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Edição francesa


» Le devoir de paresse

» Ainsi nos jours sont comptés

» Au Brésil, des collectionneurs d'art très courtisés

» Fantômes russes dans l'isoloir ukrainien

» Bernard Madoff, à la barbe des régulateurs de la finance

» Les famines coloniales, génocide oublié

» LTCM, un fonds au-dessus de tout soupçon

» Récalcitrante Ukraine

» Europe de l'Est : un bilan positif sur le plan social mais négatif dans le domaine des droits politiques

» La crise russo-ukrainienne accouchera-t-elle d'un nouvel ordre européen ?


Edição em inglês


» Rojava's suspended future

» Biden's Middle East challenges

» April: the longer view

» Africa's oil-rich national parks

» Montenegro's path to independence

» Japan's bureaucrats feel the pain

» Who's who in North Africa

» Being Kabyle in France

» Who wins in Chile's new constitution?

» Senegal's five days of anger


Edição portuguesa


» "Catarina e a beleza de matar fascistas": o teatro a pensar a política

» Edição de Abril de 2021

» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

» Viva o «risco sistémico!»

» Pandemia, sociedade e SNS: superar o pesadelo, preparar o amanhecer

» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?

» A Comuna de Paris nas paredes

» Como Donald Trump e os "media" arruinaram a vida pública

» Edição de Março de 2021


Paul-Marie de La Gorce

Jornalista, autor do livro Dernier Empire, ed. Grasset, 1996 e de De Gaulle, ed. Perrin, Paris, 2000


Seus artigos nesse site:

O cerco à Síria

O regime sírio está sob pressão desde o fim da guerra no Iraque, apesar de ter tomado medidas que agradavam Washington, onde as intenções de desestabilizar o governo de Bachar Al-Assad foram desviadas momentaneamente pela resistência iraquiana

1º de julho de 2004

A guerra do pós-guerra

A vitalidade da resistência iraquiana, encarnando a revolta contra a invasão estrangeira, fez desabar todos os prognósticos norte-americanos. Seu futuro e seu êxito dependerá de sua capacidade de superar suas profundas divisões internas

1º de março de 2004

Vista a partir do Irã

Vistos pelos EUA como inimigos, apesar de terem cedido às suas pressões, dirigentes iranianos dão uma guinada em sua política externa levando em conta a importância assumida pela resistência iraquiana no cenário regional

1º de março de 2004

República Islâmica sob pressão

Diante do desenvolvimento espetacular das organizações xiitas no Iraque, o regime iraniano vê aumentar as ameaças norte-americanas e a exasperação de grande parte da população com o poder dos mulás e com a impotência dos grupos reformistas

1º de julho de 2003

O passo a passo da crise mundial

A necessidades de tempo para reunir tropas na região do Iraque e a decisão de Bush de se submeter às Nações Unidas favoreceram a oposição mundial à guerra e o crescimento da crítica à hegemonia norte-americana

1º de abril de 2003

Origens da oposição francesa

As divergências entre a França e os Estados Unidos datam de julho de 1958, quando, por ocasião de um encontro com o secretário de Estado Foster Dulles, o general De Gaulle rebateu, ponto por ponto, as teses defendidas pelos norte-americanos

1º de março de 2003

Sudoeste Asiático na mira dos EUA

O esforço para impedir o surgimento de um rival, a luta contra o terrorismo e a guerra (não terminada) do Afeganistão – objetivos estratégicos dos EUA – inserem-se num espaço geográfico que envolve a Rússia, a China e a Índia

1º de dezembro de 2002

Guerra preventiva, estratégia perigosa

Anunciada por Bush, e expressa claramente em documentos da Casa Branca, a nova doutrina militar dos EUA impõe por meios bélicos a ordem mundial defendida por Washington, e reacende o risco de um conflito nuclear

1º de setembro de 2002

Os contornos do Império americano

Três obras importantes, ricas e atuais, debatem a estratégia norte-americana pós-11 de setembro e o caos, ódio, fanatismo e barbárie das guerras contemporâneas

1º de junho de 2002

A nova doutrina militar americana

Em seu discurso em 31 de janeiro, o secretário norte-americano da Defesa, Donald Rumsfeld, traçou a essência da nova era da hegemonia militar dos Estados Unidos: colocou no mesmo campo inimigo organizações terroristas e países que supostamente as apóiam. E, justificou, assim, a explosão do orçamento militar

1º de março de 2002

As controvérsias de Washington

Em oposição à política de Bush, há uma corrente que tem por alvo o Iraque e outros países árabes, origem dos homens de Bin Laden e de outros grupos terroristas. É, portanto, no Oriente Médio que os Estados Unidos devem travar e ganhar essa guerra

1º de novembro de 2001

O novo xadrez no Oriente Médio

Uma visão reveladora da corrente política e social que se denomina “islamita”, e de que o Hamas é a expressão palestina, é a de que o que pode mobilizar o mundo árabe e muçulmano é a religião, e não as “revoluções”

1º de setembro de 2001

A Rússia em busca de parceiros

Os resultados obtidos durante a época de Boris Ieltsin, assim como o colapso econômico, social e mesmo moral que daí decorreram, dissiparam muitos sonhos e destruíram muitas esperanças e expectativas

1º de maio de 2001

Os EUA desenvolvem a guerra do futuro

Sob críticas das outras potências nucleares, estrategistas norte-americanos esperam retomar, após as eleições, o projeto do National Missile Defense. Ao tentar estabelecer a supremacia absoluta dos EUA, ele pode desencadear uma nova corrida nuclear

12 de setembro de 2000

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos