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Comentários sobre esse texto:

Ópio do povo ou cultura popular?

De acordo com Etiane Souza (2002, p.91) considerar as experiências religiosas como “fruto de mera manipulação ideológica é subtrair às camadas populares sua capacidade de discernimento, tanto quanto retirar-lhes o caráter de atores intervenientes em sua própria cultura”. Desta feita, o pentecostalismo protestante não foi um fenômeno exógeno (Rolim, 1985), foi e continua sendo um produto social, uma vez que a religião deve ser analisada como manifestação cultural. Tampouco o massivo, concebido pelo universo eclesial, deve ser visto como mecanismo isolável ou um aspecto, mas uma nova forma de sociabilidade. Tendo em vista que, “pensar o popular a partir do massivo não significa, ao menos automaticamente, alienação e manipulação, e sim novas condições de existência e luta, um novo modo de funcionamento da hegemonia”. (Barbero, 2006, p.312) Por último gostaria de trazer à cena Weber e Durkheim, clássicos da sociologia que trabalharam o assunto. questionaram seriamente o racionalismo abstrato do Iluminismo e preocuparam-se com a dimensão “não-racional” do comportamento humano, resgataram o complexo papel da religião no desenvolvimento da consciência humana.Durkheim traduziria sua insatisfação com a modernidade em termos de um vazio moral e apresentava a reafirmação do sagrado sob a forma do individualismo ético como um meio de vencer a anomia social; Weber, diria que a imagem do mundo que a ciência oferece é aquela de uma infinidade sem sentido, que somente a cultura, através das imagens do mundo (que primeiramente são religiosas, mas também podem ser ideológicas) pode trazer significado para o homem. A falência da pretensa auto-suficiência do racionalismo dá um novo espaço ao postulado religioso.


Malena
2008-05-05 01:43:11

Ópio do povo ou cultura popular?

É fundamental conhecer toda a história da igreja protestante no país antes de tecer um monte de argumentos sociológicos ou antropológicos,a té porque uma pesquisa antropológica é essencial para ter uma noção de como chegamos ao que chegamos?igrejas lotadas,vidas restauradas,esperanças acesas,e milhares de outra esperanças que Deus pode mudar qualquer coisa,ou vocês acreditem ou não acreditem?
As igrejas Assembleanas já faziam este show com Deus ,já existia milagres nas igrejas.O que aconteceu agora foi sómente a globalização do Evangelho.Gostei muito de seu artigo é muito esclarecedor.vá em frente cm sua veracidade.


HERBERT LUIZ DO NASCIMENTO
2007-04-16 23:36:28

Ópio do povo ou cultura popular?

Na sua totalidade as pessoas que falam da Igreja Católica pouco sabem dela; mesmo católicos, talvez como o ex católico e padre, não a estudam em profundidade e vivem deitando falação...Houvesse mais conhecimento do que é o catolicismo, as opiniões seriam outras e melhores.
Há uma promessa de Jesus de que Ele estará até o fim com a sua verdadeira Igreja, de modo que essa de preocupar-se se tal igreja vai crescer e outra vai desaparecer é perda de tempo. A que for a verdadeira vencerá aconteça o que acontecer...e nesses dois mil anos de cristianismo, ainda o catolicismo anda na frente, em que pesem todos os contra.


petit
2007-02-02 13:36:12

Ópio do povo ou cultura popular?

Toda o fanatismo deve ser evitado, mas nao podemos desconsiderar a realidade de que JESUS VEIO pra morrer em nosso lugar, e devemos adorar o SALVADOR e nao A MÃE d’Ele, afinal foi ela quem morreu na cruz???

E se você gostaria de saber mais a respeito do que DEUS pensa sobre a IDOLATRIA, leia o livro de BARUC que por sinal só tem na BIBLIA CATOLICA.

Ass. Joel Confuncio Lima >> EX-PADRE POR QUESTÕES OBVIAS!!!!


EX-PADRE JOEL CONFUNCIO LIMA
2007-01-23 20:45:49

Ópio do povo ou cultura popular?

Sociológos, antopólogos vivem envoltos no miupe mundo acadêmico e demoram demais para perceber as mudanças sociais. As igrejas pentecostais e as seitas pára-cristãs como os mórmons e as testemunhas de Jeová satisfazem os anseios das pessoas. A igreja católica geralmente é dispersa, as missas se parecem com uma viagem de ônibus, no ponto final não sobra ninguém. As novas igrejas são pontos de encontros, há calor humano e acolhimentos. Uma missa é sempre um ritual padronizado, o padre lê o tempo todo e mesmo após os rituais, quando deveria proferir um "sermão", a entonação de voz da maioria dos padres é totalmente destituida de espontaneidade. Igrejas pentecostais geralmente não seguem programa algum, as pessoas cantam, gritam, recebem revelações, tudo no maior estilo "aqui-e-agora". No caso das testemunhas de Jeová e dos morméns (que não são pentecostais) há um notável incentivo à vaidade. As pessoas usam roupas sociais caras, bons oradores são reverenciados e existe um forte sentimento sectário de "elite espiritual". Pessoas pobres adiquirem nesses grupos um sentimento de força, de fazer parte de uma Organização internacioal com sedes no país mais rico do mundo (EUA), etc. No caso das testemunhas de Jeová existe a esperança em um "Novo Mundo", o "Paraíso terrestre reestabelecido", elas como sobreviventes de uma destruição em massa de 99 por cento da população mundial.


Felix
2006-11-16 13:51:23

Ópio do povo ou cultura popular?

Gostei muito Consideo de alto nível informativo, cultural e bem embasado do ponto de vsiat sócio-religioso



2006-11-01 02:31:48

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