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Uma iniciativa


» A Mão do Povo Brasileiro, de volta ao MASP

» “Hackers russos”, nova invenção da velha mídia

» A arte de morrer

» As guerras que se avizinham

» Quando a mídia incita à violência de gênero

» Privacidade, mercadoria de luxo

» Seu nome era Ruas

» Boulos e o MTST pensam numa nova esquerda

» Para enxergar os ”secundas” além do romantismo

» Quando a Al-Qaeda volta a ser “aliada” do Ocidente

Rede Social


Edição francesa


» « C'était mieux avant… »

» Dans les Yvelines, le clientélisme au quotidien

» Fleuves profonds, frontières fluides

» Petite histoire des grandes famines

» Little Saigon. Mémoires de Viet Kieu

» L'engrenage identitaire

» Carnavals

» Taux d'abstention aux élections municipales de 2008

» Ce que les Russes pensent de 1917

» La « ville libre » de Paris au temps de la Commune


Edição em inglês


» Prepare, pursue, prevail!

» President blowback

» Trump's military nostalgia (or “Victory at Sea” all over again)

» The SNP's big gamble

» Doubling down on dystopia

» The surge delusion

» American carnage

» The president who loved generals

» Who contributes to UN peacekeeping

» Fastest way out of a banlieue without hope


Edição portuguesa


» Canto Livre e Canção de Protesto

» União Europeia: para onde vai o pelotão da frente?

» A literatura, cimento que constrói mundos

» Tendências recentes do emprego dos jovens diplomados portugueses

» Edição de Março de 2017

» Offshores, defeitos e feitios

» Obstinação europeia

» Desafios de uma agenda política para a inclusão dos portugueses ciganos

» Edição de Fevereiro de 2017

» Trabalho e organização colectiva


Pierre-Joseph Proudhon

Pierre-Joseph Proudhon foi um dos mais importantes anarquistas da França. Viveu entre 1809 e 1865 e é autor de obras como A propriedade é um roubo (L&PM editores).


Seus artigos nesse site:

A alma do homem

“Apressem-se, burgueses, a concluir sua obra industrial, antes que a mente humana, que de maneira alguma foi dominada toda ela por suas máquinas e seu comércio, recupere seus direitos! Ou vocês acham que poderão viver por muito tempo dos seus ágios, dos seus prêmios, dos seus descontos, das suas hipotecas?”

12 de fevereiro de 2009

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