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Uma iniciativa


» 26 de novembro de 2021

» Mundo em desencanto: a alternativa do Comum

» Da tabelinha futebol e literatura sai gol de letra

» A potente imaginação política do Teatro Legislativo

» O tempo de tecer comunidade

» Somos todos cavalos

» 25 de novembro de 2021

» O colonialismo digital e o convite à impotência

» A volta às aulas e a suposta “geração perdida”

» Cinema: Satyajit Ray, poeta da clareza e discrição

Rede Social


Edição francesa


» Harry Potter expliqué aux parents

» Revendications et occupations en mer de Chine méridionale

» Le Vietnam

» De la décolonisation à la troisième guerre du Vietnam

» Diaspora vietnamienne

» Vietnam, comparaisons régionales

» La libération inachevée des Afro-Américains

» L'apparition d'un nouveau type d'homme

» Une flammèche obstinée a embrasé la Guadeloupe

» Élection présidentielle américaine : des frontières, pour qui, pour quoi ?


Edição em inglês


» China is open for investment

» Colonial accountability in Niger

» In search of luxurious communism

» November: the longer view

» The carbon balance

» CO2 emissions around the world

» What's in a phone?

» If only Assange had been Navalny

» India's silent but deadly killer

» The Gulf shuts out its migrant workforce


Edição portuguesa


» Edição de Novembro de 2021

» O tecto de vidro europeu

» E a Grécia volta a ser exemplar

» Edição de Outubro de 2021

» Um império que não desarma

» Convergir para fazer que escolhas?

» O mundo em mutação e o Estado - em crise?

» Edição de Setembro de 2021

» Transformação e resiliência

» O caminho de Cabul


Pierre Jourde

Professor na Université Stendhal, em Grenoble III. Autor de obras como La Littérature sans estomac, l’Esprit des péninsules, Paris, 2002.


Seus artigos nesse site:

Elogio da pequena edição

Movidas pelo amor à literatura e empenhadas em oferecer diversidade, as editoras não-comerciais têm prosperado. Mas não dever haver ilusões: para que esta aventura prossiga, é preciso salvá-las do mundo das selvas e dos predadores

16 de janeiro de 2007

O que mata a Universidade

Desde 1981, quando subitamente aumentou a carga horária de ensino em 50%, os professores universitários sofreram sem protestar a invasão das reformas, a multiplicação do número de alunos e a lenta degradação de sua condição de trabalho

1º de setembro de 2003

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos