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Uma iniciativa


» A China tem uma alternativa ao neoliberalismo

» Marielle, Moa, Marley, Mineirinho

» As trapaças do gozo individual

» Vermelho Sol, fotossíntese da violência

» Assim arma-se a próxima crise financeira

» Quantos anos o automóvel rouba de sua vida?

» Guerra comercial: por que Trump vai perder

» Mulheres indígenas, raiz e tronco da luta pelo território

» Por que a educação voltou às ruas?

» O ditador, sua “obra” e o senhor Guedes

Rede Social


Edição francesa


» Les soucoupes volantes sont-elles un sous-produit de la guerre froide ?

» Ovnis et théorie du complot

» Boulevard de la xénophobie

» Une machine à fabriquer des histoires

» Un ethnologue sur les traces du mur de Berlin

» Le stade de l'écran

» Un ethnologue à Euro Disneyland

» Lénine a emprunté ses règles d'action à des écrivains radicaux du siècle dernier

» Le rêve brisé de Salvador Allende

» Un ethnologue à Center Parcs


Edição em inglês


» Manufacturing public debate

» August: the longer view

» Trump returns to the old isolationism

» Yellow vests don't do politics

» Kurdish territories in northern Syria

» The changing shape of the Balkans: 1991 / 2019

» Minorities in Kosovo

» Borders 1500-2008

» Man with a mission or deranged drifter

» The Louise revolution


Edição portuguesa


» Edição de Agosto de 2019

» Plural e vinculado à esquerda

» Os talibãs de São Francisco

» Edição de Julho de 2019

» Inconsistências (ou o sono da razão?)

» Comércio livre ou ecologia!

» Edição de Junho de 2019

» As pertenças colectivas e as suas conquistas

» A arte da provocação

» 20 Anos | 20% desconto


Noëlle Burgi

Diretora de Pesquisa no CNRS (Centro Nacional de Pesquisas Sociais), em Paris.


Seus artigos nesse site:

Demitidas e iludidas

Por uma curiosa, mas clássica, reversão da relação entre causa e efeito, a responsabilidade pela perda do emprego era devolvida às mulheres demitidas. Um emprego “se merece”, ele depende da “empregabilidade”. Conseguiriam elas merecê-lo?

1º de outubro de 2001

O mito enganoso do pós-nacional

O Estado-Nação não está morto — e a maior prova são os EUA, que continuam moldando a globalização segundo seus interesses. Para enfrentar a hegemonia norte-americana, a saída é propor, como alternativa ao livre comércio, a ampliação dos direitos sociais

12 de abril de 2000

As duas globalizações

Como hoje, também na Inglaterra do século XIX a "liberdade" dos mercados foi assegurada pela intervenção estatal e pela concentração do poder nas mãos de uma grande potência

12 de abril de 2000

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos