Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Por que revogar a Emenda Constitucional 95

» “Meu nome não é Sininho”

» Prendam-se os que enxergam nossa tragédia

» Polêmica com um ambientalismo ingênuo

» A nova volta do parafuso cubano

» Os EUA de Trump revivem os zoológicos humanos

» Os EUA de Trump revivem os zoológicos humanos

» Para conhecer o mar de Ingmar Bergman

» Psiquiatras, Capitalismo e Lava Jato

» A “crise fiscal” e a queixa das hienas

Rede Social


Edição francesa


» Les libertés sacrifiées sur l'autel de la guerre

» Pitié pour la condition animale

» La spiritualité au risque des idoles

» Vers un développement à l'africaine

» Culture McWorld contre démocratie

» Vers la réintégration des Touaregs au Mali

» L'oubli de l'animal

» L'Afrique sous la coupe du football

» La dérive d'une Croatie « ethniquement pure »

» A la recherche du cobaye idéal


Edição em inglês


» Commandos sans frontières

» The Empire smiles back

» Human zoos in the age of Trump

» Michael J Glennon on the growing power of the United States' national security bureaucracy

» Trump's ‘infrastructure' plan

» A children's Gitmo on the border

» East-west divide

» Population change by region

» Lure of the West

» Global population growth


Edição portuguesa


» Edição de Julho de 2018

» A divergência europeia

» O capricho do príncipe

» Edição de Junho de 2018

» Assalto ao trabalho e às pensões

» Lambe-botas de Washington

» Jerusalém: o erro crasso do presidente americano

» Edição de Maio de 2018

» Direitos, não incentivos

» Maio, uma esperança de oceano


Marius Schattner

Jornalista e autor de Histoire de la droite israélienne, ed. Complexe, Bruxelas, 1991.


Seus artigos nesse site:

A “preparação” da Intifada

Muito antes da famosa visita-provocação de Ariel Sharon à Esplanada das Mesquitas, em 28 de setembro de 2000, o exército e os serviços secretos israelenses já estavam preparados para a eclosão do que viria a ser a (segunda) ’Intifada’

1º de outubro de 2002

Jerusalém, mitos e realidades

Como todo o mito, o da "Jerusalém libertada" tem raízes longínquas. Traduz o vínculo, de dois mil anos, que une os judeus a Sion, uma das colinas que simbolizam Jerusalém — uma Jerusalém única, para os judeus

18 de novembro de 2000

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos