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» Colômbia, paz ameaçada

» Hora de virar a mesa dos banqueiros

» #Ocupapolítica , entre esquerdistas e pragmáticos

» Crônica da Rússia, à beira da revolução

» Chuva no sertão. cobiça sobre as águas

» As raízes filosóficas da destruição do mundo

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» L'odyssée de John Perry Barlow

» Les indépendants du cinéma direct

» Les femmes dans les luttes sociales

» La classe ouvrière devant les premiers immigrants

» En Chine, progrès dans l'industrie, difficultés dans l'agriculture

» Une trentaine de conflits armés que l'ONU n'a généralement pas réussi à éviter

» « Parité, je n'écris pas ton nom... »

» En Iran, les ravages de la drogue

» Sade et l'esprit du néolibéralisme

» Discrimination positive, un faux débat à la française


Edição em inglês


» Maxime Robin on the new drugs ‘100 times stronger than heroin'

» The light at the end of the corner

» Chinese New Year, but where's the money?

» Donald Trump offers a helping hand to China and Russia

» How we got Donald Trump

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» Iran's far-reaching Shia networks

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» Japan's bluefin tuna

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Edição portuguesa


» Edição de Fevereiro de 2018

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» O papel da Concertação Social

» Edição de Janeiro de 2018

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» O eixo Washington-Riade-Telavive

» Edição de Dezembro de 2017

» O Orçamento, o presente e o futuro

» Guerras de religião


Noëlle Burgi

Diretora de Pesquisa no CNRS (Centro Nacional de Pesquisas Sociais), em Paris.


Seus artigos nesse site:

Demitidas e iludidas

Por uma curiosa, mas clássica, reversão da relação entre causa e efeito, a responsabilidade pela perda do emprego era devolvida às mulheres demitidas. Um emprego “se merece”, ele depende da “empregabilidade”. Conseguiriam elas merecê-lo?

1º de outubro de 2001

O mito enganoso do pós-nacional

O Estado-Nação não está morto — e a maior prova são os EUA, que continuam moldando a globalização segundo seus interesses. Para enfrentar a hegemonia norte-americana, a saída é propor, como alternativa ao livre comércio, a ampliação dos direitos sociais

12 de abril de 2000

As duas globalizações

Como hoje, também na Inglaterra do século XIX a "liberdade" dos mercados foi assegurada pela intervenção estatal e pela concentração do poder nas mãos de uma grande potência

12 de abril de 2000

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Destaques

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