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» Boaventura: para que o futuro seja de novo possível

» Seis elementos da conjuntura brasileira

» Trump quer a guerra – e conquista o establishment

» Sob Temer, a grilagem volta sem freios

» Tiradentes, herói sem nenhum caráter?

» Como pulsa hoje nosso desejo de rua?

» França: a esquerda vive, quando não se rende

» A indispensável Reforma Política

» Quilombolas: a longa batalha pelo território

» Bem-vindo à escola do século 19

Rede Social


Edição francesa


» Au Kenya, les habitants de la côte exclus du banquet démocratique

» Émiettement

» Royaume-Uni, de l'Empire au Brexit

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» Glossaire

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» Deux jeunesses face à la « loi travail »

» Condamnés à s'entendre

» Les patrons ont-ils lu Marx ?

» Le PIB, une mesure qui ne dit pas tout


Edição em inglês


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» Whistleblowers, moral injury, and endless war

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» Memory loss in the garden of violence

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» The American way of war is a budget-breaker

» The hazards of military worship

» Mosul on my mind

» Forbidden questions?

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Edição portuguesa


» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos

» Crise e estagnação no labirinto

» Edição de Maio de 2017

» O desígnio de Marcelo

» O Estado profundo

» Militarismo: uma paixão francesa

» Edição de Abril de 2017

» A liberdade e o medo

» Outra vez a armadilha do voto útil?


Noëlle Burgi

Diretora de Pesquisa no CNRS (Centro Nacional de Pesquisas Sociais), em Paris.


Seus artigos nesse site:

Demitidas e iludidas

Por uma curiosa, mas clássica, reversão da relação entre causa e efeito, a responsabilidade pela perda do emprego era devolvida às mulheres demitidas. Um emprego “se merece”, ele depende da “empregabilidade”. Conseguiriam elas merecê-lo?

1º de outubro de 2001

O mito enganoso do pós-nacional

O Estado-Nação não está morto — e a maior prova são os EUA, que continuam moldando a globalização segundo seus interesses. Para enfrentar a hegemonia norte-americana, a saída é propor, como alternativa ao livre comércio, a ampliação dos direitos sociais

12 de abril de 2000

As duas globalizações

Como hoje, também na Inglaterra do século XIX a "liberdade" dos mercados foi assegurada pela intervenção estatal e pela concentração do poder nas mãos de uma grande potência

12 de abril de 2000

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
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» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos