Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Argentina: nada será como antes

» Um caixão grávido de luz

» Uma alternativa ao Projeto do Veneno

» Ciência no Brasil: entre “inovacionismo” e declínio

» A banalização da violência doméstica

» Relações Internacionais: um olhar marxista

» O trabalho do tempo

» Direito ao aborto na Argentina: Vencemos!

» Economia, ciência esotérica?

» O desastre urbano e os despertares

Rede Social


Edição francesa


» Le vagabondage des déchets toxiques

» Le regard vide de V. S. Naipaul

» Les syndicats américains entre le déclin et un nouvel espoir

» Marchandage territorial au Swaziland

» Comment les fortes fluctuations du prix du sucre pénalisent les pays sous-développés exportateurs

» Deux visions opposées de l'avenir du socialisme

» Tentation et peur de l'histoire

» Innovation technologique et fonction sociale

» Et si on commençait la démondialisation financière ?

» Révolution sociale au Kirghizstan ?


Edição em inglês


» Gunrunning USA

» Ayn Rand's Promethean myth

» Iranians can't wait till 2020

» The legacy of infinite war

» The entropy wars

» Journalism in the age of Trump

» Meat goes out of style

» Where did you go to college, Daddy?

» How Morales stays in power

» Waiting in line to reach the dream


Edição portuguesa


» Que alterglobalismo?

» Atolamento saudita no Iémen

» Escalada

» Edição de Agosto de 2018

» Na construção do senso comum

» A fábula do 31 de Agosto de 2013

» Edição de Julho de 2018

» A divergência europeia

» O capricho do príncipe

» Edição de Junho de 2018


Maurice T. Maschino

* Jornalista, autor de Oubliez les philosophes!,Complexe, Bruxelas, 2001.


Seus artigos nesse site:

Tempo de viver, tempo de morrer

A morte não é contrário da vida, e sim sua a conseqüência. Ao não admitirem este fato, e não legalizarem a eutanásia, os Parlamentos impõem a seres humanos sofrimentos cruéis e permitem que os médicos tenham, na prática, o direito de matar

10 de novembro de 2006

A Europa já aceita a morte digna

Holanda, Bélgica, Suíça, Espanha... Os bons resultados nos países que reconhecem (e regulamentam) a eutanásia contrariam previsões catastrofistas, rompem preconceitos, arrefecem a própria oposição das igrejas. No lugar de um tabu, surge um direito

10 de novembro de 2006

Uma polícia francesa multiracial?

Um número crescente de jovens de origem imigrante – magrebinos, africanos ou antilhanos – tenta fazer carreira na polícia francesa. Mas a questão da discriminação racial ainda representa um tabu particularmente forte

1º de outubro de 2003

A política de imigração francesa

Um milhão de argelinos por ano solicita visto de entrada na França: para estudar, para visitar a família, para passar as férias etc. Apenas uma quarta parte deles é atendida. A obtenção do visto, na prática, não passa de uma curiosa loteria

1º de março de 2003

Um olhar sobre a história colonial

Três livros analisam a história colonial francesa. Sem firulas, denunciam os massacres sistemáticos, a violência estúpida e o racismo empedernido – atitudes e comportamentos que repercutem, por concordância ou indiferença, nos dias de hoje

1º de outubro de 2002

Intelectuais da mídia, os novos reacionários

Ilusões perdidas, desencanto ou, pura e simplesmente, oportunismo? Por que teriam os intelectuais franceses de hoje dado uma guinada à direita? Le Monde diplomatique fez uma pesquisa cujo resultado é publicado nesta edição

1º de outubro de 2002

“Você tem certeza que é francês?”

A verdadeira corrida de obstáculos a que são submetidos, na França, os cidadãos interessados em renovar sua carteira de identidade é um alerta: algumas das idéias de Le Pen podem já estar em vigor

1º de junho de 2002

“Você come muito cuscuz?”

O estrangeiro que deseja se tornar francês reúne os documentos pedidos pela polícia. Aí começa a longa espera: é o tempo necessário para investigar “a moralidade, a lealdade e a conduta do postulante” e verificar se está bem “assimilado”

1º de junho de 2002

Do mito à história

No dia 17 de outubro de 1961, alguns milhares de argelinos tentaram protestar, em Paris, contra o toque de recolher que os impedia de ir à rua entre 20:30h e 05:30h. Cerca de 400 foram espancados até a morte pela polícia e seus corpos jogados no rio

1º de dezembro de 2001

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos