Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» A desigualdade brasileira posta à mesa

» Fagulhas de esperança na longa noite bolsonarista

» 1 de setembro de 2020

» O fim do mundo e o indiscreto racismo das elites

» O milagre da multiplicação de bilhões — para os bancos

» Movimento sindical em tempos de tormenta

» 31 de agosto de 2020

» A crucificação de Julian Assange

» Nuestra America: os cinco séculos de solidão

» Ir além do velho mundo: lições da pandemia

Rede Social


Edição francesa


» Délire partisan dans les médias américains

» L'Amérique latine a choisi l'escalade révolutionnaire localisée

» Le national-conservatisme s'ancre dans la société hongroise

» Au Venezuela, la tentation du coup de force

» « Tout ce qu'ils nous proposent, c'est de devenir flics ! »

» Les loups solitaires de Boston

» Le Front national sur un plateau

» Karl Kraus, contre l'empire de la bêtise

» Hors-la-loi

» Révolte américaine contre les ogres du fast-food


Edição em inglês


» Nagorno-Karabakh conflict: its meaning to Armenians

» How will the US counter China?

» October: the longer view

» America, year 2020

» The ministry of American colonies

» America, the panic room

» Independent only in name

» An election result that won't be accepted

» Into the woods, it's nearly midnight

» Canada's cancel culture


Edição portuguesa


» Um resultado que ninguém aceitará

» Edição de Outubro de 2020

» Distâncias à mesa do Orçamento

» Falsas independências

» Trabalho na cultura: estatuto intermitente, precariedade permanente?

» RIVERA

» Edição de Setembro de 2020

» Cuidar dos mais velhos: por uma rede pública e universal

» Restauração em Washington?

» Cabo Delgado: névoa de guerra, tambores de internacionalização


Philippe Pataud Célérier

Jornalista.


Seus artigos nesse site:

Pura especulação

Da mesma forma que a academia no século XVIII, hoje quem consagra o artista é o colecionador. Os candidatos à fama precisam ter agentes poderosos e manter-se cobiçados pelos fundos especulativos, que já atingiram o mercado de arte. Quanto mais mídia conseguirem, mais alto é o preço de venda de suas obras

15 de agosto de 2008

Quando os museus viram mercadoria

Em busca de novas fontes de dinheiro e prestígio, grandes museus do mundo partem para o aluguel de acervos, relações submissas com o mecenato, atração obsessiva de público. Que isso significa para a preservação das obras e das próprias idéias de arte e cultura?

12 de fevereiro de 2007

Em vez do Estado, os mecenas

A começar do Louvre, os museus franceses dependem cada vez mais de financiadores privados

12 de fevereiro de 2007

Xangai, sem teto nem leis.

Entre dez milhões de pessoas que ocupam os dez bairros urbanos do centro da metrópole chinesa, 2,5 milhões já perderam suas casas depois dos anos 1990. Hoje, o barulho das pás cobre a voz dos expropriados

1º de março de 2004

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos