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Comentários sobre esse texto:

Um caminho singular para a paz

MULHER = SALVADORA DO MUNDO
Iran di Valença
Desde dos primórdios da humanidade o homem é a cabeça das ações boas e más na evolução do mundo físico com consequências sobre o espiritual. A mulher sempre foi apresentada como elemento de participação submissa. Conquanto ela tenha em alguns paises alcançado um relativo grau de liberdade, mormente nos ocidentais, com algumas corajosamente encabeçando movimentos feministas, às vezes, sem a necessária compreensão e apoio das demais, como todo começo, cometeram o erro de confundir liberdade com igualdade, ponto culminante de sua verdadeira vitória na conquista de sua individualidade.
Embora tenha, também desde dos primórdios haja sido imbuída do sentimento de fragilidade e aceito a culpa exclusiva, segundo a Bíblia (escrita por homens) pela indução psicológica do seu parceiro ao Pecado Capital, mesmo com a evolução natural do espírito na sociedade que faz parte, ainda não se descobriu que sua fragilidade é exclusivamente física consequência da falta dos exercícios primários de sobrevivência que foram desenvolvidos pelo homem.
A formação de uma sociedade patriarcal, dominadora, que para sua evolução e domínio da natureza como sistema de sobrevivência, através das eras foi fomentando a prática da violência como meio de subjugação dos elementos do reino animal de índoles selvagens e de sua soberania sobre o seu universo. O primeiro passo para uma vida do domínio pela violência física e mental foi o desenvolvimento doentio da inveja e despeito no seu ego e que levou Caim a matar seu irmão Abel como forma de eliminação de obstáculos às suas conquistas.
Esse foi o sistema que o homem, possuindo a intuição e o livre arbítrio que achou por bem de implantar os esteios de sua sociedade, usando interados os sentimentos do bem e do mal para evoluir física e espiritualmente. E, em ambos a cada dia vai mais os aperfeiçoando e tornando-os sofisticados para satisfação de sua ambição de domínio até além de suas limitações terra-terra.
Jesus, proclamou o amor e a paz entre os homens de boavontade e são esses que agora estão observando que o sistema social desenvolvido por seus líderes fracassou no plano evolutivo espiritual, conquanto no plano material tenham, induzidos pelas faculdades negativas de ambição, soberba, vaidade, estejam acima da expectativa.
Eis a necessidade dos bons, os homens de boa vontade, atuarem como Jesus se sentiu forçado a uma ação contraria aos seus divinos sentimentos, expulsar de uma maneira aparentemente violenta, os vendilhões na área do Templo.
Como o sentimento da violência e do mal se integraram no sagrado templo da vida e há a impossibilidade de uma nova ordem de aplicação da lei física de ação vesus reação, com a pratica da semeadura do bem para colher se colher os frutos da árvore do bem, os homens de boa vontade, como o que está escrevendo este ensaio, iniciarem uma campanha de âmbito universal para entregar o cetro do comando de uma nova ordem social às mulheres, fazendo brotar em suas mentes sua superioridade como geradora de vida e que por estar diretamente responsável por essa circunstancia, baseada no sentimento materno de defesa e amor materno dos frutos do vosso ventre que foi sagrado por Maria, mãe do amor, da caridade, da benevolência, da tolerância, assumir o comando de formação de uma nova ordem social.
Como elas não se sentiriam bem usando da violência e brutalidade que caracterizou a ação dos homens no domínio e soberania da natureza, os homens de boa vontade e os milhões de mulheres mães que estão assistindo o massacre estúpido dos seus inocentes filhos em guerras fratricidas, é através da aplicação de sistema político mais justo e coerente da democracia, levando-as aos postos de comando dos seus respectivos paises.
Figurativamente antevejo uma imagem das mulheres (mães palestinas e judias) sentadas ao redor de uma mesa, discutindo o que é melhor para seus filhos sem sacrifícios de suas próprias vidas.
Invoco e clamo o nome de Deus, Alá, Mahomé e outros Deuses dos seus respectivos povos para entregarem o comando das negociações dos estados judeu e palestino às mulheres, salvando assim milhões de vida, atóamente destruídas pelos atos da insanidade de homens maus.
Clamo que meus leitores que façam coro deste dramático apelo, lembrando-se que para se alcançar o topo da escada é preciso se dar o primeiro passo. Mães do mundo, mulheres do mundo, por favor dêem seu grito de independência, saiam do regime de submissão, principalmente as orientais. Desfraldem a bandeira da paz, demonstrem suas forças do bem sobre as ações dos seus maridos que enviam seus filhos para as guerras, matando-os sob armas ou de fome e sede.
A paz na terra depende hoje das mulheres, apoiada pelos homens de boa vontade.
As mães jamais mandariam seus filhos para a morte (guerra); Os pais os mandam como prova de coragem e machismo.

11.01.2009


Irandi Valença
2009-01-13 09:26:52

Um caminho singular para a paz

O Estado binacional é a solução para o conflito Israel/Palestina. Por um lado, os judeus, principalmente os religiosos, não se satisfarão com a perda do que chamam Samária e Judéia ou com o que chamam de um "Estado pelas metades" enquanto os Palestinos jamais abandonarão a idéia do retorno ao que chamam "seus lares" dentro do atual Estado de Israel e de onde fugiram ou foram expulsos em 1948. No Estado Binacional o nacionalismo deverá ceder lugar à democracia e os dois povos terão a oportunidade de crescer juntos na convivência inevitável.


Lau Macedo
2007-11-01 22:16:29

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