Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Na Venezuela, a oposição adota o terror

» Rumo à agricultura do medo?

» Boaventura debate Revolução, Democracia e o Brasil

» Meio cheio ou meio vazio?

» Que importa que o crítico resmungue?

» Hora de enfrentar Facebook e Google?

» Contra a crise, o possível pós-capitalismo local

» Como Foucault e Agamben explicam Bolsonaro

» “Liberais” — até a página dois…

» Homem em chamas na Venezuela

Rede Social


Edição francesa


» Bernard-Henri Lévy enragé contre « Le Monde diplomatique »

» Le talon d'Achille du nucléaire français

» Multiplication des opérations militaires autour du Sahel

» Dégringolade

» Revenu garanti, l'invité-surprise

» L'Allemagne et les réfugiés, deux ans après

» Portes ouvertes au secteur privé

» Le Maghreb entre autoritarisme et espérance démocratique

» Avec la guérilla des FARC, en attendant la paix

» Norilsk, ville polaire, cité du nickel


Edição em inglês


» A Fairy tale from 2050

» The demolition of U.S. global power

» Preparing for doomsday

» Growing my way out of dystopia

» The insult wars in Washington

» The enemy of my enemy Is my...?

» The politics of no politics

» Picking a quarrel with Qatar

» Being Arab in Latin America

» London, whose city?


Edição portuguesa


» Míopes ou maldosos?

» Edição de Julho de 2017

» O síndrome da nêspera

» Embustes democráticos

» Edição de Junho de 2017

» Segurança na reforma começa no emprego

» Os anos loucos

» Colonialismo português: excepção ou barbárie?

» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos


Susan George

Escritora e presidente do Conselho de Administração do Transnational Institute (Amsterdam)


Seus artigos nesse site:

Um pacto para salvar o planeta

Uma das pensadoras que iniciaram a denúncia do neoliberalismo, nos anos 90, sugere alternativa contra o aquecimento global. Para ela, só sociedade civil pode evitar a catástrofe ecológica — mas é preciso envolver governos e até empresas, num projeto que recupera idéias do keynesianismo

17 de janeiro de 2008

Outra globalização é possível

Resgate de uma utopia viável: em 1942, Keynes propunha, em detalhes, um sistema de comércio internacional voltado para o pleno emprego e os direitos sociais. Por que a proposta jamais foi adotada; como foi substituída pela OMC; que estratégias poderiam ressuscitá-la

16 de janeiro de 2007

O pesado jogo dos transgênicos

A Comissão Européia balança sobre a moratória aos OGMs, mesmo diante do caráter irreversível de sua contaminação ambiental e da possibilidade de um punhado de grandes empresas norte-americanas controlarem a agricultura mundial

1º de abril de 2003

A ofensiva de Washington em favor dos transgênicos

Embalada pela guerra planetária que desencadeou após 11 de setembro, a Casa Branca “exige” da Europa a liberação total dos produtos modificados geneticamente. Surpresa: a agressão tem o apoio da União Européia

1º de maio de 2002

A ordem liberal e a baixaria

A manobra do governo italiano, permitindo que fossem devastados bairros inteiros de Gênova, visava a responsabilizar pela violência centenas de organizações não-violentas. A tentativa fracassou, mas o preço foi alto: um morto e 600 feridos...

1º de agosto de 2001

A OMC contra-ataca em silêncio

Derrotada na Batalha de Seattle, a Organização Mundial do Comércio não desistiu de radicalizar a globalização, em favor das transnacionais. Em Genebra, e sem qualquer debate com as sociedades, trama-se agora a desregulamentação geral de setores como saúde, educação, meio-ambiente e cultura

12 de julho de 2000

O romance do fim do mundo

Cada indivíduo deveria sentir-se parte integrante de um grupo estreitamente definido, e só em seguida definir-se pela sua profissão, pela sua comunidade, como cidadão de uma nação ou do mundo. É fundamental lutar contra a noção de cidadania

12 de maio de 2000

Como a OMC foi posta em xeque

Graças às ONGs e aos movimentos sociais, o neoliberalismo sofreu em Seattle sua primeira grande derrota. É hora de avançar, propondo uma ordem internacional baseada não nos mercados, mas na democracia e na solidariedade.

12 de fevereiro de 2000

Antes das liberdades, o comércio

Um análise dos princípios bem pouco humanistas que orientam a ação da OMC, e das propostas que as grandes corporações internacionais tentaram impor às sociedades em Seattle.

1º de dezembro de 1999

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos