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Uma iniciativa


» Guedes quer repetir privataria da década de 90

» Aloysio Biondi e seu direito sagrado de analisar

» 7 de julho de 2020

» A Guerra, o Futuro e a “transição energética”

» Por que o apoio a Bolsonaro não desmorona

» 6 de julho de 2020

» Por uma moratória no Reconhecimento Facial

» Como nosso petróleo atiçou a cobiça dos EUA

» Preparados para o mundo pós-petróleo?

» 3 de julho de 2020

Rede Social


Edição francesa


» Comment le Sahel est devenu une poudrière

» Tout commence, tout finit à Gaza

» Cette « double autorité » qui écartèle les Palestiniens

» Aux origines de la secte Boko Haram

» Michel Onfray, le dernier nouveau philosophe

» Les forces de l'ordre social

» Vous avez dit « systémique » ?

» Un pays miné par les homicides policiers

» Décollage africain, marasme sénégalais

» BCE, enquête dans le temple de l'euro


Edição em inglês


» July: the longer view

» Fossil fuel disarmament

» Oil production and consumption around the world

» OPEC's share of production in a changing oil market

» Passport power

» Prato's migrant workforce

» No going back to business as usual

» Trade war in strategic minerals

» When oil got cheaper than water

» A tale of two countries


Edição portuguesa


» Edição de Julho de 2020

» Metáforas bélicas

» Alguém disse «sistémico»?

» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago

» «O desastre actual é a total ausência de espírito crítico»

» Edição de Junho de 2020

» A fractura social

» Vender carros Audi na Birmânia


Philip S. Golub

Jornalista e professor no Instituto de Estudos Europeus da Universidade de Paris - VIII.


Seus artigos nesse site:

O Império enxerga seu declínio

As divergências no interior do stablishment norte-americano tornam-se agudas, num sinal de que a guerra contra o Iraque pode ter revelado as debilidades do exército e, ainda mais grave, devastado a "legitimidade mundial da América"

15 de outubro de 2007

A vitrine do capitalismo chinês

Quinta cidade do mundo pela demografia e atividade portuária, Xangai foi eclipsada durante toda a era do maoísmo. Agora, os dirigentes chineses tentam fazer dela uma "cidade global". O que se faz em nome do futuro e sob o signo da desigualdade social

12 de agosto de 2000

O mito enganoso do pós-nacional

O Estado-Nação não está morto — e a maior prova são os EUA, que continuam moldando a globalização segundo seus interesses. Para enfrentar a hegemonia norte-americana, a saída é propor, como alternativa ao livre comércio, a ampliação dos direitos sociais

12 de abril de 2000

As duas globalizações

Como hoje, também na Inglaterra do século XIX a "liberdade" dos mercados foi assegurada pela intervenção estatal e pela concentração do poder nas mãos de uma grande potência

12 de abril de 2000

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
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» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
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» Para compreender a encruzilhada cubana
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