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» Boaventura: para que o futuro seja de novo possível

» Seis elementos da conjuntura brasileira

» Trump quer a guerra – e conquista o establishment

» Sob Temer, a grilagem volta sem freios

» Tiradentes, herói sem nenhum caráter?

» Como pulsa hoje nosso desejo de rua?

» França: a esquerda vive, quando não se rende

» A indispensável Reforma Política

» Quilombolas: a longa batalha pelo território

» Bem-vindo à escola do século 19

Rede Social


Edição francesa


» Le talon d'Achille du nucléaire français

» Multiplication des opérations militaires autour du Sahel

» Dégringolade

» Revenu garanti, l'invité-surprise

» L'Allemagne et les réfugiés, deux ans après

» Portes ouvertes au secteur privé

» Le Maghreb entre autoritarisme et espérance démocratique

» Avec la guérilla des FARC, en attendant la paix

» Norilsk, ville polaire, cité du nickel

» Trente-six compagnies pour une ligne de chemin de fer


Edição em inglês


» Qatar crisis: Saudi Arabia as anti-hero?

» A wide world of winless war

» Kissing the specious present goodbye

» Destabilizing the Middle East (yet more)

» Chinese songs of dignity

» A psychedelic spin on “national security”

» The age of grief

» France and Iran, two years after the nuclear deal

» Little big man

» America last


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2017

» Segurança na reforma começa no emprego

» Os anos loucos

» Colonialismo português: excepção ou barbárie?

» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos

» Crise e estagnação no labirinto

» Edição de Maio de 2017

» O desígnio de Marcelo

» O Estado profundo


Martine Bulard

Redatora e chefe-adjunta do Le Monde diplomatique.


Seus artigos nesse site:

Uma nova geopolítica dos capitais

A China não é mais somente “a fábrica do mundo”, ela tornou-se o banqueiro dos Estados Unidos. A aliança, porém, não é necessariamente ideológica: Pequim possui a maior reserva mundial de dólares, estimada em US$ 2 trilhões. Qualquer queda da moeda americana provocaria uma alta do iene

23 de novembro de 2008

A Índia em busca do poderio perdido

Como o segundo país mais populoso do planeta age para se transformar em potência mundial. O complicado xadrez das relações com EUA, China e Rússia. O drama: nos planos de poder, eliminar a pobreza e exclusão maciças não é prioridade

16 de janeiro de 2007

Encruzilhada chinesa

Um país cada vez mais próspero e poderoso; uma sociedade ameaçada pela desigualdade e pela cópia dos padrões ocidentais. As contradições da China multiplicam o número de pequenos protestos e levam a elite intelectual a se perguntar sobre o futuro

1º de janeiro de 2006

Saúde precária

O plano de Tony Blair para “recuperar” o sistema hospitalar parece perdido em privatizações e cortes de direitos

1º de outubro de 2005

A China sacode a ordem mundial

Com uma diplomacia bastante flexível, a China busca construir as condições para um mundo multipolar e para se firmar como referência asiática

1º de agosto de 2005

Conflitos e convergências

Nas relações entre China e Índia, competições no campo diplomático e econômico ainda são barreiras à convivência pacífica

1º de agosto de 2005

Os enganos de Michel Camdessus

O ex-guru das teorias do FMI e atual conselheiro de João Paulo II tem a particularidade de ser um especialista que erra o tempo inteiro. Por onde passou, as economias dos países emergentes sucumbiram, como na Indonésia e na Argentina

1º de janeiro de 2005

O acelerado desmonte do Estado

O avanço das políticas neoliberais no governo Raffarin coloca a França entre os países com atestado de bom comportamento na OCDE ? redução nas aposentadorias, cortes nos salários, flexibilização dos direitos trabalhistas. E enriquecimento de quem vive na ciranda financeira

1º de março de 2004

Meio século de sabotagem

Com o fim da II Guerra Mundial, os partidos políticos franceses tentaram criar uma “previdência social” para todos, fundada sobre o trabalho, co-gerida pelos trabalhadores e pelo Estado. Nos 50 anos que se seguiram, essas conquistas foram solapadas

1º de outubro de 2003

A insegurança social programada

A justificativa do governo francês para sua reforma estrutural é a seguinte: com a queda do crescimento econômico, diminuem os depósitos, aumenta o déficit e diminui o consumo. Portanto, para a área da saúde, a palavra de ordem é privatizar

1º de outubro de 2003

As alternativas à “reforma única”

O dogma de que é preciso baixar os custos das políticas sociais para a retomada do emprego e do crescimento precisa ser submetido a críticas - existem medidas que aportariam novos fundos e reduziriam déficits sem penalizar o aposentado

1º de julho de 2003

Traídos pelos fundos de pensão

Difundidos nos países anglo-saxões e tomando corpo nas outras regiões do ocidente, os fundos de pensão por capitalização deixam o poupador dependente da volatilidade do mercado financeiro e ameaçam destruir a aposentadoria pública

1º de maio de 2003

Uma máquina que mata

Uma série de negligências: esse foi o veredicto sobre as causas da explosão da fábrica AZF de Toulouse, provocando a morte de 38 pessoas. Essas “negligências” são menos raras do que se pensa: acidentes e doenças profissionais crescem há mais de 10 anos

1º de dezembro de 2001

Greves pela rede

Nos Estados Unidos, as ciber-lutas já se popularizaram: a maioria das grandes empresas norte-americanas deve enfrentar a revolta de assalariados pouco habituados à luta sindical. Mesmo a Microsoft tem que enfrentar um "sindicato virtual", Wash Tech

20 de dezembro de 2000

Tempos modernos (versão hot line)

As tecnologias da informação e da comunicação significam bem mais freqüentemente fontes de intensificação do trabalho que de enriquecimento profissional. O tempo liberado graças ao trabalho na rede é absorvido por restrições cada vez mais fortes

20 de dezembro de 2000

Sindicalistas de segunda classe

Além de não serem consideradas iguais em sua vida profissional, as mulheres também não são valorizadas nos sindicatos. Uma coisa talvez explique a outra.

12 de junho de 2000

Rumo ao apartheid sanitário?

Como as grandes empresas farmacêuticas usam a OMC, as leis de patentes e as mega-fusões para fechar o cerco contra a produção independente de medicamentos? Por que este processo matará milhões de pessoas nos próximos anos?

12 de março de 2000

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos