfarçada) ideologia de gênero de Damares

» Índios: de mãos entrelaçadas

» A era da manipulação escancarada

» A crise do PT vista por dentro

» O que Adam Smith teria a dizer sobre o salário mínimo

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» Ces Israéliens qui ont faim

» Le devoir d'Israël

» Quand les chercheurs n'osent plus chercher

» Photographie, art et société

» La saga des Gandhi

» Non, le vote FN n'est pas l'heritier du PCF

» Bonapartisme ou Constituante

» Derrière l'affaire Battisti

» Echec et mat pour la gauche mexicaine

» Mise en données du monde, le déluge numérique


Edição em inglês


» A planet in crisis

» Vannevar Bush, prophet of high tech

» January: the longer view

» Akram Belkaid on North Africa's leadership crisis

» Erdogan's war on workers

» Argentina swings into financial crisis

» The road beyond Wigan Pier

» Kazakhstan invests in theatre

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» Edição de Janeiro de 2019

» Os irmãos escolhem-se

» Quando tudo vem ao de cima

» Edição de Dezembro de 2018

» A justiça social e os seus responsáveis

» Para Julian Assange

» Jantar de Apoio

» Economia Social e Solidária: outro modo de criar futuro sustentável

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» «Eleitoralismo» e democracia sem povo


Marina da Silva

Jornalista.


Seus artigos nesse site:

Os esquecidos da História

Vítimas, no passado, de massacres como o de Sabra e Chatila, mais de 400 mil palestinos continuam vivendo no Líbano – a metade em campos de refugiados. Além da pobreza e precariedade, defrontam-se com um processo “de paz” que os exclui politicamente

1º de julho de 2006

O Líbano pós-11 de setembro

Em uma dúzia de campos-gueto do pós-guerra civil libanesa, os refugiados palestinos não perdem um episódio da Intifada. Cada casa fica permanentemente ligada à televisão: as imagens, implacáveis, divulgam diariamente a realidade brutal da repressão

1º de janeiro de 2002

Contra os imperialismos

Frantz Fanon chegou à Argélia como médico psiquiatra. Colocando-se de imediato no centro dos problemas anticoloniais, e do que ele denomina a "alienação colonial", não se pouparia do engajamento nem da análise crítica

12 de outubro de 2000

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
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