Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Três medidas de emergência contra a crise social

» Shaheen Bagh: muçulmanas contra a xenofobia na Índia

» Crise estrutural no ocaso do capitalismo

» Quatro ameaças à Humanidade e uma saída

» A Renda Cidadã e a reinvenção do dinheiro

» Coronavírus: já tínhamos sido avisados

» Ou desaceleramos ou morremos todos

» Pandemia desnuda a Saúde falida nos EUA

» Assim Guimarães Rosa viu nossas águas e gente

» Sopram novos ventos de revolta contra o Uber

Rede Social


Edição francesa


» Ravages cachés du sous-emploi

» Quand l'OMS épouse la cause des firmes pharmaceutiques

» Les confidences de M. Tietmeyer, architecte de l'euro

» Des services publics garants de l'intérêt général

» La citoyenneté au bord du gouffre

» À nos lecteurs

» Voyage en terres d'utopie

» Revenu minimum ou « deuxième chèque » ?

» Sur les voies du partage

» La télévision, les films et la conjoncture


Edição em inglês


» The world rediscovers Cuban medical internationalism

» Iran in the time of corona

» Covid-19: a London diary

» When viruses become pandemics

» Bringing the state back in during Covid-19

» ‘LMD' on your tablet

» February 2020

» March 2020

» Lessons for the UK deployment to Mali

» Find LMD


Edição portuguesa


» Edição de Março de 2020

» Um Brexit para nada?

» A precariedade não é só dos precários

» Edição de Fevereiro de 2020

» O que Donald Trump permite…

» As marcas do frio

» Edição de Janeiro de 2020

» Embaraços externos

» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?


Pierre Kalfon

Jornalista, escritor, diplomata, Pierre Kalfon foi correspondente do Monde no Chile de 1969 a 1973, até sua expulsão pela Junta. Os dois textos publicados nesta edição foram extraídos de L’encre verte de Pablo Neruda, a ser lançado pelas edições Terre de Brume em setembro de 2003.


Seus artigos nesse site:

A corrida às embaixadas

Quando o palácio La Moneda foi bombardeado, no dia 11 de setembro de 1973, a esquerda chilena estava desprevenida e a tragédia foi total. Foi um salve-se quem puder. Todo mundo correu para as embaixadas. Cadáveres boiavam no rio Mapocho...

1º de setembro de 2003

Noite da vitória

As pessoas gritavam, pulavam - ’El que no salta es momio’ [Quem não pula é reaça!] -, abraçavam-se para ter certeza de que não estavam sonhando. Ah! Como esse país era magnífico e como eram maravilhosos esses chilenos politizados até a raiz dos cabelos!

1º de setembro de 2003

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos