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Uma iniciativa


» Uma possível era pós-Lula

» Arábia, para pensar o Brasil

» Boaventura: da Ilha da Maré a outro mundo possível

» Polêmica: em defesa de Sérgio Buarque

» Polêmica: em defesa de Sérgio Buarque

» Visita aos Xavante, povo guerreiro e sonhador

» Privacidade: nova batalha à vista

» Para tempos de ameaça fascista

» EUA: o declínio de uma diplomacia arrogante

» Surpresa: vêm aí os novos economistas rebeldes

Rede Social


Edição francesa


» Un nouvel ordre de la documentation

» Monopole et dérèglementation

» Dynamisme et hégémonie des firmes américaines

» Droits individuels et souveraineté en question

» L'information, une marchandise

» L'automatisation de la documentation

» « Vol au-dessus d'un nid de coucou »

» Le Congo belge, une puissance économique au cœur du continent africain

» Hongrie, laboratoire d'une nouvelle droite

» L'origine de la crise de Suez remonte aux débuts du canal


Edição em inglês


» Sylvie Laurent on recovering the true legacy of Martin Luther King

» A tale of American hubris

» A new age of sea power?

» Can the Internet be saved?

» Could the Cold War return with a vengeance?

» Big Brother isn't watching you

» Michael Klare on Trump's new nuclear age

» Fukushima: seven years on

» The Russians are still coming

» Homosexuals as ‘terrorists'


Edição portuguesa


» Cuba quer o mercado… sem capitalismo

» Como assinar o Le Monde diplomatique - edição portuguesa

» O duplo desafio da esquerda brasileira

» No Brasil, a crise galvaniza as direitas

» Edição de Abril de 2018

» Licença para matar

» A obsessão do défice

» «Maioria Absoluta»: onde há poder, há resistências

» Recibos verdes: finalmente um primeiro passo para uma verdadeira Segurança Social

» De que é que têm medo e de que é que temos medo?


Noëlle Burgi

Diretora de Pesquisa no CNRS (Centro Nacional de Pesquisas Sociais), em Paris.


Seus artigos nesse site:

Demitidas e iludidas

Por uma curiosa, mas clássica, reversão da relação entre causa e efeito, a responsabilidade pela perda do emprego era devolvida às mulheres demitidas. Um emprego “se merece”, ele depende da “empregabilidade”. Conseguiriam elas merecê-lo?

1º de outubro de 2001

O mito enganoso do pós-nacional

O Estado-Nação não está morto — e a maior prova são os EUA, que continuam moldando a globalização segundo seus interesses. Para enfrentar a hegemonia norte-americana, a saída é propor, como alternativa ao livre comércio, a ampliação dos direitos sociais

12 de abril de 2000

As duas globalizações

Como hoje, também na Inglaterra do século XIX a "liberdade" dos mercados foi assegurada pela intervenção estatal e pela concentração do poder nas mãos de uma grande potência

12 de abril de 2000

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos