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Uma iniciativa


» Os mapas do poder dos ruralistas

» Petrobrás: assim Paulo Guedes planeja o desmonte

» O neoliberalismo periférico e a oportunidade perdida

» Nunca fomos tão pequenos

» Caro coxinha, nossa bandeira já é vermelha…

» O mundo encantado da Previdência privada

» A lógica senil da propriedade privada

» Passo a passo para acabar com um projeto de país

» As três ignorâncias contra a democracia

» O ponto cego dos militares brasileiros

Rede Social


Edição francesa


» Batna dans le vertige des peurs et des frustrations

» Le champ sémantique du populisme

» Les dangers d'une monnaie unique

» L'Algérie sous le choc

» L'art de la désinformation

» La longue guerre occulte contre le Nicaragua

» Comment l'« intelligence artificielle » conduirait la guerre

» Délinquants et victimes

» La soumission, à pas feutrés…

» Ite massa est…


Edição em inglês


» Retiring the Statue of Liberty

» Iraq's choice: US air strikes or Iranian air conditioners?

» Gilets jaunes: the French uprising

» March: the longer view

» Rwanda now sets its own aid rules

» The rise of the hardliners

» Should we be combatting sexism to stimulate economic growth?

» Julia Buxton on Venezuela's ongoing crisis

» What happened to the dream of a united Maghreb?

» What happened to the dream of a united Maghreb?


Edição portuguesa


» O caso do Novo Banco: nacionalizar ou internacionalizar?

» Edição de Março de 2019

» Sabe bem informar tão pouco

» O presidente e os pirómanos

» Edição de Fevereiro e 2019

» As propinas reproduzem as desigualdades

» Luta de classes em França

» Das propinas ao financiamento do Ensino Superior

» Na Venezuela, a lógica do pior

» Vale a pena (re)ler John Kenneth Galbraith?


Vicken Cheterian

Jornalista em Genebra e em Erevan (Armênia).


Seus artigos nesse site:

Juventude islâmica radical

Milhares de jovens que partiram rumo ao Iraque para, voluntariamente, enfrentar as tropas norte-americanas, agora se dispersam pelo Oriente Médio, Europa e Ásia Central. Esses combatentes, a maioria sem qualquer engajamento político anterior, retornam a seus países alimentados por uma ideologia extremista e endurecidos pela guerra

5 de dezembro de 2008

Corrida às armas no Cáucaso

Num desdobramento da disputa pela Ásia Central, Geórgia, Azerbaijão e Armêia multiplicam seus orçamentos militares, aliam-se com potências estrangeiras e iniciam uma escalada que pode levar à guerra

27 de julho de 2007

Radiografia de uma "revolução colorida"

Quatro anos após a Revolução Rosa, a Geórgia comemora crescimento acelerado e forte entrada de capital externo. Mas avançam também desigualdade, desemprego, concentração de poder e nacionalismos xenófobos

27 de julho de 2007

Dinastia, petróleo e ambições

Astúcia política, controle policial e fraqueza da oposição permitiram à dinastia Aliev manter-se no poder. Qual o futuro do país, enriquecido agora pelo petróleo e tentado a estabelecer aliança militar com os EUA e a "recuperar" o Alto Karabakh?

1º de fevereiro de 2006

“Revoluções” à moda do Leste

Uma radiografia das revoltas populares que derrubaram governos autoritários na Europa Oriental e Ásia Central – mas colocaram no poder outros setores das elites e não asseguraram a liberdade

1º de novembro de 2005

A briga dos grandes

China, Rússia e Estados Unidos disputam território, riquezas e influência política em uma área estratégica

1º de fevereiro de 2005

Entre o nacionalismo e o islamismo

Nos cinco estados da Ásia Central que foram parte da União Soviética, a independência nacional não significou democracia ou desenvolvimento econômico

1º de fevereiro de 2005

Quando a diáspora volta para casa

Formando ’lobbies’ importantes nos Estados Unidos e mesmo na Rússia, a comunidade armênia na diáspora investe no país, metamorfoseando sua paisagem, não sem antes enfrentar percalços políticos e choques culturais

1º de janeiro de 2004

Os filhos da privatização chegam ao poder

Quatro eleições, maculadas por fraudes, abalaram Geórgia, Armênia e Azerbaidjão, revelando que, apesar do fim do regime soviético, o poder nunca mudou através das urnas e a política continua sendo o reino de alguns raros privilegiados

1º de janeiro de 2004

A base dos EUA na Ásia central

Para deslanchar a guerra contra o terrorismo internacional, os Estados Unidos estabeleceram bases militares, na Ásia central, no Uzbequistão, na Quirguízia e no Tadjiquistão. Mas, evidentemente, há o projeto do oleoduto Baku-Tbilisi-Ceyhan

1º de fevereiro de 2003

Cronologia da guerra
1º de março de 2002

Uma guerra que não acaba

A operação “antiterrorista”, lançada em 1999, deveria terminar, segundo o governo russo, em março do ano seguinte, mas continua: a guerra de desgaste causou a morte de dezenas de milhares de civis, uma enorme destruição e despovoou a Chechênia

1º de março de 2002

Uzbequistão, um país-chave

Com 24 milhões de habitantes e uma posição geograficamente privilegiada, o Uzbequistão é um território crucial no contexto político-militar da atual guerra. Mas é governado por um dos regimes mais repressivos da Ásia central

1º de novembro de 2001

Taliban, uma criação do Paquistão

No final da década de 70, em colaboração com os serviços secretos paquistaneses, a CIA e os países do Golfo levantaram bilhões de dólares e recrutaram milhares de voluntários que se juntaram aos mujahidin no Afeganistão

1º de novembro de 2001

O novo “grande jogo”

A atual guerra alterou a lógica da competição estratégica na Ásia central. O comércio do petróleo e os projetos de oleodutos perderam parte da sua importância, enquanto as bases aéreas, os serviços de informações e o poder militar viram a sua aumentar

1º de novembro de 2001

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos