Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Por trás do iPhone, o Estado e os militares

» Equador: bastidores e sentidos da notável vitória

» No Equador, a insurreição tem rosto indígena

» A instigante experiência da “comuna” originária

» Alcântara, acordo indigno

» Marxismo cultural, hora de um resgate

» Conheci Santa Dulce dos Pobres

» Finanças: antes da tempestade, o mormaço

» O amargo sabor da fruticultura brasileira

» O Mugica que era padre

Rede Social


Edição francesa


» La crise suscite de sérieux remous en Irak et relance la guerre froide en Proche-Orient

» Les rivalités entre Washington, Moscou et Pékin

» Gauche latino-américaine, version Uruguay

» Fascisme, islam et grossiers amalgames

» Intellectuels est-allemands sur la sellette

» Le malheur kurde

» La Turquie dans le grand jeu

» Fiasco américain au Proche-Orient

» Le paradis sur terre des intellos précaires

» Ces territoires méconnus de l'économie sociale et solidaire


Edição em inglês


» October: the longer view

» Socialism resurgent?

» Power to decide who's guilty

» East Germany's loyal returnees

» Ankara realpolitik

» South Africa's lands must be shared

» Turkey's rival Islamists

» Argentina's unlikely presidential duo

» Reversing the polarities

» Value chains: who takes the profits?


Edição portuguesa


» Quantas divisões há entre os curdos?

» Edição de Outubro de 2019

» Estabilidade para quem?

» Washington contra Pequim

» Edição de Setembro de 2019

» Portugal não pode parar?

» Quem elegeu Ursula von der Leyen?

» Edição de Agosto de 2019

» Plural e vinculado à esquerda

» Os talibãs de São Francisco


Comentários sobre esse texto:

O CÉREBRO VISÍVEL DA ARISTOCRACIA FINANCEIRA MUNDIAL

É evidente que algo não mudou, entre a "guerra fria" e a "globalização neo liberal" e esse algo que não mudou, é o contexto do capital da aristocracia financeira mundial, que tutela a própria Reserva Federal dos Estados Unidos desde os anos 30 do século XX e procura fazer o mesmo com todos os outros bancos centrais das potências e dos estados emergentes da Terra.

Nesse sentido, as sucessivas administrações dos Estados Unidos, constituem um dos instrumentos desse poderoso cérebro financeiro, que é o principal estimulador dos processos da "globalização neo liberal", tirando partido da revolução tecnológica-científica em curso.


Martinho Júnior
2007-08-21 11:58:56

A mão (quase) invisível de Washington

O tempo é o maior indicador de que à atuação dos EUA no dominio da influencia em paises estrategicos comercial e militarmente , não medem esforços arquitetados por Washington de quaisquer natureza.A sociedade progressista como a americana, continua liderando e implantando liberdades controladas , fazendo com que o mundo caminhe para a humana robotização.


Site: A mão (quase) invisível de Washington
Roberto Pereira Costa
2007-08-19 01:47:58

A mão (quase) invisível de Washington

De fato,o aparente exito do pensamento unico repousa sobre os alicerces de alguns valores da propria democracia. Paradoxalmente o antidoto contra uma estrategia tao bem desenhada, passa pelo envolvimento e participacao de todos os individuos e organizacoes sociais. Ou seja, somente com uma potente dose de democracia poderemos desmascarar a forma mais obscena de fazer politica que pode ser traduzida pelo distanciamento cada vez mais presente na sociedade contemporanea.

Elias Nazareno


Elias Nazareno
2007-07-30 01:58:10

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.