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Edição francesa


» Récalcitrante Ukraine

» Europe de l'Est : un bilan positif sur le plan social mais négatif dans le domaine des droits politiques

» La crise russo-ukrainienne accouchera-t-elle d'un nouvel ordre européen ?

» Offensive sur l'or noir africain

» Un Syrien sur cinq a quitté son pays

» Gramsci, un rayonnement planétaire

» L'ENA tentée par la philosophie des affaires

» Éloge du rire sardonique

» L'abstention gagne les classes moyennes

» Qui veut encore financer la presse ?


Edição em inglês


» Biden's Middle East challenges

» April: the longer view

» Africa's oil-rich national parks

» Montenegro's path to independence

» Japan's bureaucrats feel the pain

» Who's who in North Africa

» Being Kabyle in France

» Who wins in Chile's new constitution?

» Senegal's five days of anger

» Threat to Africa's parks


Edição portuguesa


» Edição de Abril de 2021

» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

» Viva o «risco sistémico!»

» Pandemia, sociedade e SNS: superar o pesadelo, preparar o amanhecer

» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?

» A Comuna de Paris nas paredes

» Como Donald Trump e os "media" arruinaram a vida pública

» Edição de Março de 2021

» Acertar nas fracturas


Neuza Paranhos

Neuza Paranhos é alguém que não sabe como se explicar. Atualmente, ganha a vida traduzindo quadrinhos, artigos sobre música e variedades do espanhol e do inglês para o português. Considera ter publicado um livro de contos, Av. Marginal (ComArte Editora), uma das glórias de sua vida. Em passado recente, atuava como jornalista de celebridades. Hoje prefere esquecer. Assina o blog Mina de Letras.


Seus artigos nesse site:

Mas Alice

Ele, minha Alice, minha primeira Barbie, me olhou como quem faz um favor. Em seguida, arrastou as plataformas até o banheiro e sacou o batom da bolsa

16 de janeiro de 2009

Domingo

A voz do homem está mais baixa e rouca, como se ele fosse chorar. Aqui, ó, aqui! Os olhos parecem que vão saltar do rosto e rolar na sarjeta. Agarra a mão e guia para a virilha. Há ali uma coisa cega e sem nome

6 de junho de 2008

Selena e o major

"Olhou bem pra cara do velho, o linho, o olhinho azul do velho, anel da mesma cor, bengala de castão. E começou a rir"

15 de outubro de 2007

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos