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» O Banco Central nas mãos da aristocracia financeira

» Inteligência Artificial, novo pesadelo?

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» Uma possível era pós-Lula

» Arábia, para pensar o Brasil

» Boaventura: da Ilha da Maré a outro mundo possível

» Polêmica: em defesa de Sérgio Buarque

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» Visita aos Xavante, povo guerreiro e sonhador

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Edição francesa


» La résistance des Parisiens aux projets immobiliers

» La très réelle politisation des hauts fonctionnaires

» Des réservoirs de pensée ?

» La filière française

» Libre circulation des données et barrières nationales

» L'Europe à la croisée des réseaux

» Depuis quarante ans crises et détentes se succèdent dans les relations russo-turques

» Un nouvel ordre de la documentation

» Monopole et dérèglementation

» Dynamisme et hégémonie des firmes américaines


Edição em inglês


» Authoritarianism as usual

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» A tale of American hubris

» A new age of sea power?

» Can the Internet be saved?

» Could the Cold War return with a vengeance?

» Big Brother isn't watching you

» Michael Klare on Trump's new nuclear age

» Fukushima: seven years on

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Edição portuguesa


» Cuba quer o mercado… sem capitalismo

» Como assinar o Le Monde diplomatique - edição portuguesa

» O duplo desafio da esquerda brasileira

» No Brasil, a crise galvaniza as direitas

» Edição de Abril de 2018

» Licença para matar

» A obsessão do défice

» «Maioria Absoluta»: onde há poder, há resistências

» Recibos verdes: finalmente um primeiro passo para uma verdadeira Segurança Social

» De que é que têm medo e de que é que temos medo?


Maurice T. Maschino

* Jornalista, autor de Oubliez les philosophes!,Complexe, Bruxelas, 2001.


Seus artigos nesse site:

Tempo de viver, tempo de morrer

A morte não é contrário da vida, e sim sua a conseqüência. Ao não admitirem este fato, e não legalizarem a eutanásia, os Parlamentos impõem a seres humanos sofrimentos cruéis e permitem que os médicos tenham, na prática, o direito de matar

10 de novembro de 2006

A Europa já aceita a morte digna

Holanda, Bélgica, Suíça, Espanha... Os bons resultados nos países que reconhecem (e regulamentam) a eutanásia contrariam previsões catastrofistas, rompem preconceitos, arrefecem a própria oposição das igrejas. No lugar de um tabu, surge um direito

10 de novembro de 2006

Uma polícia francesa multiracial?

Um número crescente de jovens de origem imigrante – magrebinos, africanos ou antilhanos – tenta fazer carreira na polícia francesa. Mas a questão da discriminação racial ainda representa um tabu particularmente forte

1º de outubro de 2003

A política de imigração francesa

Um milhão de argelinos por ano solicita visto de entrada na França: para estudar, para visitar a família, para passar as férias etc. Apenas uma quarta parte deles é atendida. A obtenção do visto, na prática, não passa de uma curiosa loteria

1º de março de 2003

Um olhar sobre a história colonial

Três livros analisam a história colonial francesa. Sem firulas, denunciam os massacres sistemáticos, a violência estúpida e o racismo empedernido – atitudes e comportamentos que repercutem, por concordância ou indiferença, nos dias de hoje

1º de outubro de 2002

Intelectuais da mídia, os novos reacionários

Ilusões perdidas, desencanto ou, pura e simplesmente, oportunismo? Por que teriam os intelectuais franceses de hoje dado uma guinada à direita? Le Monde diplomatique fez uma pesquisa cujo resultado é publicado nesta edição

1º de outubro de 2002

“Você tem certeza que é francês?”

A verdadeira corrida de obstáculos a que são submetidos, na França, os cidadãos interessados em renovar sua carteira de identidade é um alerta: algumas das idéias de Le Pen podem já estar em vigor

1º de junho de 2002

“Você come muito cuscuz?”

O estrangeiro que deseja se tornar francês reúne os documentos pedidos pela polícia. Aí começa a longa espera: é o tempo necessário para investigar “a moralidade, a lealdade e a conduta do postulante” e verificar se está bem “assimilado”

1º de junho de 2002

Do mito à história

No dia 17 de outubro de 1961, alguns milhares de argelinos tentaram protestar, em Paris, contra o toque de recolher que os impedia de ir à rua entre 20:30h e 05:30h. Cerca de 400 foram espancados até a morte pela polícia e seus corpos jogados no rio

1º de dezembro de 2001

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
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» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos