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» O Brasil na era das cidades-condomínio

» Cuba: reinvenção ou arranjo burocrático?

» O Banco Central nas mãos da aristocracia financeira

» Inteligência Artificial, novo pesadelo?

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» Uma possível era pós-Lula

» Arábia, para pensar o Brasil

» Boaventura: da Ilha de Maré a outro mundo possível

» Polêmica: em defesa de Sérgio Buarque

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Rede Social


Edição francesa


» Le libéralisme autoritaire

» Cette impardonnable exception française

» Les armes chimiques et bactériologiques font peser un risque sur la sécurité des populations

» La résistance des Parisiens aux projets immobiliers

» La très réelle politisation des hauts fonctionnaires

» Des réservoirs de pensée ?

» La filière française

» Libre circulation des données et barrières nationales

» L'Europe à la croisée des réseaux

» Depuis quarante ans crises et détentes se succèdent dans les relations russo-turques


Edição em inglês


» Authoritarianism as usual

» Sylvie Laurent on recovering the true legacy of Martin Luther King

» A tale of American hubris

» A new age of sea power?

» Can the Internet be saved?

» Could the Cold War return with a vengeance?

» Big Brother isn't watching you

» Michael Klare on Trump's new nuclear age

» Fukushima: seven years on

» The Russians are still coming


Edição portuguesa


» Cuba quer o mercado… sem capitalismo

» Como assinar o Le Monde diplomatique - edição portuguesa

» O duplo desafio da esquerda brasileira

» No Brasil, a crise galvaniza as direitas

» Edição de Abril de 2018

» Licença para matar

» A obsessão do défice

» «Maioria Absoluta»: onde há poder, há resistências

» Recibos verdes: finalmente um primeiro passo para uma verdadeira Segurança Social

» De que é que têm medo e de que é que temos medo?


Walid Charara

Jornalista,autor com Frédric Domont, de Hezbollah,um movimento islamo-nacionalista, Fayard, Paris, 2004.


Seus artigos nesse site:

A política de "instabilidade construtiva” de Bush

Apostando no comunitarismo para enfraquecer os países e as forças opostas à sua hegemonia, impondo-se como instigador e árbitro de verdadeiras guerras civis de baixa intensidade, os Estados Unidos estimulam uma desestabilização que dificilmente poderão controlar

1º de julho de 2005

Quando os Estados Unidos provocam um confronto

Barrar as ambições nucleares de Teerã aparece como o objetivo imediato de Washington, mas a principal intenção da estratégia regional dos Estados Unidos permanece, a longo prazo, o mesmo de1979: derrubar a República Islâmica do Irã

1º de janeiro de 2005

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