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» A desigualdade brasileira posta à mesa

» Fagulhas de esperança na longa noite bolsonarista

» 1 de setembro de 2020

» O fim do mundo e o indiscreto racismo das elites

» O milagre da multiplicação de bilhões — para os bancos

» Movimento sindical em tempos de tormenta

» 31 de agosto de 2020

» A crucificação de Julian Assange

» Nuestra America: os cinco séculos de solidão

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Rede Social


Edição francesa


» Devoir de réserve, un effet d'intimidation

» La Pologne s'accroche à son charbon

» Le miasme et la jeune fille

» L'énigme de « La Coubre »

» Au Canada, la fin de la résignation pour les peuples autochtones

» Jean Cavaillès, une pensée explosive

» Au Rwanda, la tradition instrumentalisée

» Les municipalités laissent mourir les centres de santé

» Samsung ou l'empire de la peur

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Edição em inglês


» China leads the 5G race

» South Korea's feminists fight back

» The biosecurity myth

» The Huawei war

» Moscow's Active Citizens

» Greater Moscow's unsure future

» Golden age of coal turns to black dust

» For those in peril on the sea

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» The Great Lockdown hits the Third World hard


Edição portuguesa


» Um resultado que ninguém aceitará

» Edição de Outubro de 2020

» Distâncias à mesa do Orçamento

» Falsas independências

» Trabalho na cultura: estatuto intermitente, precariedade permanente?

» RIVERA

» Edição de Setembro de 2020

» Cuidar dos mais velhos: por uma rede pública e universal

» Restauração em Washington?

» Cabo Delgado: névoa de guerra, tambores de internacionalização


Olivier Roy

Diretor de pesquisa no CNRS. Publicou, entre outros livros, L’Islam mondialisé e Les Illusions du 11 septembre: Le débat stratégique face au terrorisme, ambos editados por Seuil em 2002.


Seus artigos nesse site:

Al-Qaida: grife ou organização?

De Nova Iorque a Riad, a al-Quaida parece onipresente com sua política de usar a marca: a organização-mãe define o conceito e oferece sua grife aos que a tomam emprestado

1º de setembro de 2004

O Islã ao pé da letra

O que é, como surgiu e por que avança, junto com a globalização, a corrente islâmica que rejeita qualquer influência cultural, quer impor um código de conduta único e está associada a atos violentos

1º de abril de 2002

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