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» Um país tropical – e individualista?

» A “independência” do BC e o governo em conflito

» Política externa em tempos de submissão

» Quem tem medo de Paulo Freire?

» “Meu amigo Trump me ensinou”

» O assombroso enigma da economia chinesa

» Previdência: a falácia do envelhecimento perverso

» “Nova” política com os velhos barões?

» Comuns, a nova fronteira da luta anticapitalista (2)

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» Assimilation forcée dans le Xinjiang chinois

» Les riches entre philanthropie et repentance

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» L'ère des conflits asymétriques

» Arrière-pensées dans la lutte anticorruption

» La stratégie criminelle des industriels de l'amiante

» Adieu au Kosovo multiethnique

» Médias et désinformation

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» The private world of swiping on screens

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» Luta de classes em França


Philip S.Golub

Professor da Universidade de Paris-VIII e jornalista.


Seus artigos nesse site:

Eclipse da democracia

Tribunais de exceção, tortura, prisões secretas. Vigilância e escutas ilegais. Parlamentos dominados pelos Executivos. Em nome da segurança, grandes conquistas dos séculos passados são, uma a uma, atacadas nos EUA e Reino Unido

6 de setembro de 2006

A grande virada de Washington e o fim liberalismo

A globalização, considerada como a unificação da economia mundial sobre um paradigma neoliberal, parece chegar ao fim. Os sintomas de sua desintegração são múltiplos, mas seu principal agente são os Estados Unidos de Bush

1º de julho de 2005

A Ásia de volta à cena mundial

A recente trajetória ascendente da China recupera a posição de destaque já ocupada pelos países asiáticos antes da devastadora colonização ocidental

1º de outubro de 2004

Do sonho imperial ao lamaçal iraquiano

O consenso em favor da guerra, fabricado pelo pavor pós 11 de setembro, transformou-se em profunda crise de legitimidade do poder norte-americano. Amplificam-se as críticas à política de Bush, e o futuro imperial dos Estados Unidos depende agora das eleições deste ano

1º de junho de 2004

A Tailândia evitou o pior

Um ano antes do prazo, graças à rápida reconstituição de suas reservas monetárias, o país quitou, no início de agosto, sua dívida com o FMI e seu primeiro-ministro jura que eles nunca mais se tornarão “vítimas das forças do capital estrangeiro”

1º de outubro de 2003

China, o “dragão asiático”

O recente coro de vozes norte-americanas contra a China confirma que este país torna-se, cada dia mais, o epicentro de um possível bloco regional asiático

1º de outubro de 2003

Da guerra fria à guerra preventiva

Após alguns “acidentes de percurso” – tais como o fim da guerra fria, com o colapso da União Soviética e a conseqüente inexistência de um “inimigo” – a ultra-direita norte-americana retomou, no atual governo Bush, um projeto iniciado em 1976

1º de março de 2003

Aproveitando o ensejo...

Le Monde diplomatique transcreve, abaixo, alguns trechos do livro ’At Camp David, Advise and Dissent’, de autoria dos jornalistas Bob Woodward e Dan Baltz. A edição de 31 de janeiro de 2002 do jornal ’The Washington Post’ já divulgara estes trechos

1º de dezembro de 2002

O evangelho do neocolonialismo

Em livro lançado este ano, conselheiro pessoal de Anthony Blair recomenda usar “dois pesos e duas medidas” nas relações internacionais. Referindo-se aos países do Sul, propõe: “Respeitamos a lei, mas quando agimos na selva, devemos usar a lei da selva”

1º de setembro de 2002

Sombria tentação imperial

Logo, como todos os impérios anteriores, Washington, verdadeiro Extremo Ocidente, só poderá se ocupar, na expressão do escritor sul-africano John Michael Coezee, “de um único pensamento: como não acabar, como não morrer, como prolongar sua era”

1º de setembro de 2002

Uma odisséia imprudente

Um livro que discute, principalmente, a busca pela justiça social nas Filipinas. Primeiro país asiático a se insurgir contra o imperialismo, jamais se libertou das relações feudais de propriedade e de poder que o acorrentavam – e acorrentam até hoje

1º de fevereiro de 2002

O poder imperial de Bush

Unilateralismo externo e autoritarismo interno: este é o balanço da guerra contra o terrorismo comandada por George W. Bush. Contrariamente às expectativas européias, o governo norte-americano continua refratário a qualquer cooperação multilateral

1º de janeiro de 2002

Vozes discordantes

“Sempre nos contentamos em denunciar os terroristas como bad boys, sem nos interessarmos em compreender os seus motivos”, avalia, criticamente, James Schlesinger, ex-diretor da CIA e do Ministério da Defesa norte-americano

1º de outubro de 2001

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
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