Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Nem todo Uber é capitalista

» Comuns, alternativa à razão neoliberal

» “Nova” ultradireita, filha dos neoliberais

» Como os PMs são formados para a incivilidade

» Cinema: três filmes para olhar além da fronteira

» Pacote Guedes (1): Uma distopia cujo tempo passou

» Pacote Guedes (2): Unidos pelo fundamentalismo

» A execução de Baghdadi e o autoengano do Ocidente

» Por que fracassou o mega-leilão do Pré-Sal

» O alento de Mafalda, a rebeldia chilena e… o Brasil

Rede Social


Edição francesa


» Il y a cent cinquante ans, la révolte des cipayes

» Hôpital entreprise contre hôpital public

» Dernières nouvelles de l'Utopie

» Très loin des 35 heures

» Qui a profité de l'unification allemande ?

» Chantages ordinaires chez General Motors

» Gagnants et perdants de l'ouverture chinoise

» L'islam au miroir de la télévision

» Laïcité et égalité, leviers de l'émancipation

» Insécurité sociale programmée


Edição em inglês


» Ibrahim Warde on the rise and fall of Abraaj

» Fighting ISIS: why soft power still matters

» Life as a company troll

» The imperial magazine

» Setting Socrates against Confucius

» Price of freedom on the road

» Global business of bytes

» A firm too good to be true

» In the GDR, old debts and big profits

» ‘Forced flight' of East German women


Edição portuguesa


» No Brasil, os segredos de um golpe de Estado judiciário

» Edição de Novembro de 2019

» Sempre uma coisa defronte da outra

» OTAN: até quando?

» Alojamento local-global: especulação imobiliária e desalojamento

» Rumo a uma governança participativa da vida nocturna de Lisboa

» A Expo'98 e o Parque das Nações: Estado, gentrificação e memória urbana

» Uma história do Habita

» «Ficar sem Tecto»: as demolições no Bairro 6 de Maio

» Gentrificação e turistificação: o caso do Bairro Alto em Lisboa


Comentários sobre esse texto:

A felicidade de consumir...

Uma verdade quase absoluta: tudo que se torna comercial é banalizado. O problema, digo eu, é que a vida se tornou banal. A vida: um grande espetáculo de compra e venda. Um viva ao prozac, o salvador da humanidade descontente. Atenção manias e meninos: não confundas prazer e bem estar; não escravize sua mente, seja uma livre pensador, cultive temperança; basta de anti-natureza, materialismos; não negue o corpo, a amoralidade é a reposta viva cada dia como se fosse uma vida; suporte a si mesmo e aos outros; não leve nada, nadinha, à sério. Moderação, saúde, tranqüilidade e criação.


Renato
2006-11-30 02:48:13

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.