Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Zizek: “liberdade é escravidão”, mostra Assange

» Um país tropical – e individualista?

» A “independência” do BC e o governo em conflito

» Política externa em tempos de submissão

» Quem tem medo de Paulo Freire?

» “Meu amigo Trump me ensinou”

» O assombroso enigma da economia chinesa

» Previdência: a falácia do envelhecimento perverso

» “Nova” política com os velhos barões?

» Comuns, a nova fronteira da luta anticapitalista (2)

Rede Social


Edição francesa


» Assimilation forcée dans le Xinjiang chinois

» Les riches entre philanthropie et repentance

» Pour un sport réellement démocratique

» L'Algérie en état d'anomie politique

» L'ère des conflits asymétriques

» Arrière-pensées dans la lutte anticorruption

» La stratégie criminelle des industriels de l'amiante

» Adieu au Kosovo multiethnique

» Médias et désinformation

» Les frontières inconnues du cyberespace


Edição em inglês


» LMD's New York debates

» Decriminalizing the drug war?

» April: the longer view

» Housing, rubbish, walls and failing infrastructure in East Jerusalem

» Mining profits go to foreign investors

» Combatting climate change: veganism or a Green New Deal?

» Berlin's fight for expropriation

» Afghanistan: the fighting continues

» The private world of swiping on screens

» Why doesn't Facebook build a library?


Edição portuguesa


» Edição de Abril de 2019

» A nossa informação, as vossas escolhas

» O cordão sanitário

» O caso do Novo Banco: nacionalizar ou internacionalizar?

» Edição de Março de 2019

» Sabe bem informar tão pouco

» O presidente e os pirómanos

» Edição de Fevereiro e 2019

» As propinas reproduzem as desigualdades

» Luta de classes em França


Pierre Conesa

Ex-alto funcionário, assessor do presidente da CEIS (Compagnie européenne d’intelligence). Autor do artigo “Relations internationales illicites”, Revue internationale et stratégique, ed. Presses Universitaires, Paris, setembro de 2001.


Seus artigos nesse site:

O "amigo" inconveniente

Para a Europa, os Estados Unidos estão se tornando um aliado indesejável, que invade unilateralmente os países e, com a desculpa da "defesa preventiva", gasta fortunas astronômicas com seu orçamento militar. Nessas condições, é surpreendente que a sobrevivência da Aliança Atlântica não seja posta em discussão

22 de abril de 2008

Duas gerações de atentados suicidas

Concebido como método de guerra contra o ocupante israelense no Líbano, o atentado suicida surgiu em 1982, criado pelo Hezbollah xiita libanês. De lá para abril de 2000, de 16 passou-se a 39 atentados por ano, espalhados por mais de 34 países ou zonas de crise

1º de junho de 2004

Vitória certa, paz impossível

A superioridade tecnológica militar dos EUA é indiscutível e absoluta, desde que haja um campo de batalha, mas não quando o conflito de se torna uma guerrilha urbana, como no Iraque, e os atentados terroristas de multiplicam

1º de janeiro de 2004

A caminho da privatização das guerras

As empresas privadas de segurança internacional, que tiveram seu papel ampliado em conflitos de baixa intensidade com o fim da guerra fria, começam a diversificar seus serviços, aumentando a amplitude de um neo-mercenarismo que precisa ser regulado

1º de abril de 2003

A nova desordem estratégica

Fruto da diplomacia da guerra fria, os tratados internacionais sobre armas nucleares apoiaram-se, fundamentalmente, na estratégia de um mundo bipolar e no poder de dissuasão. Hoje, quase nada sobrou da arquitetura internacional de segurança

1º de julho de 2002

Al-Qaida, um histórico

Nas fitas que enviou à emissora Al Jazira, Osama bin Laden coloca-se diante de uma gruta, numa referência a Maomé expulso de Meca. Não ousa posar como Deus, mas identifica-se com o Profeta no exílio, ou com Saladino expulsando os cruzados

1º de janeiro de 2002

Convulsões de um país fictício

Estado emblemático das relações "históricas" entre a África e a França, o Chade vive em crise há 40 anos. No próximo dia 20 de maio, o presidente Idriss Deby deverá ser reeleito, num escrutínio denunciado pela oposição como uma "palhaçada"

1º de maio de 2001

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos