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Comentários sobre esse texto:

Por que ainda somos diferentes

Sempre haverá diferenças de pensamentos e, consequentemente, exageros e radicalismos das partes.

Sobre os temas abordados no texto, por exemplo, sou totalmente contra as cotas para afro-descendentes nas universidades. Sou mulato e acho isso uma forma de racismo. Não precisamos disso. Deveria haver sim cotas nas universidades para estudantes oriundos de escolas públicas.

Sobre o MST há exageros na defesa e no ataque ao movimento. Morei no interior de Goiás nos anos 90, conheci alguns acampamentos. A maior parte dos integrantes é formada por miseráveis sem pespectivas que buscam uma oportunidade. O movimento é justo, não dá pra conviver com tanta desigualdade. Mas infelizmente os líderes são "profissionais" que precisam do moviento pra viver. Estão mais interessados no confronto do que em terras.


Enio Lima
2007-11-26 10:48:43

Por que ainda somos diferentes

É esse tipo de matéria jornalística que precisamos lê. Lemos e temos a liberdade de discernir sobre o tema. Os jornalões e os semanários (grande maioria) deviam procurar analisar o momento político atual com essa visão descompromissada com os grandes grupos econômicos, ao invés de procurar enfiar na cabeça das pessoas a opinião do seus "iluminados" analistas. Por isso as pessoas estão se voltando para a internet, onde podem ter acesso a trabalhos que dignificam o jornalismo pátrio, além de poder dar suas opiniões, como faço agora.


Luiz Carlos
2007-11-26 01:24:49

Por que ainda somos diferentes

Como dito aqui: onde existe poder tem que haver resistência.Claro!!!E essa resistência é exercida aqui pelos componentes da esquerda brasileira.Penso também, que esse bloqueio quanto ao reconhecimento da necessidade de cotas em nossas universidades para a população negra brasileira, feita de forma cruel pela elite branca e pelos negros desajustados dessa realidade, serão contrapostos em todos os sentidos.Contudo, ainda tem pessoas sem argumentos, que vem aqui detratar esse texto muito bem redigido, alegando algum tipo de erro ortográfico sem levar em conta a magnitude do seu conteúdo e um pensamento baseado em pura realidade!!!Caros parceirnhos Cláudio César e Silvia Ferabolli.Estou encantado!!!!!Saravá!!!!


François, o carioca
2007-11-25 16:19:27

Por que ainda somos diferentes

Considerei de excelente qualidade o artigo publicado, com embasamento, referências bibliográficos e coerência.
Ajuda a reforçar meu pensamento de que devemos nos posicionar para conquistar cada vez mais os direitos que são cotidianamente desrespeitados por aqueles que não se dizem de direita, mas que em suas posturas se portam como tal.
Parabéns.


Cristiano Cardoso de Almeida
2007-11-22 23:41:11

Por que ainda somos diferentes

Parabéns a Claudio César e Silvia Ferabolli pela incrível reportagem em pauta.

Emociona-me demais ver que ainda se encontra jornalistas, escritores, sociólogos, pensadores e estudiosos que não se engajam no roldão da imprensa alinhada às elites no poder e, hoje, principalmente, fora dele.

Criticar os movimentos sociais, os programas sociais e as vozes dissonantes, destreladas das elites poderosas que sugam os pobres, os miseráveis, os sem voz nas altas tribunas, desde os tempos de descoberta destas terras latino-americanas, é a escolha eleita pela imprensa posta em todas as mesas, financiada pelo grande capital de tendência alienígena.

É preciso se reportar à história para tratar esses assuntos. É preciso por o coração nos dados que ela contém. É preciso abdicar das benesses e dos aplausos para escrever de peito aberto e olhos arregaladossobre as verdades sonegadas, furtadas e desviadas que os fatos presentes em nossos tempos refletem apesar das ofuscações em que o alto poder busca mantê-los.

Associo-me aos comentaristas que assim também se manifestaram, os quais li e aplaudi. E digo aos que se manifestaram contrariamente às posições assumidas por voces autores deste escrito, que busquem mais conhecimentos no passado longínquo de nossas raízes, que não se contentem e sigam as tendências factuosas que se propala na mídia alinhada, eis que a serviço das elites e dos grandes proprietários que do passado herdaram suas fortunas, sabesse lá como, pois que, um dia, talvez não muito distante, as verdades escondidas venham todas à tona, e todos venham a conhecer a real verdade dos porquês assim estamos vivendo nestas terras que Deus contemplou com tantas riqueza e que, de outras vieram espertos a explorar e subtrair-lhes as dádivas do Criador.

Parabéns, mais uma vez, por esta matéria de inexprimível qualidade.


Francisco Antonio Ramos Alves
2007-11-22 19:44:00

Ainda bem que não somos todos iguais!

Parabéns aos autores pelo artigo que busca sair do senso-comum e denunciar práticas políticas populistas, paternalistas- sejam elas ditas de direita ou de esquerda. Ademais, os autores demonstram uma visão crítica da conjuntura política atual cuja construção, muitas vezes, é impedida pelos programas sociais que minimizam a pobreza. Ainda bem que não somos todos iguais!


Paola Felts Amaro
2007-11-21 05:08:46

Por que ainda somos diferentes

Este texto traz uma argumentação irrepreensível. Gostaria, eu mesmo, de tê-lo escrito.
Muito obrigado!
Carlos Wagner


Site: http://coutinhocamposnoseoutros.blo...
Carlos Wagner
2007-11-21 00:05:48

Por que ainda somos diferentes

Li o texto do início ao fim (acho que alguns não tiveram condições mentais de fazer isso) e acho que o mesmo levanta uma discussão absolutamente pertinente a todos os que desejam compreender o universo político contemporâneo. Aos autores, o meu reconhecimento por conseguir enumerar tanta informação e lucidez em um curto espaço.


Alexandre Ramalho
2007-11-20 19:25:59

Por que ainda somos diferentes

É consolador que os autores desse artigo não se importem de servir de vidraça às pedras jogadas pela direita que, no Brasil, se odeia ser reconhecida como tal. Efetivamente existe a divisão esquerda/direita, embora muitos preferissem que não. Ela se apresenta sob formas bem mais distintas do que nos tempos da guerra fria, mas ser de esquerda é ainda uma opção preferencial pelos excluídos, para que estes obtenham ao menos uma parte da incomensurável riqueza produzida no ocidente nas últimas décadas. Ações como a as que foram enumeradas no texto são uma forma de minimizar prejuízos históricos e é pena que causem tanta controvérsia. Não se trata de defender Chavez e seus amigos, mas sim, compreender o porquê do surgimento desses líderes e pensar se a América Latina estaria melhor com governos "liberais". Creio que não e sejamos francos para assumir as nossas posições sem hipocrisias e meias palavras. Que falem os reacionários, que mostrem a sua verdadeira face.


Marcos Ten Caten Vieira
2007-11-20 19:12:57

Arrume um desses cargos comissionados em Brasília que você ganha mais.

Caso não saiba, o verbo assistir no sentido de ver é transitivo indireto e requer preposição. A esquerda não presta pra nada mesmo, arruína até a educação...



2007-11-20 00:45:29

Por que ainda somos diferentes

só para lembrar: bolsa-escola, bolsa-família, são parte do receituário do Banco Mundial,que chama esta forma de "administrar a pobreza" de "rede de proteção social".
O sistema de cotas nas universidades tem inspiração nos projetos "integracionistas" da Ford Fundation.
De resto, o Brasil continua igual: servil e nunca na história tão disciplinado a cumprir o catecismo do deus-mercado.
O nome dessa tal "diferença" é Henrique Meirelles.


João Miramar
2007-11-19 22:15:30

Por que ainda somos diferentes

Bobbio dizia que "ser de esquerda é estar do lado dos mais fracos". Dou razão aos autores no sentido de que é preciso se posicionar em relação àquilo no qual se acredita sob pena de ser conivente com a "americanização" do mundo.
Muito inteligente a construção das idéias, ótimo artigo!!


Maria Luiza Wietczich
2007-11-19 13:05:35

Por que ainda somos diferentes

Penso que separar opções políticas entre "de esquerda" e "de direita" é, não apenas infantil, mas também totalmente defasado em relação ao momento político atual que vive o Brasil e o mundo.

Pensar que o cidadão tenha autonomia para decidir seus pontos políticos com base apenas em suas qualificações parece impensável para os autores do texto. Uma possível autonomia política, onde o cidadão não seja colocado no curral "da esquerda" ou "da direita", uma opção na qual não dependa de pastores que os guiarão através das sendas políticas não parece ser opção dentro do contexto colocado.

Fica difícil entender como um militar que usa estratégias típicas das mais ferrenhas ditaduras "de direita" que foram implantadas na América Latina, como é o caso de Chaves, possa ser alguém "de esquerda". Se isto não siginifica que as fronteiras entre estas duas denominações não existem mais, se não é possível que uma pessoa identifique estes paradoxos e se coloque como independente ao reconhecer a quebra destas fronteiras, sem ser por isto taxada "de direita", então de fato merecemos o artigo "de esquerda" que esta sendo comentado neste e-mail.

Rosana Flores


Rosana Flores
2007-11-19 04:40:03

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