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Edição francesa


» Gramsci, un rayonnement planétaire

» L'ENA tentée par la philosophie des affaires

» Éloge du rire sardonique

» L'abstention gagne les classes moyennes

» Qui veut encore financer la presse ?

» L'unité de l'Algérie

» Créatrices et minotaures

» Absence d'enquêtes et bagarres de plateau, les recettes de l'information en continu

» Vive le « risque systémique » !

» Les transformations de l'économie continentale


Edição em inglês


» April: the longer view

» Africa's oil-rich national parks

» Montenegro's path to independence

» Japan's bureaucrats feel the pain

» Who's who in North Africa

» Being Kabyle in France

» Who wins in Chile's new constitution?

» Senegal's five days of anger

» Threat to Africa's parks

» Montenegro's ragged coalition


Edição portuguesa


» Edição de Abril de 2021

» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

» Viva o «risco sistémico!»

» Pandemia, sociedade e SNS: superar o pesadelo, preparar o amanhecer

» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?

» A Comuna de Paris nas paredes

» Como Donald Trump e os "media" arruinaram a vida pública

» Edição de Março de 2021

» Acertar nas fracturas


Simone Campos

Simone Campos é escritora e tradutora. Estreou na literatura aos 17 anos, em 2000, com o romance No shopping (7 Letras). Desde então, participou de diversas antologias – entre elas, Geração 90: os transgressores (org. Nelson de Oliveira, Boitempo Editorial) e 25 mulheres que estão fazendo a nova literatura (org. Luiz Ruffato, Record). Cursou jornalismo e está terminando o curso de produção editorial, ambos na UFRJ. Em 2007, publicou seu segundo romance em papel, A feia noite (7Letras), e a ficção científica online Penados y rebeldes. Suas contribuições mais recentes foram para a revista Mininas, nº 12 e para o site MOJO. Seu site pessoal .


Seus artigos nesse site:

Quando escrever deixou de ser uma arte

Hoje, o jornal que passa por debaixo da minha porta, salvo honradas exceções, é ilegível. Já fiz pesquisas em jornais antigos na Biblioteca Nacional e cheguei a sentir os olhos marejados – de raiva – pela comparação com o jornal pelo qual pago hoje

30 de maio de 2008

Criando fama sem cama

É terrível e fascinante sujeitar-se à objetividade de si mesmo. Há volúpia e desânimo em sair de si e olhar-se como um objeto midiático, um produto, uma possibilidade. Posicionar-se em relação aos outros idiotas cheios de som e fúria

4 de abril de 2008

O Yeti com maleta executiva

Os grandes mestres compõem um subtexto hitchcockiano, com violinos ao fundo, para o leitor. Eles deixam a dúvida e não a certeza. Em vez de “será que é a pessoa X”, o leitor fica se perguntando “será que essa pessoa existiu ou foi só muito bem-inventada?”.

7 de março de 2008

A fantástica fábrica de salsichas

O curso de P. E. também realiza visitas guiadas a editoras. Essa, sim, foi a parte mais empolgante do meu treinamento de agente secreta (com licença, sofro de imaginação galopante): me infiltrar no terreno inimigo e desvendar seu modus operandi

2 de fevereiro de 2008

O artelho de Aquiles

Há tradutores por aí que, por falta de humildade ou excesso de preguiça, recusam-se a abrir qualquer dicionário. Mesmo os eletrônicos. Eles sabem tudo, e o que não sabem, podem adivinhar. Ou inventar.

22 de dezembro de 2007

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» Finanças: sem luz no fim do túnel
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