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» “Hackers russos”, nova invenção da velha mídia

» A arte de morrer

» As guerras que se avizinham

» Quando a mídia incita à violência de gênero

» Privacidade, mercadoria de luxo

» Seu nome era Ruas

» Boulos e o MTST pensam numa nova esquerda

» Para enxergar os ”secundas” além do romantismo

» Quando a Al-Qaeda volta a ser “aliada” do Ocidente

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» Faut-il changer le statut de l'hôpital public ?

» Œil de fennec

» « C'était mieux avant… »

» Dans les Yvelines, le clientélisme au quotidien

» Fleuves profonds, frontières fluides

» Petite histoire des grandes famines

» Little Saigon. Mémoires de Viet Kieu

» L'engrenage identitaire

» Carnavals

» Taux d'abstention aux élections municipales de 2008


Edição em inglês


» Prepare, pursue, prevail!

» President blowback

» Trump's military nostalgia (or “Victory at Sea” all over again)

» The SNP's big gamble

» Doubling down on dystopia

» The surge delusion

» American carnage

» The president who loved generals

» Who contributes to UN peacekeeping

» Fastest way out of a banlieue without hope


Edição portuguesa


» Canto Livre e Canção de Protesto

» União Europeia: para onde vai o pelotão da frente?

» A literatura, cimento que constrói mundos

» Tendências recentes do emprego dos jovens diplomados portugueses

» Edição de Março de 2017

» Offshores, defeitos e feitios

» Obstinação europeia

» Desafios de uma agenda política para a inclusão dos portugueses ciganos

» Edição de Fevereiro de 2017

» Trabalho e organização colectiva


Renata Miloni

Renata Miloni é revisora e preparadora de textos e webdesigner. Editora e colunista da Revista Malagueta, atuou como jurada da primeira edição da Copa de Literatura Brasileira e escreve regularmente sobre literatura e outros assuntos em seu blog


Seus artigos nesse site:

É tudo mentira

Para nós, aqueles que limitam sua existência a meia dúzia de livros, a literatura — para total espanto — não é capaz de salvar.

26 de fevereiro de 2009

Idéias perdidas

No fundo, o único ponto realmente importante na literatura é o exercício da idéia

16 de janeiro de 2009

Reconstrução da memória

“Pó de parede”, da gaúcha Carol Bensimon, é formado por três histórias que têm como base a casa (no sentido físico, familiar e metafórico) e a memória

12 de dezembro de 2008

Tabuleiro sem limites

A impressão que tenho ao ler e reler qualquer um dos textos de Fernando Sabino é a de que tudo nele era puramente literário

1º de dezembro de 2008

De quando a literatura se despede de suas histórias

Como o escritor brasileiro escolhe escrever seus livros? Geralmente se apegando a somente uma forma de sofrer

14 de novembro de 2008

O fazedor de humanos

As lições de um velho mestre incluem algo que deveria ser essencial para todos: a literatura

12 de setembro de 2008

A traição da pátria e outras suposições literárias

Os escritores estrangeiros são recebidos aqui — e não há diferença se bem ou mal: eles são sempre mais importantes — com um tipo de sorriso bastante comum

15 de agosto de 2008

Os limites da doença literária

“Jaboc”, de Otto Leopoldo Winck, é um livro em homenagem às palavras, para que elas se guardem até na desgraça por vezes incompreensível que é escrever a qualquer custo.

31 de julho de 2008

O vento, a areia e o nada

Antônio Xerxenesky conduz o leitor ao inevitável clichê da montanha-russa de sentimentos: numa página, altíssimas gargalhadas; na seguinte, a torcida pelo casal; mais à frente, uma vontade descomunal de duelar. Ou então de saber para onde o vento leva a areia.

19 de julho de 2008

Uma simples pergunta ou um profundo questionamento?

A literatura me atraiu porque nela encontrei histórias distintas, personagens mais humanos do que os reais, mundos que talvez eu nunca alcance

28 de junho de 2008

A pequena e valiosa glória dos prêmios literários

No caso de Joanna Kavenna, apesar de ter 34 anos, foi preciso um amadurecimento de sete romances terminados e rejeitados pelas editoras para que finalmente tivesse um reconhecimento

13 de junho de 2008

Cinco aspectos da imagem na literatura

Creio que a insistência em tentar reconhecer (inutilmente) na literatura contemporânea a semelhança com roteiros de filmes parte apenas primeiramente do leitor, que não consegue mais diferenciar de forma clara as duas (ou mais) artes

30 de maio de 2008

A leitura como exercício da individualidade

Um dos momentos em que mais se pode reconhecer, reconquistar e exercer a individualidade é durante uma lenta leitura. A mim, a literatura vale muito mais, ou melhor, tem seu real valor quando a atenção despretensiosa mas inevitável é o que move a leitura

16 de maio de 2008

Se fosse ficção

Talvez a palavra resolva seguir ao lado da literatura, mas também se mantém sozinha, também é seu próprio alicerce. Apenas ela pode se narrar

3 de maio de 2008

Para apreender um significado

"Carta a D." não é um livro que somente conta a história de um amor, é o registro de um significado. Um querer teorizar para si mesmo, ver de forma intelectualizada algo que o próprio autor percebeu que não poderia ser transformado em teoria

18 de abril de 2008

Cinco aspectos do conto na era virtual

Na internet, a proximidade do escritor com as opiniões dos leitores é tão instantânea quanto a reação deles ao ler cada linha de suas próprias narrações

4 de abril de 2008

Tentativa de uma defesa desnecessária

Ninguém em sã consciência decide ser escritor para que um dia lhe roubem suas idéias e façam o que quer que seja com elas.

14 de março de 2008

Cinco aspectos da arte de citar

Citar é estar de tal forma na literatura que só a própria criatividade não é suficiente, deve-se buscar ferramentas criadas por diferentes autores, desconstruir pensamentos e identificar até migalhas espalhadas que ainda não haviam sido vistas.

15 de fevereiro de 2008

Cassavas, Anselmo e as grandiosidades

Quando encontro uma literatura feita a partir de certo surrealismo fantástico, ela tende a me agradar muito mais. João Paulo Cuenca mergulha nessa classe com maestria.

26 de janeiro de 2008

Animais distantes

O escritor é o leitor que acompanha detalhadamente cada passo de um texto e cabe a ele decidir os rumos — mesmo que depois os encontre errados — de sua criação.

12 de janeiro de 2008

Em nome da harmonia

Assim Assis Brasil se mostrou em seu romance: mantendo um ritmo sensatamente emocionante do começo ao fim, com a honesta prioridade não de impactar, mas de ser fiel ao texto, ao tom de narração escolhido.

15 de dezembro de 2007

A essência esquecida

Se o crítico é o maior defensor da literatura, ele tem o dever de saber que o melhor livro já escrito não vai cair em suas mãos nesta vida.

23 de novembro de 2007

Percepção de méritos

Quem julga um texto pela personalidade do escritor é incapaz de construir um argumento para sustentar boas idéias

10 de novembro de 2007

Projeto de sufocação

É exatamente isso que também faz do grande escritor um grande leitor. Acredito ser o espírito da profissão: a busca pelo conhecimento infindável da língua, para que a pessoa possa se expressar de todas as formas possíveis e atingir as improváveis.

27 de outubro de 2007

Condições urgentes

O que penso ser preciso para escrever (e ler) é que jamais se deve abandonar as próprias marcas em nome de um conforto que, na verdade, não existe fora delas

15 de outubro de 2007

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