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Uma iniciativa


» Cuba: reinvenção ou arranjo burocrático?

» O Banco Central nas mãos da aristocracia financeira

» Inteligência Artificial, novo pesadelo?

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» Uma possível era pós-Lula

» Arábia, para pensar o Brasil

» Boaventura: da Ilha da Maré a outro mundo possível

» Polêmica: em defesa de Sérgio Buarque

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» Visita aos Xavante, povo guerreiro e sonhador

Rede Social


Edição francesa


» La résistance des Parisiens aux projets immobiliers

» La très réelle politisation des hauts fonctionnaires

» Des réservoirs de pensée ?

» La filière française

» Libre circulation des données et barrières nationales

» L'Europe à la croisée des réseaux

» Depuis quarante ans crises et détentes se succèdent dans les relations russo-turques

» Un nouvel ordre de la documentation

» Monopole et dérèglementation

» Dynamisme et hégémonie des firmes américaines


Edição em inglês


» Authoritarianism as usual

» Sylvie Laurent on recovering the true legacy of Martin Luther King

» A tale of American hubris

» A new age of sea power?

» Can the Internet be saved?

» Could the Cold War return with a vengeance?

» Big Brother isn't watching you

» Michael Klare on Trump's new nuclear age

» Fukushima: seven years on

» The Russians are still coming


Edição portuguesa


» Cuba quer o mercado… sem capitalismo

» Como assinar o Le Monde diplomatique - edição portuguesa

» O duplo desafio da esquerda brasileira

» No Brasil, a crise galvaniza as direitas

» Edição de Abril de 2018

» Licença para matar

» A obsessão do défice

» «Maioria Absoluta»: onde há poder, há resistências

» Recibos verdes: finalmente um primeiro passo para uma verdadeira Segurança Social

» De que é que têm medo e de que é que temos medo?


Susan George

Escritora e presidente do Conselho de Administração do Transnational Institute (Amsterdam)


Seus artigos nesse site:

Um pacto para salvar o planeta

Uma das pensadoras que iniciaram a denúncia do neoliberalismo, nos anos 90, sugere alternativa contra o aquecimento global. Para ela, só sociedade civil pode evitar a catástrofe ecológica — mas é preciso envolver governos e até empresas, num projeto que recupera idéias do keynesianismo

17 de janeiro de 2008

Outra globalização é possível

Resgate de uma utopia viável: em 1942, Keynes propunha, em detalhes, um sistema de comércio internacional voltado para o pleno emprego e os direitos sociais. Por que a proposta jamais foi adotada; como foi substituída pela OMC; que estratégias poderiam ressuscitá-la

16 de janeiro de 2007

O pesado jogo dos transgênicos

A Comissão Européia balança sobre a moratória aos OGMs, mesmo diante do caráter irreversível de sua contaminação ambiental e da possibilidade de um punhado de grandes empresas norte-americanas controlarem a agricultura mundial

1º de abril de 2003

A ofensiva de Washington em favor dos transgênicos

Embalada pela guerra planetária que desencadeou após 11 de setembro, a Casa Branca “exige” da Europa a liberação total dos produtos modificados geneticamente. Surpresa: a agressão tem o apoio da União Européia

1º de maio de 2002

A ordem liberal e a baixaria

A manobra do governo italiano, permitindo que fossem devastados bairros inteiros de Gênova, visava a responsabilizar pela violência centenas de organizações não-violentas. A tentativa fracassou, mas o preço foi alto: um morto e 600 feridos...

1º de agosto de 2001

A OMC contra-ataca em silêncio

Derrotada na Batalha de Seattle, a Organização Mundial do Comércio não desistiu de radicalizar a globalização, em favor das transnacionais. Em Genebra, e sem qualquer debate com as sociedades, trama-se agora a desregulamentação geral de setores como saúde, educação, meio-ambiente e cultura

12 de julho de 2000

O romance do fim do mundo

Cada indivíduo deveria sentir-se parte integrante de um grupo estreitamente definido, e só em seguida definir-se pela sua profissão, pela sua comunidade, como cidadão de uma nação ou do mundo. É fundamental lutar contra a noção de cidadania

12 de maio de 2000

Como a OMC foi posta em xeque

Graças às ONGs e aos movimentos sociais, o neoliberalismo sofreu em Seattle sua primeira grande derrota. É hora de avançar, propondo uma ordem internacional baseada não nos mercados, mas na democracia e na solidariedade.

12 de fevereiro de 2000

Antes das liberdades, o comércio

Um análise dos princípios bem pouco humanistas que orientam a ação da OMC, e das propostas que as grandes corporações internacionais tentaram impor às sociedades em Seattle.

1º de dezembro de 1999

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos