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Uma iniciativa


» A Mão do Povo Brasileiro, de volta ao MASP

» “Hackers russos”, nova invenção da velha mídia

» A arte de morrer

» As guerras que se avizinham

» Quando a mídia incita à violência de gênero

» Privacidade, mercadoria de luxo

» Seu nome era Ruas

» Boulos e o MTST pensam numa nova esquerda

» Para enxergar os ”secundas” além do romantismo

» Quando a Al-Qaeda volta a ser “aliada” do Ocidente

Rede Social


Edição francesa


» Faut-il changer le statut de l'hôpital public ?

» Œil de fennec

» « C'était mieux avant… »

» Dans les Yvelines, le clientélisme au quotidien

» Fleuves profonds, frontières fluides

» Petite histoire des grandes famines

» Little Saigon. Mémoires de Viet Kieu

» L'engrenage identitaire

» Carnavals

» Taux d'abstention aux élections municipales de 2008


Edição em inglês


» Prepare, pursue, prevail!

» President blowback

» Trump's military nostalgia (or “Victory at Sea” all over again)

» The SNP's big gamble

» Doubling down on dystopia

» The surge delusion

» American carnage

» The president who loved generals

» Who contributes to UN peacekeeping

» Fastest way out of a banlieue without hope


Edição portuguesa


» Canto Livre e Canção de Protesto

» União Europeia: para onde vai o pelotão da frente?

» A literatura, cimento que constrói mundos

» Tendências recentes do emprego dos jovens diplomados portugueses

» Edição de Março de 2017

» Offshores, defeitos e feitios

» Obstinação europeia

» Desafios de uma agenda política para a inclusão dos portugueses ciganos

» Edição de Fevereiro de 2017

» Trabalho e organização colectiva


Olivia Maia

Olivia Maia é escritora e estudante de Letras da USP. Publicou a novela policial Desumano, em 2006, pela Editora Brasiliense. Em 2007, publicou o romance Operação P-2, pelo selo independente Os Viralata. Escreve sobre literatura e outros assuntos desimportantes em seu blog, Forsit


Seus artigos nesse site:

Odradek e os personagens

Como lidar com o peso daquilo que é criação e que é inexistente, mas que ainda assim sobrevive ao tempo e nunca se desgasta?

5 de julho de 2008

A casa no morro – Final

E eu não tinha uma droga de um par de algemas. Puxei o cadarço do meu tênis e o usei para amarrar os pulsos de Joana. Apertei o nó com força. Ela não resistiu. Pareceu-me que estava sorrindo

30 de maio de 2008

A casa no morro – Parte 4

Iuri talvez se aborrecesse com minha afirmação. Ele preferia chegar pelas bordas. Senti que me lançava um de seus olhares de censura, mas eu estava prestando atenção na reação de Jônatas. O homem não se moveu. Não havia como ficar mais branco. Porque havia desconfiado do que estava por vir

24 de maio de 2008

A casa no morro – Parte 3

O cachorro tinha uma mancha de sangue na cabeça e estava próximo a uma porta que devia sair para o lado de fora. O chão me pareceu limpo. Ou sujo o suficiente para que o sangue sequer aparecesse. Inclinei-me por sobre o cachorro e olhei a porta. Dedos na maçaneta

16 de maio de 2008

A casa no morro – Parte 2

Ao fim do percurso pude ver uma casa pequena – suja como tudo mais naquela região. Com o carro parado, Iuri abriu a porta e foi até um matagal amarelado na direção oposta da casa. Daquele lado o mato seguia até onde eu podia enxergar, mas por todos os outros era tudo uma terra seca e pálida. E a casa velha. Para trás dela era possível enxergar uma parte de um carro vermelho. O Escort

9 de maio de 2008

A casa no morro – Parte 1
3 de maio de 2008

Do processo de organização das idéias

Alguns poderiam dizer que saber toda a história antes de escrever tira toda a graça da escrita. Mas literatura policial é um troço assim. É um artesanato com uma técnica.

22 de fevereiro de 2008

O dilema da literatura policial brasileira

Nenhum escritor está disposto a se colocar como um escritor menor, um mero escritor de literatura de entretenimento. Dos poucos escritores brasileiros de literatura policial, a maioria ainda pretende se colocar uma importância que não deveria ter.

18 de janeiro de 2008

De Drácula a Philip Marlowe

Até que ponto é possível reduzir o gênero policial a um punhado de características?

30 de novembro de 2007

E na janela há um gato

Espiei a janela. Voltei-me para o editor de texto e pousei as mãos sobre o teclado. Ouvia as batidas do meu coração. Delírio!

27 de outubro de 2007

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Finanças: sem luz no fim do túnel
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» O planeta reage aos desertos verdes
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