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» Austrália: o outro crime ambiental da direita

» Ou as vacas na Amazônia, ou as uvas no Sul

» Cinema: Longa (e humana) viagem Itália adentro

» Por uma nova Declaração dos Direitos Humanos

» Justiça, espaço contra os crimes climáticos

» O plano de Trump para militarizar o espaço

» A nova face do conflito EUA x Irã

» A refinada operação pelo subdesenvolvimento

» Como a França amplia a revolta global

» A proposta singular do Populismo de Esquerda

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Edição francesa


» Les facettes de l'individu empêtré dans l'individualisme

» Guy Debord, l'irrécupérable

» La liberté réduite au portefeuille

» Un monde polyglotte pour échapper à la dictature de l'anglais

» Sur les chantiers de la démolition sociale

» Ce monde-prison où nous vivons

» Transition sereine au Liban

» Une sélection scientifique pour écarter les plus faibles

» Comment réparer les préjudices ?

» Comment l'Amérique latine alimente la prospérité des États-Unis et des autres pays industrialisés


Edição em inglês


» As Australia's right tacks left on climate, the course is set

» The two souls of veganism

» January: the longer view

» Iranians united

» Luxembourg's multilingual geography

» Controlled by Ritalin

» The hero of Petliura Street

» The myth of Judeo-Bolshevism

» Rewriting Luxembourgish

» Mobilising for a new political system in Iraq


Edição portuguesa


» Edição de Janeiro de 2020

» Embaraços externos

» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?

» Edição de Dezembro de 2019

» Uma fractura social exposta

» «Uma chacina»

» Assinatura de 6 meses: só 18 €

» Golpe de Estado contra Evo Morales

» Será que a esquerda boliviana produziu os seus coveiros?


Olivier Toscer

Jornalista, autor de Dinheiro público, fortunas privadas, história secreta do favoritismo de Estado, ed. Folio documents, 2003.


Seus artigos nesse site:

À esquerda... mas com os patrões

Os governos “de esquerda”, na França, inauguraram uma nova etapa na história da corrupção e da promiscuidade entre o público e o privado, convocando executivos e bilionários para assessorar a República. Chamaram isso de “modernidade”

1º de dezembro de 2003

Verba pública, fortuna privada

Na França, como em alguns outros países do mundo, o clientelismo de Estado baseia-se numa fórmula já clássica: privatizar os lucros e nacionalizar as perdas. O caso do banco Crédit Lyonnais é emblemático: o governo acobertou o bilionário fraudador

1º de dezembro de 2003

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