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» Para virar os bancos de cabeça para cima

» E se o Haiti se levantar de novo?

» O trabalho do tempo

» Previdência: os porquês da nova guerra

» Medo, angústia e solidão no marketing via Google

» Eles decidem se você é terrorista

» A ditadura financeira e as metrópoles cercadas

» Notas sobre o fascismo

» Há mineração possível?

» Revolução tecnológica num mundo regredido?

Rede Social


Edição francesa


» Le cinéma français, otage de la télévision

» Sciences-Po, laminoir des élites françaises

» Démocratie participative à Porto Alegre

» Lettre aux « majors » d'Hollywood… et à leurs zélateurs français

» Grandes manœuvres pétrolières dans le Caucase

» Faire de la vie une permanente éducation

» Pour une mise en mémoire de la modernité

» Fin du populisme en Algérie

» En Iran, la force mobilisatrice d'une spiritualité

» L'offensive contre la révolution islamique en Iran


Edição em inglês


» A long war of attrition

» Doomsday redux

» Forty years on, is it make or break for the Islamic Republic?

» Laurent Bonelli on the yellow vests' challenge to the elite

» Russia boosts its presence in the Black Sea

» Netflix and the streaming wars

» Tanzania's port out of Africa

» How China joined Tanzania and Zambia

» Tanzania revives rail

» Russia extends Black Sea control


Edição portuguesa


» Edição de Fevereiro e 2019

» As propinas reproduzem as desigualdades

» Luta de classes em França

» Das propinas ao financiamento do Ensino Superior

» Na Venezuela, a lógica do pior

» Vale a pena (re)ler John Kenneth Galbraith?

» Edição de Janeiro de 2019

» Os irmãos escolhem-se

» Quando tudo vem ao de cima

» Para sair do impasse na Venezuela


Pierre-Joseph Proudhon

Pierre-Joseph Proudhon foi um dos mais importantes anarquistas da França. Viveu entre 1809 e 1865 e é autor de obras como A propriedade é um roubo (L&PM editores).


Seus artigos nesse site:

A alma do homem

“Apressem-se, burgueses, a concluir sua obra industrial, antes que a mente humana, que de maneira alguma foi dominada toda ela por suas máquinas e seu comércio, recupere seus direitos! Ou vocês acham que poderão viver por muito tempo dos seus ágios, dos seus prêmios, dos seus descontos, das suas hipotecas?”

12 de fevereiro de 2009

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