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Edição francesa


» Le poids des pamphlets, le choc des classes

» En Russie, réprimer plus et enfermer moins

» Apprendre à nager n'est plus donné à tout le monde

» Bouillonnement de l'art contemporain africain

» Les Sri-Lankais défient le pouvoir

» Clarice Lispector, l'étoile de Rio

» Séparatismes ukrainiens

» Les mineurs, la mer et autres histoires

» Le droit à l'avortement menacé

» Occident contre Occident


Edição em inglês


» Fragmented Yemen

» Ukraine's logistical crisis

» Tensions and blackmail over Western Sahara

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» Africa: agribusiness or diversity?

» Poisoning our oceans

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» In Mexico, will slow and steady win the day?

» Sri Lanka plunges into crisis

» Uncertain loyalties and competing narratives


Edição portuguesa


» Que pode o teatro face ao crescimento das extremas-direitas?

» Mapeamento de uma arte político-social: "Untitled", de Paula Rego

» Assembleia-Geral da Outro Modo

» O problema da riqueza

» «Sangrar a Rússia»

» Vulnerabilidades territoriais: o que se pode aprender com a crise pandémica?

» O paraíso da inovação militarizada

» Mineração em mar profundo: para quê destruir os fundos oceânicos?

» O lado oculto das cimeiras da Terra

» Viagem ao fim da Transamazónica


Philippe Pons

Jornalista.


Seus artigos nesse site:

Os crimes do exército imperial
1º de outubro de 2001

A “receita” do manga revisionista

Irritado com tanta injustiça e tantas inverdades, o protagonista de Kobayashi investiga, relata, explode, se insurge e insulta o leitor, para lhe impor o seu ponto de vista ou bombardeá-lo com seus sarcasmos, dando à narrativa um tom provocador

1º de outubro de 2001

A guerra da História da Ásia

A “amnésia” japonesa é uma herança da Guerra Fria. O Japão foi empurrado para o lado dos “bons” e o invasor norte-americano preocupou-se mais em reconstituir uma direita forte do que em pressionar o país a examinar o seu passado

1º de outubro de 2001

O negacionismo dos manga

A ofensiva revisionista nos quadrinhos inscreve-se num contexto mais geral. A direita japonesa sempre contestou a visão “culpabilizante” do passado e rejeitou a idéia de agressão, negando as atrocidades cometidas pelo exército imperial

1º de outubro de 2001

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Finanças: sem luz no fim do túnel
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