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Comentários sobre esse texto:

O imposto e a nobreza carioca

Concordo com o texto do Alexandre e com o comentário da Silvia.

Acho que a interpretação do texto não está sendo feita da maneira correta, digo isto após ler todos os comentários.

Não acredito que o autor do artigo esteja indo contra o direito de reclamar dos moradores das áreas mais ricas e sim o fato de so terem se insurgido após perceberem que as mazelas da cidade estão batendo à sua porta. (aliás uma percepção um tanto quanto tardia...)

Entretanto, Alexandre, não têm(os) culpa, afinal nunca pegaram (mos) o seu (nosso) carro com o Basta! colado ao lado da blaca e tentaram (mos) fazer o trajeto até madureira...claro, pra quê? Fazer o que em madureira ou em outros lugares pobres? Afinal em fevereiro todos se apresentam na Sapucaí...

Mas não era preciso, bastava(!) que conversassem(os) um pouco com seus (nossos) garçons, porteiros, pessoas a quem dão (damos) bom dia, boa tarde e boa noite e lhes perguntassem(mos) (com paciência pra ouvir a resposta) como foi seu dia...

Entretanto, o que (nos) interessa mesmo é tentar superficializar as discussões que nos incomodam. Tentar descontruir o argumento "adversario" dando-lhe outra interpretação é a estratégia daqueles à quem não interessa argumentar.

Vou aproveitar um "conselho" dado em um dos comentários que li, modificando-o um pouco:

PENSE ENQUANTO LÊ


Rafael
2008-02-20 00:02:57

O imposto e a nobreza carioca

sou pobre, moro na periferia. acredito que toda essa discussão serve para enfatizar a necessidade de focar a atenção na possibilidade de emergenciar infra-estrutura na periferia, facilitar o acesso do pobre à educação de qualidade e resolver a questão da invasão de prédio modo sensato e com contrapartida. se a classe média alta do Rio deseja ordenamento público, está aí a grande oportunidade, pela posição de influência que lhes é inerente, de cobrar dos poderes reinvidicações justas para a camada menos privilegiadas a fim de que situações desagradáveis se minimizem. Infelizmente, devo admitir, sem uma redemocratização da educação, infra-estrutura e oportunidades a "sujeira" do favelado e do camelo continuarão.


Site: a favela opina
gilberto ramos
2008-02-14 19:15:14

O imposto e a nobreza carioca

Alexandre,entendo de certa forma a sua posição diante dessa mobilização e até concordo quando você diz que a adesão à este movimento, por parte de associações de moradores de bairros mais pobres, tem função quase que "legitimadora" do movimento do que uma posição de liderança na reinvindicação na melhoria dos serviços da cidade.

No entanto, discordo quando sua crítica se dá no sentido de "estereotipar" todo aquele que não é proveniente de bairros pobres,favelas como necessariamente abastado que dirige carros blindados e vive em apartamentos de 15milhões de reais.Entre estes dois extremos,existe muita gente que se vê insatisfeita com a gama de impostos a serem pagos e o retorno obtido a partir deles. A reclamação,antes de tudo,é de contribuintes que não conseguem achar correto pagar tanto e não receber a contrapartida de maneira equivalente.

O fato de o movimento de boicote do IPTU ter nascido na Zona Sul,no meu ponto de vista,ocorre em virtude de esta região ser aquela que tem a primazia cultural,social e econômica na cidade,e que fez uso de todo este aparato para buscar ser ouvida a todo momento sobre intervenções que afetam o seu dia-a-dia(esta é a função maior parte das associações de bairro)e para reclamar qualquer irregularidade que possa vir a ocorrer em sua região.

Ao ler o seu artigo,fiquei em dúvida se o que lhe parece ruim ou inaceitável era o fato de haver reinvindicação maior por parte daqueles que possuem mais escolaridade(os mais ricos),ou se o absurdo era o fato de se ver justamente o "abastado" reclamar sobre os serviços de sua cidade.Então o cidadão,caso seja considerado rico,não deve ter o desejo de se manifestar diante de algo que considera incorreto?Será que o rico tem que ter vergonha de fazê-lo por ser rico,como se só aqueles que não têm o mesmo padrão sócio-econômico tivessem esse direito?

Fiquei com a impressão(equivocada,espero eu)de que seu discurso afirma e prega que o rico deva sentir vergonha/remorso por ser o que é,e se calar e se recolher para que somente os menos favorecidos possam fazer reinvindicações.

Todos nós,os moradores da cidade do Rio de Janeiro somos,CONTRIBUÍNTES,não importa a origem de cada um,e o fato de sermos CONTRIBUÍNTES e em virtude disso esperarmos um retorno de toda a gama de impostos que pagamos em bons serviços.

Esse dualismo maniqueísta de "ricos/pobres","favelados/privilegiados",só leva a desvirtuar a discussão,criando uma impressão de que devemos enxergar a situação como se tudo fosse questão de "nós" e "eles",quando o que se deve realmente é discutir é a maneira pela qual o dinheiro do contribuínte(de TODOS OS CANTOS DA CIDADE,não só de áreas nobres)está sendo utilizado.


Rafael
2008-02-14 19:02:36

O imposto e a nobreza carioca

Alexandre,

Concordo plenamente com o seu ponto de vista, que, pelos comentários aqui postados, parece ter sido mal interpretado. Não se trata de ressuscitar argumentos esquerdistas ingênuos sobre a luta de classes ou polarizar o bem e o mal de acordo com a conta bancária de cada um.
O que é relevante que se note é que as classes mais abastadas no Brasil, com estudo e condições financeiras mais favoráveis,apenas se insurgem quando algo começa a atrapalhar o seu conforto. Sim, elas pagam altos impostos e tem direito de reclamar. Mas por que não reclamaram antes? Por que não se insurgiram das péssimas condições dos transportes urbanos, da falta de professores nas escolas públicas? Muito pelo contrário, o que fizeram foi se locumpletar de sistemas administrativos falhos e enriquecer com isso.
Reclamam agora, quando a situação se tornou insustentável. Quando abrem a janela e a vista é uma favela.
Essa é a história da elite brasileira, que, depois de 500 anos, ainda não entendeu que é preciso sair de si e contribuir com reformas de base para não ter que passar os próximos 500 anos em seus carros blindados com adesivo de BASTA ou NO IPTU.


Silvia
2008-02-14 16:43:48

O imposto e a nobreza carioca

Esse papo de direita e esquerda é chato e ultrapassado.

Alexandre, eu sou duro e não tenho um apê de 15 milhões de reais. Mas considero justo um proprietário que paga um IPTU absurdo relativo a 15 milhoes de reais lutar para que o valor pago lhe traga retorno. O que de fato sabemos que não acontece. Somente a sua visão rasa , limitada a rotular todas as intenções em manifestações esquerdistas ou direitistas, não é capaz de enxergar quanto buraco existem nas ruas, quanto lixo está por todo lado, quantos flanelinhas nos roubam diariamente aos olhos famintos dos policiais esperando por sua parte.

Pense antes de escrever.



2008-02-12 01:30:00

O imposto e a nobreza carioca

Com certeza a elite carioca tem em sua totalidade muitas pessoas que pensam de uma forma simplista e com interesses voltados apenas para seu bem estar como diz Alexandre. Mas percebo que a verdade neste movimento não é a pintada por ele ou apenas uma pequena parte pode ser descrita deste jeito. Como eu, existem muitas pessoas que querem ver nossas favelas com estação de tratamento de esgoto, com escolas e hospitais decentes, sem tráfico e sem milícias. Muita gente da elite e classe média sabe que só através destas ações as coisas podem melhorar para todas as classes. Estas melhorias tem que vir junto de limites sim, basta entrar no google earth para se ver o grau de desmatamento e crescimento desordenado de todas estas comunidades e ver que o Rio de Janeiro está caminhando para um processo de desertificação, a floresta da tijuca vai acabar desaparecendo.
Nasci na zona norte, cresci na zona oeste e vivi na zona sul por 10 anos. Acho que existe muito preconceito por parte de ricos, pobres e classe média em todos esses lugares. Pela primeira vez estou uma união nascer e o texto do Alexandre não ajuda em nada um movimento que acho legítimo sim e ao contrário do ele diz, não está tento a devida atenção da mídia não.
A principal mídia do nosso país se limita muito a falar sobre o movimento, deixando parecer que tem algum tipo de cumplicidade com nosso prefeito, o que está dificultando e muito as associações de moradores na divulgação do movimento. Felizmente existe a atenção de uma mídia relativamente forte que mantem informações diárias sobre o movimento.
Peço muito cuidado antes de se deixar influenciar ao ler o comentário do Alexandre.
Realmente existe uma elite execrável, alienada em seu conforto e mudinho egoísta. Mas não esqueçam que também existe o pobre execrável de carater duvidoso. Muitos deles acabam se tornando políticos e novos burgueses através de discursos que pregam justamente a igualdade, fraternidade e liberdade.


Site: Imposto e nobresa
Renato
2008-02-11 19:38:03

O imposto e a nobreza carioca

Alexandre,
parabéns, pelo artigo que demonstra a sua lucidez e preparo para dizer coisas que precisam ser ditas, como desta elite carioca que ainda acha que está na Corte, ou nos primórdios da República, e pode com a ajuda da imprensa afastar os pobres para longe de sua visão e olfato. Nesta época de violenta guinada para a direita é bom saber que alguns ainda se preocupam com o "populacho". Que bom saber que vc está atento aí no Rio.
Miguel Ângelo


Miguel Ângelo Nunes Bonifácio
2008-02-09 19:28:26

O imposto e a nobreza carioca - uma verdade só não existe.

"A solução seria, então, adotar políticas rígidas de ordenação e limpeza urbana, ações de tolerância zero (ou intolerância dez), remoção da população favelada, recolhimento dos adolescentes negros, prisão dos camelôs, filmagem das áreas de prostituição, retirada dos mendigos e melhoramento do já excelente equipamento urbano fornecido à Zona Sul." o contrário disso é manter a desordem, o crime, a informalidade, a prostituição e destruir a possibilidade de arrecadamento com turismo. A que setor da política interessa a manutenção destas bestialidades humanas? Quem tira proveito senão os populistas inertes promotores de esmolas e não de crescimento, de dignidade humana. só prega ser o dono da verdade o mais mentiroso de todos. todos os setores tem o direito de reinvindicar. manter a ilegalidade e a desinformação me parece tão desumano, quanto qualquer outro ponto apresentado pelo radical colunista envolto pelo manto da verdade única e obviamente estúpida.


luiz carlos pazello
2008-02-05 14:45:37

O imposto e a nobreza carioca

Essa turminha de comentaristas da zona sul tem a pachorra de afirmar que o "subúrbio" não acordou. Por favor, isto é ignorância de todo o movimento social e cultural e político que se multiplica nas periferias brasileiras. E isto NÃO TEM NADA A VER com esse movimento de direita que se chama "NO IPTU". O Leblon, Ipanema, Botafogo, eles têm é que PAGAR MAIS. Onde está a função social da propriedade? Onde está a função RACIAL da propriedade? Você toma um metrô para a Pavuna e a cada estação as pessoas vão ficando mais pobres e mais negras. Na zona sul, nem os garçons são negros! Chega de neo-escravagismo. IPTU SIM. E progressivo!


Bruno
2008-02-05 14:23:13

O imposto e a nobreza carioca

O Sr. Alexandre Mendes não apresenta um único dado que suporte suas especulações, digo, apresenta um dado surrealista (apartamentos de 15 milhões! se existirem uns 10 na cidade serão muitos). Acha que camelô é luta por emancipação de trabalho, recusando-se a ver que a maior parte é formada por empregados sem qualquer proteção legal,
só faltou falar das vans como alternativa de trabalho, quando sabemos que grande parte delas faz parte das frotas de bandidos explícitos, ou implícitos, como os policiais corruptos. Fala do excelente estado das vias de transporte, como se a comparação com áreas simplesmente abandonadas pela Municipalidade fosse razoável, dos excelentes equipamentos públicos (muitos deles bancados pela iniciativa privada).
O Sr. Alexandre não fala sobre os valores declarados pelo prefeito como reservas de investimentos, enquanto que a maioria da cidade, zona sul inclusive, pena com a falta de conservação.
O Sr. Alexandre considera a degradação da paisagem urbana como uma vitória dos despossuídos, ao invés de discutir o porquê da municipalidade não se engajar em projetos de habitação decente e, por favor, decente é ter água, luz, esgoto, telefone e, porque não, banda larga - inserção digital!
O sr.Alexandre glorifica a favelização e demoniza a classe média - mas, Sr. Alexandre, quem paga impostos? A classe rica não os paga e torna-se ainda mais rica com eles (incorporação da CPMF ao lucro das empresas, por exemplo), enquanto que a pobre não tem como pagar os impostos diretos (como o IPTU, p. ex.).
Também fala da intolerância dez - que seja - sejamos intolerantes com os camelôs, com os invasores de terrenos, com os pichadores - mas também devemos ser intolerantes com os pitboys, com os empresários corruptos, com os compradores e vendedores de drogas da classe média. A intolerância com o desrespeito ao próximo deve ser a máxima a ser adotada - intolerância com aqueles que sujam, depredam e desrespeitam o bem comum e o próximo.
Ao invés de defender a cidade partida, porque não trabalhar pela urbe? O Sr. Alexandre quer, na verdade, trocar um desrespeito por outro.
Paulo Cesar L. Pereira



2008-02-05 04:12:35

O imposto e a nobreza carioca

O Alexandre Mendes acertou dizendo que o IPTU é um imposto de caráter redistributivo. Só.

Sugiro a ele uma ida de Metrô até a Pavuna, uma passagem pela Av. Brasil e uma viagem de ônibus pelo entorno do Complexo do Alemão.

A polpulação de baixa renda e a classe média do subúrbio vem sofrendo o diabo, somente não acordou.

Se esse movimento começou no Leblon, palmas pra eles.

Falta o subúrbio retomar a sua grandeza, reconhecer a sua força. Levante-se Zona da Leopoldina. Vamos acabar com demagogia barata e deixar o Cesar Maia de vez em Paris.


julio
2008-02-05 02:18:24

O imposto e a nobreza carioca

Dá gosto ver membros da Defesoria Pública defendendo os verdeiros desejos de liberdade e democracia. É uma ilha de excelência (democrática!) e militância num mundo jurídico em geral passivo, burocrático e conservador.

Parabéns ao autor, um texto lúcido e inteligente sobre o higienismo e a moral de araque por trás dessa tentativa de golpe oligárquico contra a cidade ("NO IPTU"). Os tais indignados do Leblon jamais vão aceitar que todos têm o direito à cidade.

É o cúmulo alguns moradores da zona sul quererem falar em nome da multidão de excluídos que perfaz 90% da cidade. Não por acaso, é daí mesmo que saem os des-jornalistas da imprensa golpista, que nunca foram opinião pública, mas opinião publicada.

Então DEMOCRACIA NELES. O governo Lula tem mesmo é razão de IMPOR, fazendo "tudo o que for necessário", a democracia através do PAC, da Bolsa-Família, do Luz para Todos, do Projovem, do Prouni, das cotas raciais, da reforma universitária, da transposição do Rio São Francisco, da integração sul-americana e de todas essas medidas que estão revolucionando o Brasil.

E nunca estivemos tão bem, obrigado, 5% ao ano com distribuição de renda e democratização da produção.


Bruno
2008-02-04 18:17:48

O imposto e a nobreza carioca

Alexandre,

acho que você desperdiçou uma excelente oportunidade de debater honestamente a questão. Perdeu-se nesse debate, pós 60, de guerra entre elite e pobreza. Tolice servida por quem se percebe sem argumentos aos amantes dessa paixão desbotada!

Eu que estou de fora do Rio, a muitos quilômetros, sempre acompanhei com alguma curiosidade essa situação esquizofrênica na qual o qual o carioca parece deitar-se confortavelmente todos os dias. Sim, olho bem de longe, de modo que me escapam detalhes.

Agora, me diga. Você acha injusto que as classes sociais que bancam o governo tenham boas estradas, serviços públicos etc?!?! Sinceramente, esse seu discurso me parece a daquele cidadão que ao receber metade do salário que o outro recebe grita injustiça para que o salário do outro seja reduzido! Pura estupidez de quem se acostumou a enxergar na pobreza a redenção da própria culpa e, para ampliar o gosto de uma vingança sem razão, prefere o caos para todos.

Vamos, seja honesto, porque seu discurso é muito semelhante aos dos que de lá do "sul" esbravejam as bobagens que você aqui quer denunciar. Não perca mais oportunidades! Você não tem direito e as pessoas que você tenta defender não podem com isso!


Marcelo Nogueira
2008-02-04 16:29:34

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