Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» 10 de julho de 2020

» A luta decisiva contra o reconhecimento facial

» “Austeridade”, uma concha vazia

» Um vírus que revela nosso dissídio com a Natureza

» (Auto)cuidado – coletivo, político e inadiável

» Por que aproxima-se uma onda de fome no Brasil

» 9 de julho de 2020

» A formação da personalidade autoritária

» A estratégia indígena para enfrentar o vírus

» Brasão da PM: coleção de massacres em nome da elite

Rede Social


Edição francesa


» Primes pour stimuler la production et sanctions contre les pratiques illégales

» Les difficultés de l'économie soviétique ravivent le débat entre traditionalistes et partisans de la réforme

» Comment le Sahel est devenu une poudrière

» Tout commence, tout finit à Gaza

» Cette « double autorité » qui écartèle les Palestiniens

» Aux origines de la secte Boko Haram

» Michel Onfray, le dernier nouveau philosophe

» Les forces de l'ordre social

» Vous avez dit « systémique » ?

» Un pays miné par les homicides policiers


Edição em inglês


» Cities: the power of the urban

» July: the longer view

» Fossil fuel disarmament

» Oil production and consumption around the world

» OPEC's share of production in a changing oil market

» Passport power

» Prato's migrant workforce

» No going back to business as usual

» Trade war in strategic minerals

» When oil got cheaper than water


Edição portuguesa


» Edição de Julho de 2020

» Metáforas bélicas

» Alguém disse «sistémico»?

» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago

» «O desastre actual é a total ausência de espírito crítico»

» Edição de Junho de 2020

» A fractura social

» Vender carros Audi na Birmânia


Walid Charara

Jornalista,autor com Frédric Domont, de Hezbollah,um movimento islamo-nacionalista, Fayard, Paris, 2004.


Seus artigos nesse site:

A política de "instabilidade construtiva” de Bush

Apostando no comunitarismo para enfraquecer os países e as forças opostas à sua hegemonia, impondo-se como instigador e árbitro de verdadeiras guerras civis de baixa intensidade, os Estados Unidos estimulam uma desestabilização que dificilmente poderão controlar

1º de julho de 2005

Quando os Estados Unidos provocam um confronto

Barrar as ambições nucleares de Teerã aparece como o objetivo imediato de Washington, mas a principal intenção da estratégia regional dos Estados Unidos permanece, a longo prazo, o mesmo de1979: derrubar a República Islâmica do Irã

1º de janeiro de 2005

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos