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Uma iniciativa


» Como dialogar — de verdade — com quem vota num fascista

» No Alerta de Ipanema, retratos do fascismo quotidiano

» O cinema e as lições da história

» Vídeo: Garantir o segundo turno. E depois?

» Crônica de uma eleição bizarra

» O ódio, o voto e a pulsão de morte

» “Cada um de vocês é Bolsonaro”

» Reflexões à beira do segundo turno

» O Pré-Sal e o desenho do golpe

» Polêmica: duas formas do mesmo poder

Rede Social


Edição francesa


» Le dilemme des archives

» Un pays criblé de balles

» De la valeur ignorée des métiers

» Vladivostok gagnée par la fièvre sociale

» A Tijuana, la mauvaise fortune des « maquiladoras »

» Déjà compromises par la pollution, les ressources en eau pourraient devenir insuffisantes dans près d'un siècle

» La politique agricole commune vidée de son contenu

» Délocalisés de l'intérieur

» A Gladstone, l'emploi contre l'environnement

» Les diables du Diable


Edição em inglês


» A letter to Elizabeth Warren

» Netanyahu's flirtation with the far right

» Paul Mason: two years on, it's still two fingers to the elites

» Hating Muslims in the age of Trump

» Trump's reality-TV trade deal

» The October war: who was Ashraf Marwan?

» NATO goes on growing

» The royal touch

» Unsung anniversary of the Union for the Mediterranean

» Israel and Iran exploit regional conflicts


Edição portuguesa


» Edição de Outubro de 2018

» A crise da regulação

» Da democracia na América

» Edição de Setembro de 2018

» Trabalho e civilização

» Liberais contra populistas, uma clivagem enganadora

» Por quem o sininho dobra no Eurogrupo?

» Uma aliança das civilizações

» Dirigir a ONU, um trabalho estranho

» Liquidação florestal em França


Pablo Simpson

Pablo Simpson é Doutor em Teoria e História Literária pela Unicamp e, atualmente, pós-doutorando da Universidade de São Paulo e da Université Sorbonne Nouvelle – Paris, bolsista da Fondation Maison des Sciences de l’Homme. Co-organizou a edição de Espumas Flutuantes e Os Escravos de Castro Alves (Martins Fontes, 2000), de Crônica na sala de aula (Itáu Cultural, 2007) e das antologias de poesia árcade e romântica (Lazuli, 2008).


Seus artigos nesse site:

“Cidadezinha inglesa no domingo”, de Max Jacob

Nascido em 1876, Max Jacob participou das vanguardas poéticas e artísticas européias, ao lado de Jean Cocteau, Georges Braque e Pablo Picasso

16 de janeiro de 2009

Bandeira religioso (e libertino)

A edição cuidadosa da antologia “Poemas religiosos e alguns libertinos”, de Manuel Bandeira, organizada por Edson Nery da Fonseca, nos permite observar alguns dos caminhos da inspiração banderiana pouco percorridos pela crítica

12 de dezembro de 2008

Jean Grosjean, dois poemas

Enquanto a paisagem se reduz ao essencial, estes poemas nos falam dos movimentos interiores do “eu”, de suas hesitações

8 de agosto de 2008

Pierre Jean Jouve, dois poemas

Murilo Mendes escreveu sobre Pierre Jean Jouve em duas oportunidades, para os "Retratos-relâmpago" e para os "Papiers", textos em francês reunidos na edição cuidadosa de Luciana Stegagno Picchio

21 de junho de 2008

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24 de maio de 2008

O bestiário do Cristo

Sem a desconfiança dos primeiros homens da Igreja, ciosos em preservar o dogma cristão contra aquilo que identificavam como um vestígio das idolatrias pagãs, Charbonneau-Lassay vai buscar não só a interpretação religiosa, mas as numerosas fontes pagãs e o modo como os primeiros cristãos se apropriaram de antigos emblemas locais: a águia, o golfinho, a fênix, o íbis no Egito, o leão em Roma

3 de maio de 2008

A biblioteca e seu inferno

A exposição nos permite questionar os códigos morais ou o que parece se estabelecer como moralmente aceitável, a partir dessa literatura que vai justamente pesquisá-los, como, por exemplo, o Marcel Proust de Sodoma e Gomorra e o drama dos “invertidos”.

29 de fevereiro de 2008

Huymans ensaísta

O que caracteriza o conjunto de ensaios de J. K. Huysmans é a alternância entre a militância inicial ao lado da pintura impressionista, dos salões dos independentes ou de vários artistas e o caminho religioso que o faria aproximar-se da pintura de Fra Angelico ou de Mathias Grünewald

12 de janeiro de 2008

A voz distante

Nos poemas aqui traduzidos, inéditos no Brasil, Yves Bonnefoy fala de um eterno renascer, contra os desígnios da morte e do esquecimento.

30 de novembro de 2007

Dois poemas
23 de novembro de 2007

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Finanças: sem luz no fim do túnel
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