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Rede Social


Edição francesa


» Le poids des pamphlets, le choc des classes

» En Russie, réprimer plus et enfermer moins

» Apprendre à nager n'est plus donné à tout le monde

» Bouillonnement de l'art contemporain africain

» Les Sri-Lankais défient le pouvoir

» Clarice Lispector, l'étoile de Rio

» Séparatismes ukrainiens

» Les mineurs, la mer et autres histoires

» Le droit à l'avortement menacé

» Occident contre Occident


Edição em inglês


» Fragmented Yemen

» Ukraine's logistical crisis

» Tensions and blackmail over Western Sahara

» Migrants still risk their lives to reach England

» Africa: agribusiness or diversity?

» Poisoning our oceans

» UN Earth Summits: how the rot set in

» In Mexico, will slow and steady win the day?

» Sri Lanka plunges into crisis

» Uncertain loyalties and competing narratives


Edição portuguesa


» Que pode o teatro face ao crescimento das extremas-direitas?

» Mapeamento de uma arte político-social: "Untitled", de Paula Rego

» Assembleia-Geral da Outro Modo

» O problema da riqueza

» «Sangrar a Rússia»

» Vulnerabilidades territoriais: o que se pode aprender com a crise pandémica?

» O paraíso da inovação militarizada

» Mineração em mar profundo: para quê destruir os fundos oceânicos?

» O lado oculto das cimeiras da Terra

» Viagem ao fim da Transamazónica


Monique Chemillier-Gendreau

Professora de Direito Internacional na Universidade Paris VII – Denis Diderot.


Seus artigos nesse site:

Algo de novo na OMC

Sob pressão dos países do Sul e da sociedade civil, a Organização Mundial do Comércio adota decisões que há alguns anos seriam impensáveis. Mas falta muito, para que os direitos humanos sejam considerados um valor mais importante que as trocas e os lucros

14 de janeiro de 2008

Por uma organização da comunidade mundial

Como fundar uma organização mundial realmente engajada na defesa do bem comum dos povos e, principalmente, capaz de limitar o poder das grandes potências?

1º de setembro de 2005

A paz fundada no direito

O acordo de Genebra, discutido por cidadãos israelenses e palestinos, representa um momento radicalmente novo de sua história comum. Mas a implementação deste projeto de paz só poderá ocorrer com a intervenção ativa da comunidade internacional

1º de janeiro de 2004

Danos de guerra: uma contabildade variável

O direito internacional prevê indenizações para países agredidos. Mas enquanto o Iraque deixa seu petróleo nas mãos de firmas ocidentais para ressarcir o Kuait, os EUA nunca pagaram um centavo ao Vietnã, Nicarágua, Kosovo, Afeganistão e Iraque

1º de outubro de 2003

Por uma ordem pública mundial

Os povos ganham as guerras por força das idéias e pelo surgimento de uma mudança da norma jurídica com a afirmação do direito de dispor de si mesmos. Seria esse o caminho para pôr fim à nova etapa de um imperialismo unilateral?

1º de dezembro de 2002

Contra a força, o direito

Desde suas origens, o Estado de Israel insulta todas as convenções da justiça internacional. Principalmente nos territórios ocupados, a prática da tortura é a regra. É uma prática que nunca acabou. Crianças, inclusive, são torturadas

1º de janeiro de 2002

A capitulação da ONU

Ao considerar os ataques de 11 de setembro “uma ameaça à paz e à segurança internacionais”, o Conselho de Segurança assume a confusão introduzida por George W. Bush e assina sua capitulação diante dos Estados Unidos

1º de novembro de 2001

Os limites da justiça internacional

A lentidão do movimento por um direito internacional só permite punir uma ínfima parte dos crimes que são objeto de reivindicação de justiça pela consciência humana. Por isso, as vítimas apelam para jurisdições de âmbito nacional

1º de setembro de 2001

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