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» Wallerstein: o G-7, quem diria, acabou no Canadá

» Economia: o Brasil diante da velha ameaça

» Para conhecer a complexa estratégia dos Xavante

» Ainda se encarceram crianças, no século 21?

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» Teremos coragem para a revolução?

» Sérgio perdeu um olho. Os juízes, a dignidade

» Colômbia, cavalo de Tróia na América Latina?

» Boaventura: em busca de Outros Iluminismos

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» Grande braderie de l'électricité à travers l'Europe

» Faut-il avoir peur du populisme ?

» Le logement social, entre pénurie et ségrégation

» Fin des « villes chocolat, banlieues vanille » américaines

» Femmes en prison, la mort lente

» À La Poste aussi, les agents doivent penser en termes de marché

» La rédemption de la « race ouvrière » vue par Emile Zola

» Quand le patronat français impose sa refondation sociale

» Internet, terrain de jeu pour les publicitaires


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» The Pentagon's provocative encirclement of China

» Welcome to North Macedonia

» Special Report: World Cup 2018

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» Change in Eastern Europe?

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» A search for roots and connections

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» Edição de Junho de 2018

» Assalto ao trabalho e às pensões

» Lambe-botas de Washington

» Jerusalém: o erro crasso do presidente americano

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» Cuba quer o mercado… sem capitalismo

» Como assinar o Le Monde diplomatique - edição portuguesa

» O duplo desafio da esquerda brasileira


Renata Miloni

Renata Miloni é revisora e preparadora de textos e webdesigner. Editora e colunista da Revista Malagueta, atuou como jurada da primeira edição da Copa de Literatura Brasileira e escreve regularmente sobre literatura e outros assuntos em seu blog


Seus artigos nesse site:

É tudo mentira

Para nós, aqueles que limitam sua existência a meia dúzia de livros, a literatura — para total espanto — não é capaz de salvar.

26 de fevereiro de 2009

Idéias perdidas

No fundo, o único ponto realmente importante na literatura é o exercício da idéia

16 de janeiro de 2009

Reconstrução da memória

“Pó de parede”, da gaúcha Carol Bensimon, é formado por três histórias que têm como base a casa (no sentido físico, familiar e metafórico) e a memória

12 de dezembro de 2008

Tabuleiro sem limites

A impressão que tenho ao ler e reler qualquer um dos textos de Fernando Sabino é a de que tudo nele era puramente literário

1º de dezembro de 2008

De quando a literatura se despede de suas histórias

Como o escritor brasileiro escolhe escrever seus livros? Geralmente se apegando a somente uma forma de sofrer

14 de novembro de 2008

O fazedor de humanos

As lições de um velho mestre incluem algo que deveria ser essencial para todos: a literatura

12 de setembro de 2008

A traição da pátria e outras suposições literárias

Os escritores estrangeiros são recebidos aqui — e não há diferença se bem ou mal: eles são sempre mais importantes — com um tipo de sorriso bastante comum

15 de agosto de 2008

Os limites da doença literária

“Jaboc”, de Otto Leopoldo Winck, é um livro em homenagem às palavras, para que elas se guardem até na desgraça por vezes incompreensível que é escrever a qualquer custo.

31 de julho de 2008

O vento, a areia e o nada

Antônio Xerxenesky conduz o leitor ao inevitável clichê da montanha-russa de sentimentos: numa página, altíssimas gargalhadas; na seguinte, a torcida pelo casal; mais à frente, uma vontade descomunal de duelar. Ou então de saber para onde o vento leva a areia.

19 de julho de 2008

Uma simples pergunta ou um profundo questionamento?

A literatura me atraiu porque nela encontrei histórias distintas, personagens mais humanos do que os reais, mundos que talvez eu nunca alcance

28 de junho de 2008

A pequena e valiosa glória dos prêmios literários

No caso de Joanna Kavenna, apesar de ter 34 anos, foi preciso um amadurecimento de sete romances terminados e rejeitados pelas editoras para que finalmente tivesse um reconhecimento

13 de junho de 2008

Cinco aspectos da imagem na literatura

Creio que a insistência em tentar reconhecer (inutilmente) na literatura contemporânea a semelhança com roteiros de filmes parte apenas primeiramente do leitor, que não consegue mais diferenciar de forma clara as duas (ou mais) artes

30 de maio de 2008

A leitura como exercício da individualidade

Um dos momentos em que mais se pode reconhecer, reconquistar e exercer a individualidade é durante uma lenta leitura. A mim, a literatura vale muito mais, ou melhor, tem seu real valor quando a atenção despretensiosa mas inevitável é o que move a leitura

16 de maio de 2008

Se fosse ficção

Talvez a palavra resolva seguir ao lado da literatura, mas também se mantém sozinha, também é seu próprio alicerce. Apenas ela pode se narrar

3 de maio de 2008

Para apreender um significado

"Carta a D." não é um livro que somente conta a história de um amor, é o registro de um significado. Um querer teorizar para si mesmo, ver de forma intelectualizada algo que o próprio autor percebeu que não poderia ser transformado em teoria

18 de abril de 2008

Cinco aspectos do conto na era virtual

Na internet, a proximidade do escritor com as opiniões dos leitores é tão instantânea quanto a reação deles ao ler cada linha de suas próprias narrações

4 de abril de 2008

Tentativa de uma defesa desnecessária

Ninguém em sã consciência decide ser escritor para que um dia lhe roubem suas idéias e façam o que quer que seja com elas.

14 de março de 2008

Cinco aspectos da arte de citar

Citar é estar de tal forma na literatura que só a própria criatividade não é suficiente, deve-se buscar ferramentas criadas por diferentes autores, desconstruir pensamentos e identificar até migalhas espalhadas que ainda não haviam sido vistas.

15 de fevereiro de 2008

Cassavas, Anselmo e as grandiosidades

Quando encontro uma literatura feita a partir de certo surrealismo fantástico, ela tende a me agradar muito mais. João Paulo Cuenca mergulha nessa classe com maestria.

26 de janeiro de 2008

Animais distantes

O escritor é o leitor que acompanha detalhadamente cada passo de um texto e cabe a ele decidir os rumos — mesmo que depois os encontre errados — de sua criação.

12 de janeiro de 2008

Em nome da harmonia

Assim Assis Brasil se mostrou em seu romance: mantendo um ritmo sensatamente emocionante do começo ao fim, com a honesta prioridade não de impactar, mas de ser fiel ao texto, ao tom de narração escolhido.

15 de dezembro de 2007

A essência esquecida

Se o crítico é o maior defensor da literatura, ele tem o dever de saber que o melhor livro já escrito não vai cair em suas mãos nesta vida.

23 de novembro de 2007

Percepção de méritos

Quem julga um texto pela personalidade do escritor é incapaz de construir um argumento para sustentar boas idéias

10 de novembro de 2007

Projeto de sufocação

É exatamente isso que também faz do grande escritor um grande leitor. Acredito ser o espírito da profissão: a busca pelo conhecimento infindável da língua, para que a pessoa possa se expressar de todas as formas possíveis e atingir as improváveis.

27 de outubro de 2007

Condições urgentes

O que penso ser preciso para escrever (e ler) é que jamais se deve abandonar as próprias marcas em nome de um conforto que, na verdade, não existe fora delas

15 de outubro de 2007

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos