Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Wallerstein: o G-7, quem diria, acabou no Canadá

» Economia: o Brasil diante da velha ameaça

» Para conhecer a complexa estratégia dos Xavante

» Ainda se encarceram crianças, no século 21?

» Ainda se encarceram crianças, no século 21?

» Teremos coragem para a revolução?

» Sérgio perdeu um olho. Os juízes, a dignidade

» Colômbia, cavalo de Tróia na América Latina?

» Boaventura: em busca de Outros Iluminismos

» Boaventura: em busca de Outros Iluminismos

Rede Social


Edição francesa


» Grande braderie de l'électricité à travers l'Europe

» Faut-il avoir peur du populisme ?

» Le logement social, entre pénurie et ségrégation

» Fin des « villes chocolat, banlieues vanille » américaines

» Femmes en prison, la mort lente

» À La Poste aussi, les agents doivent penser en termes de marché

» La rédemption de la « race ouvrière » vue par Emile Zola

» Quand le patronat français impose sa refondation sociale

» Internet, terrain de jeu pour les publicitaires

» Microsoft, monopole du prochain siècle


Edição em inglês


» The Pentagon's provocative encirclement of China

» Welcome to North Macedonia

» Special Report: World Cup 2018

» American wars and self-decline

» Infinite War

» Confidentiality Policy

» Change in Eastern Europe?

» The lie of the land

» A search for roots and connections

» Trump's EU doormats


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2018

» Assalto ao trabalho e às pensões

» Lambe-botas de Washington

» Jerusalém: o erro crasso do presidente americano

» Edição de Maio de 2018

» Direitos, não incentivos

» Maio, uma esperança de oceano

» Cuba quer o mercado… sem capitalismo

» Como assinar o Le Monde diplomatique - edição portuguesa

» O duplo desafio da esquerda brasileira


Michel Verrier

Jornalista, Berlim.


Seus artigos nesse site:

Qual autonomia para os curdos?

Expulsos de suas regiões tradicionais pela política de ?arabização? do Ba?ath ao longo das últimas décadas, os curdos foram beneficiados pela guerra que derrubou Saddam Hussein e agora definem o modelo de autonomia que irão pleitear

1º de março de 2004

A premonição de Marcuse

No Natal de 1970, convidado para fazer conferências na Universidade Hebraica de Jerusalém, Herbert Marcuse foi a Israel pela primeira vez. Essa foi também, para ele, a oportunidade de visitar o país e de se defrontar com a população local, árabe e israelense, sobre a questão palestina. Eis a entrevista, publicada no The Jerusalem Post de 2 de janeiro de 1972, conservada no Marcuse Archiv de Frankfurt e aqui reproduzida com a permissão de Peter Marcuse. Traduzida igualmente para o árabe, ela suscitou um intenso debate. A título de exemplo, Hamdi T. Kanaan, prefeito de Nablus de 1963 a 1969, escreveu-lhe nestes termos: ?No que me diz respeito, vejo no senhor a primeira personalidade judaica que admite praticamente a grande injustiça cometida contra árabes palestinos com a criação de Israel e que, ao mesmo tempo, compreende total e logicamente as circunstâncias presentes e futuras nas quais Israel existe e existirá nesta região.?

1º de março de 2004

Paisagens antes da guerra

Indesejáveis para o regime turco, os curdos são tolerados pelo governo de Teerã (existem 10 milhões no Irã, quase 15% da população do país). Seu sonho é um só: que Bush bombardeie logo o Iraque para poderem voltar para sua terra...

1º de outubro de 2002

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos