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Comentários sobre esse texto:

Chamem a juíza Karam!

É TRISTE VIVER EM UM PAÍS, ONDE UMA JUÍZA AO INVÉS DE FAZER CUMPRIR A LEI E PROMOVER A JUSTIÇA SE TORNA DEFENSORA INCONDICIONAL DE UM CONHECIDO TRAFICANTE QUE TANTAS DESGRAÇAS FOMENTOU E SAIU IMPUNE,CONCORDO COM O LEITOR FÁBIO LEANDRO E PASMEM ALGUNS SETORES DA ESQUERDA COM SUA BURRICE E ESTUPIDEZ ME FAZEM CONCORDAR COM O LEITOR AUTO-INTITULADO FASCISTA.
INFELIZMENTE SÃO GRITANTES ALGUMAS POSIÇÕES QUE A EXTREMA-DIREITA E A ESQUERDA DEFENDEM, VIDE O ABORTO, POIS MENGELE O PRATICAVA E A ESQUERDA O DEFENDE!


RONALDO PEREIRA DA ROCHA
2008-04-04 16:05:22

Chamem a juíza Karam!

Maira, há uma diferença muito grande entre se inspirar num personagem e se inspirar num gênero cinematográfico. Leone pode mesmo ter se inspirado no Antonio das Mortes, embora exemplos de grandes vilões não faltassem no cinema americano que ele tanto admirava. Damiano Damiani também pegou algo de Antonio das Mortes e misturou com o beato Sebastião, ambos de DEUS E O DIABO, para criar o padre-pistoleiro vivido por Klaus Kinski em GRINGO. O que eu havia dito é que Glauber se inspirou em Sergio Leone e na estética do western spaghetti para fazer O FILME O DRAGÃO DA MALDADE CONTRA O SANTO GUERREIRO, que não é um drama social como havia sido DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL. Glauber citou isso um milhão de vezes. Também buscou inspiração em PISTOLEIROS DO ENTARDECER, do Peckinpah (e declarou isso em entrevistas). Mas os brasileiros parecem ter dificuldade em aceitar isso, como se fosse algum demérito...


Rodrigo Pereira
2008-03-24 18:58:00

Chamem a juíza Karam!

Ao contrário do que alguém comentou aqui, foi Sergio Leone quem se inspirou no Antônio das Mortes do "Dragão da Maldade", de Glauber Rocha, para criar o personagem de Henry Fonda no "Era uma vez no Oeste". Sergio Leone confessou isso em entrevista ao L’Osservatore Romano pouco antes de falecer.

Quanto ao assunto em pauta, Tropa de Elite é um filme ambivalente, dá margem a várias leituras. Um filme assim sempre incomoda a quem o assiste com "olhos ideológicos".

No mais, concordo com a autora, sou favorável à descriminalização das drogas, só que acho que isto não acarretará o fim da violência.


maira
2008-03-24 14:15:03

Chamem a juíza Karam!

Ao contrário do que alguém comentou aqui, foi Sergio Leone quem se inspirou no Antônio das Mortes do "Dragão da Maldade", de Glauber Rocha, para criar o personagem de Henry Fonda no "Era uma vez no Oeste". Sergio Leone confessou isso em entrevista ao L’Osservatore Romano pouco antes de falecer.

Quanto ao assunto em pauta, Tropa de Elite é um filme ambivalente, dá margem a várias leituras. Um filme assim sempre incomoda a quem o assiste com "olhos ideológicos".

No mais, concordo com a autora, sou favorável à descriminalização das drogas, só que acho que isto não acarretará o fim da violência.


maira
2008-03-24 14:12:22

Chamem a juíza Karam!

cara colega se assim pernite achama-la,não
acredito na liberação pelo simples fato que a corrupição tomaria conta o imperio do dinheiro reimaria como na tio sam,na europa,asia e pelo mundo a fora.Na minha nodesta opinão e porque assim como o famatismo religioso ou geopolitico donima o eu.O vicio dominara e desta maneira o circulo não sera mas de escolha indivitual mas estrutural.


jackson
2008-03-22 13:48:07

Chamem a juíza Karam!

Sou vegetariano, naturalista. Não consumo drogas, legais ou não. Nesse aspecto, considero-me insuspeito para emitir opinião sobre o assunto.
Morei nos EUA e na Holanda. E continuo a acompanhar a vida política e social de ambos países.
O que se propõe, particularmente pela Juíza Karam, é amplamente justificado pela longa experiêncioa desse dois países: num, a guerra infinita, permanente contra as drogas (usuários e traficantes), o que nada resolve, o consumo aumenta, tanto quanto a violência, a corrupção em todos os escalões da sociedade, persistindo graças ao lucro auferido por um complexo privado-industrial-estatal dele dependente e indutor; noutro, não há guerra às drogas, é caso de políticas públicas, a violência gerada pela proibição e criminalização inexiste, e o consumo é significantemente menor que nos EUA. Á propósito, a qualidade de vida na Holanda é incomparavelmente melhor que nos EUA.
Até quando vamos copiar caricaturescamente tudo de errado que os norte-americanos fazem? Que tal voltarmos os olhos para outras experiências bem-sucedidas noutras realidades?


Igor
2008-03-22 02:45:19

Chamem a juíza Karam!

Ei, que tal se proibissemos filmes de terror? Sabe como é, aqueles assassinos com machado, vai que alguém sai fazendo o mesmo por aí. E se nunca mais exibissemos PSICOSE na TV? Dizem que depois da estréia, o indíce de pessoas assassinadas enquanto tomavam banho cresceu exponencialmente no mundo todo. Fascista, esse Hitchcock!


Rodrigo Pereira
2008-03-20 19:27:00

Chamem a juíza Karam!

É impressionante o grau de conservadorismo e falta de conexão nos pensamentos das pessoas. São tão moralmente abaladas pelas "drogas" que não conseguem investigar apropriadamente os problemas em questão.

Em primeiro lugar, o filme Tropa de Elite é fascista sim, basta ver o efeito disseminador das atitudes autoritárias dos personagens. Aliás, ele potencializa uma atmosfera ultra reacionária que está presente nas pessoas e em todos os cantos, nos viciados meios de comunicação , nas opiniões... As pessoas começam a se sentir à vontade de prosseguir o movimento violento contra o pobre, o "drogado", o favelado, e, ainda, contra qualquer tentativa de transformação, seja intelectual, artistica, institucional, o que for. Não interessa, portanto, se o autor teve ou não intenção de produzir tamanho dano ao povo brasileiro. Falemos apenas sobre os seus efeitos. O filme se sustenta por si só. Não tem desculpa dizer que é ficção. O mundo é inventado todos os dias, o cinema faz parte da construção dos sujeitos. Se é isso que queremos produzir, a situação beira um caos irreversível. Além disso, cinematograficamente falando, é um filme de ação dos mais piegas, reproduz a lógica americana da montagem rápida, nada tem de gosto estético. É um péssimo filme. Politicamente, é triste.

Agora, quanto às drogas, o que seria mais DROGA do que a idiotização proporcionada pelos meios de comunicação, que torna as pessoas crentes em supostas verdades que são reproduzidas sem parar com o consenso geral, que faz as pessoas perderem o a capacidade de elaborar um pensamento novo sobre as coisas, de inventar outras formas de vida possiveis, que as fazem aceitar uma imposição moral como se a vida se sujeitasse a isso e não fosse livre para experimentações diversas. É hipocrisia sim tratar as chamadas drogas como problemas criminais. Mas, sobretudo, é uma ignorância suprema pensar que elas não estão presentes na cultura do homem, em suas mais variadas formas. Aceita-se a televisão com suas tristes programações de mentes, mas a maconha é proibida. Chega a ser risível.

A violência, por sua vez, é um produto de muitas forças presentes no capitalismo. A descriminalização das drogras modificariam alguma coisa, mas não iriam na raiz do problema, que é a extrema desigualdade social, a pobreza e o descado com ela. Não há liberdade na nossa sociedade, não há democracia. Quem crê em tais superstições só poderá reclamar e reclamar como tanto fazem, mas nunca MODIFICAR o que está gritando para ganhar vida.


Ana
2008-03-20 18:48:27

Chamem a juíza Karam!

Assisti aos dois filmes.Tropa de Elite, como filme, é 10. Acho até que merece um "Oscar". O outro tem suas virtudes. Em comum, o tema drogas. Refletem, até certo ponto, a realidade de nosso sistema social. Quem a polícia na "guerra às drogas" prende? Regra geral, pobres, mulatos e negros. Não só aqui. Também nos Estados Unidos, onde essa loucura da "Guerra às drogas" começou. Johnny, serve de exemplo. Se fosse de uma favela qualquer do Rio, Recife ou Salvador, pegaria, no mínimo, uns 5 anos. Portanto, no tocante às drogas, a autora está certa. Há mais de 5 anos venho estudando esse tema. Estive pesquisando na Europa, inclusive em Amsterdã. Um lugar fantástico, do qual sem o menor conhecimento, muitos falam um monte de bobagens. Ainda este ano lanço um livro sobre a maconha e as drogas em geral com uma visão antiproibicionista. Pelo visto, vão querer comer o meu fígado...
Um abraço a todos.


Ubirajara Ramos
2008-03-20 16:35:59

Chamem a juíza Karam!

Eu gostaria que me dissessem se a experiência de legalizar as drogas em alguns países do primeiro mundo deu certo. E ainda, se por lá, acabou-se a corrupção, a violência nas favelas, aliás, existem favelas em Amsterdam? Me digam se, pelo fato de terem liberado as drogas, não existem mais mortes por balas perdidas e se a polícia parou de invadir os morros, ok?

Pessoal, o problema é muito sério do que imaginamos.


Carlinhos Medeiros
2008-03-18 15:46:21

Chamem a juíza Karam!

Uma coisa é discutir, contestar, concordar, etc...outra é o desrespeito da mensagem anterior que deveria ser excluída desse fórum...onde está a moderação??


Paulo
2008-03-17 19:15:37

Chamem a juíza Karam!

O pior de tudo isso é ter de ouvir uma drogadinha filha da P... dizer que legalizar a droga acabaria com o trafico.A unica maneira de acabar com o trafico é acabar com uma mãe vadia que não soube cuidar dos seus filhos, pois só queria vadiar ou aparecer pras amigas, que só se preocupa com carros, jóias e machos. As vadias são as verdadeiras culpadas, não sabem ser mães querem transformar o mundo num prostíbulo como ta acontecendo na terra desgraçada,a Holanda,viva o bope, viva o capitão nascimento, pau nestes canalhas da classe merda que só querem se drogar,flhos do acaso, filhos da p...,bastardos que só sugam da sociedade. Chamem um juiz sim, mas pra prender estes idiotas e traficantes que querem a legalização de drogas.



2008-03-17 12:43:17

Chamem a juíza Karam!

O debate está muito interessante...
existem questões valiosas para ambos os lados tanto pró quanto contra a questão das drogas...que é mínima perto dos problemas que vive o país
infelizmente na democracia representativa não somos nós...o povo com nossos argumentos diferentes que chegamos a melhor opção com parcimonia para ambos os lados... e sim os políticos que oferecemos direitos muitos e deveres pouco cumpridos....
politicos esses entre os quais compõe nosso poder legislativo como o Sr. Maluf que se pisar na Suiça e Itália é imediatamente PRESO ou poderia citar tantos nomes....como Clodovil, Frank aguiar, o do chapéu, Celso Russomano...
enfim...é ridícula a sitiuação do país...
enquanto isso cidadãos que tem opiniões relevantes à respeito do assunto são confinados à fóruns e discussões de bar...
vale lembrar que nessa democracia maravilhosa, o grande mal é OBRIGAR todos dos "cidadãos" a votarem...um paradoxo...daí fica fácil a eleição dessa corja...visto que a maior parte da população é desprovida intelectualmente.. vide a audiência do BBB...
tenho vergonha de falar que sou eleitor no Brasil...mas orgulho em dizer que anulei todos meus votos, e continuarei anulando se não aparecer ninguém que demonstre vontade de mudança e não apenas ganancia pelo poder
abraços


Baba
2008-03-17 03:42:38

Chamem a juíza Karam!

Deve estar brincando. Antes de mais nada, procure ver o histórico de Amsterdam na Holanda que havia liberalizado o consumo de drogas. Agora estão mudando a lei.Quem nunca usou, agora está drogado. Pessoas que não tem um minimo de amor próprio perambulam pela cidade sem eira nem beira. O que conseguem "achar" trocam por droga. E não trabalham, isso fazem os outros, naturalmente. Os drogados só querem colher os beneficios do labor de outrém.


werner henrique tonjes
2008-03-16 12:58:35

Chamem a juíza Karam!

Algo que me impressiona é algumas pessoas falarem que a descriminalização e regulamentação do consumo de drogas não teria efeito algum sobre o tráfico, e seria o "sonho" dos traficantes, que poderiam vender livremente.
Ora, afirmar isso é desconhecer o funcionamento do mercado. A produção e distribuição regularizada atrairia produtores que têm custo e eficiência muito mais altos que aqueles atingidos num barraco de favela. Ou alguém aí acha realmente que vinte garotos num barraco têm condições operacionais de concorrem com uma Souza Cruz da vida na produção, por exemplo, de cigarros de maconha.

O fato é que praticamente desde o código criminal do império se tenta vencer as drogas pela repressão. Nunca funcionou. Acho que é hora de tentar uma tática diferente. Afinal, errar é humano, mas permancer no erro...


Ricardo Teixeira
2008-03-14 21:27:36

Chamem a juíza Karam!

Minha discordância fundamental é quanto a avaliação unilateral e injusta do filme Tropa de Elite. Primeiro: o filme se apresenta como ficção, e neste sentido, as falas dos seus personagens, e principalmente a narração fria do capitão Nascimento não devem ser tomadas ao pé da letra, como se tratando de defesas simplórias de pontos de vista (o filme só é grosseiro se assim o interpretarmos). Personagens, em qualquer obra de ficção, são experiências de discurso, idéias perspectivadas sobre o mundo, uma possibilidade existencial que se põe à prova e se articula. O personagem capitão nascimento é um dos mais fortes da história do cinema brasileiro, tanto pela interpretação magistral de Wagner Moura, quanto pela complexidade de sua personalidade: fragilizada, enlouquecida, manipuladora, neurótica, e o que é pior, também vítima do papel que ocupa na lógica do sistema. Não podemos esquecer que a linha narrativa paralela de sua vida pessoal é uma curva descendente, a desestruturação, a incapacidade de viver e ser o capitão Nascimento.
Dentro de uma narrativa, seja ela cinematográfica ou literária, as coisas são constantemente afirmadas e negadas, repelidas e atraídas, ditas e ironizadas.
Onde o filme afirma teses e onde às nega? Estamos diante de uma negação por absurdo ou de uma afirmação hiperbólica?
Mas para fazer justiça a essa obra que convulsionou o país e impregnou nossas falas é preciso liberar as capacidades interpretativas do público, cativas do maniqueísmo das telenovelas e do jornalismo neutro. Só assim podemos nos perguntar se obras de ficção afirmam, sugerem ou interrogam. Só a partir de uma sensibilidade renovada podemos colocar cada coisa em seu devido lugar.


alam
2008-03-14 17:47:24

Chamem a juíza Karam!

Concordo com tudo que disse o texto.
Parabéns pela vontade de pensar um país melhor, menos violento e menos hipócrita.
Vamos aceitar diferenças, eu bebo vinho, meu vizinho fuma o que quiser e convivemos todos na paz, respeitando um ao outro.
Porque não pode ser simples para alguém compreender que os danos provenientes do uso de qualquer substância são de competência da àrea da saúde e não da polícia que tem já tem problemas demais a resolver.



2008-03-13 20:12:25

Chamem a juíza Karam!

Concordo com tudo que disse o texto.
Parabéns pela vontade de pensar um país melhor, menos violento e menos hipócrita.
Vamos aceitar diferenças, eu bebo vinho, meu vizinho fuma o que quiser e convivemos todos na paz, respeitando um ao outro.
Porque não pode ser simples para alguém compreender que os danos provenientes do uso de qualquer substância são de competência da àrea da saúde e não da polícia que tem já tem problemas demais a resolver.


irmão de todos
2008-03-13 20:11:31

Chamem a juíza Karam!

Victor Magno, vc se contradiz, ela falou tudo isso justamente para acabar com tudo isso meu caro, para evitar todas essas barbaridades que vc citou, essas coisas só acontecem por causa da proibição, que da dinheiro para o bandido e para o policial corrupto, é dificil de entender isso?? Se acabassem com esse comercio ilegal, seria um golpe financeiro MONSTRUOSO nas organizações criminosas...


Santos
2008-03-13 20:05:59

Chamem a juíza Karam!

Quem planta preconceitos não pode exigir paz!!
Vi um comentario abaixo, que não se pode ter maconha a não ser pelo traficante, ESTÁ ABSOLUTAMENTE ERRADO... nos dias de hoje, o usuario conciente de cannabis pode plantar em casa para seu consumo proprio, simples e facil. E ai preconceituosos e proibicionistas de plantao, qual é o problema de se fumar um baseado sem comprar de traficante???


DedoVerde
2008-03-13 19:53:15

Chamem a juíza Karam!

o problema é que a autora não tem conhecimento suficiente para propor esse debate. Assistiu a dois filme, consumiu e se imaginou capaz de explicar ao mundo a questão... quem nunca viu cena parecida? Pela leitura do texto, depreende-se que o posicionamento é mais uma defesa de quem se sentiu diretamente atingido pelos tapas do capitão Nascimento - belas cenas de um filme meramente policial, um filme de ação (allooooouuuu é um filme de ação e muito bom!!!). Não confunda as coisas, não se entorpeça nessa tentação de achar que todo brasileiro é ignorante e vai aceitar passivamente a imposição de uma mentira.

E, senhor Rafael, guarde sua gramática para os seus filhos, ou seus alunos. O que está em debate aqui não é a droga do português, mas a liberação do comércio de drogas para as classes de maior poder aquisitivo (o principal grupo social consumidor do tipo de droga que aqui se tenta expor as conseqüências da comercialização institucionalizada). Se o senhor que se sentir mais importante porque domina algumas regras gramaticais, sugiro a criação de novo tópico, para que o debate ganhe um espaço adequado. Aprenda a respeitar as idéias, sem esse puritanismo babaca de quem quer se valer mais porque teve a chance de frequentar a escolinha. Ok?


Professor Arnaldo de Araújo
2008-03-13 13:35:39

Chamem a juíza Karam!

O que acho desonesto nessa discussão proposta por essa mulher, de quem nunca, ainda bem, nunca ouvi falar, é a tentativa de emplacar o discurso pró-drogados à melhoria das condições de vida das pessoas marginalizadas!!! Isso representa o enorme despreparo e alienação tanto para a abordagem do tema, como para a leitura da realidade brasileira e a sua política de segregação social! Demagogia na veia!!!


Thiago Lacerda
2008-03-13 12:58:27

Chamem a juíza Karam!

Gostaria de saber em que planeta encontra-se a autora. Admito que o texto é muito bonitinho, porém ela coloca seu ponto de vista de uma forma visivelmente abalada pela irrealidade que deve viver.

Francamente, não consigui entender:
- "É sabido que o consumo de drogas não fere nem ameaça a rede social, é uma decisão, um risco individual.". De quais "entorpecentes" a autora fala? Groselha com tubaína? Guaraná com leite?

Não a conheço, mas acho que ela deve estar perdida, talvez viva na zona sul do Rio de Janeiro, ou quem sabe vive em algum lugar "bem-transado" da capital paulista, onde tudo virava uma algazarra juvenil, desde os primórdios com o já defunto "optalidon" que a molecada procurava usar, prá se dizer "in" e impressionar os amigos da escola. Na mesma esteira vinha o Pambenil entre outras coisas mais.

Consumo de drogas não fere nem ameaça a rede social. Essa é boa!

EM TEMPO:

A senhora conseguiu sentir-se refém de "Tropa de Elite" e não conseguiu abrir brechas para questionamentos? é verdade mesmo?


Marcelo Santos
2008-03-13 07:59:58

Chamem a juíza Karam!

Medo... As opiniões extremas aqui neste fórum de discussão em nada acrescentam (e nem os erros de português!! Gente, vamos aprender a pontuar e a "ortografar" - perdoem minha licença poética) O texto da autora é muito pertinente para suscitar a discussão sobre o assunto dos entorpecentes. Prefiro chamar de entorpecentes porque "drogas" são muitas... Desde maconha até prozac, desde vodka até cocaína até tylenol. O termo "drogado" mesmo me causa náuseas. Discordo completamente do que ela fala do filme Tropa de Elite. É um excelente filme de ação, com atuações esplêndidas, principalmente de seu protagonista.
Enxergar o filme como "fascista" (assim gente, com sc) é ter uma visão muito limitada da coisa, pois ele é simplesmente um retrato da violência e corrupção que permeiam a mal-remunerada PM do Estado do Rio de Janeiro. Toda a ação mostrada no filme é resultado de um sistema podre... Quem viu o filme lembra o que o Capitão Nascimento falou em uma de suas partes, acho que mais no começo do filme: "Não estamos aqui para defender a sociedade, mas sim o sistema". O que ele quis dizer com isso? Que a polícia defende a lei, como estiver posta, por mais que ela seja irreal ou injusta.

A defesa da lei é o fator primordial da existência da força pública; ela existe para isto mesmo, não tem jeito. O discurso que afirma que a polícia poderia combater outros crimes mais perigosos do que ir atrás de maconheiros é sem fundamento, pois a polícia existe para isto, cumprir a lei.

Porém, lembremos da frase anteriormente citada do Cap. Nascimento. O sistema legal é produto de um processo legislativo, as leis são feitas por nossos representantes, não caem do céu como as Doze Tábuas. Muitos aqui vêm dizer que as leis devem ser cumpridas e pronto, como se estas fossem outorgadas por um Cavaleiro Jedi, guardião da força e da justiça. As leis são passíveis de erros também, e a legislação anti-drogas não é uma exceção. Todavia, desrespeitá-las é ir contra uma legalidade que ordena - ou tenta ordenar - o caos instalado.

Dito isso, afirmo que a legalização das drogas - ou sua simples descriminalização - é um caminho sem volta. Mas não de forma abrupta, e nem com pioneirismo brasileiro. Por mais que isto possa soar triste, o grande país do norte terá que tomar a iniciativa. Mas não se enganem... Mesmo com Bush e sua turma, a questão cultural do uso de drogas (principalmente da maconha) é completamente diferente hoje nos States. Quem vê TV americana (Programas de entrevistas, sitcoms, filmes, desenhos) percebe a aceitação e até o lugar comum que virou o assunto. Não é mais tabu, é algo aceito como parte da sociedade. Mas vai demorar um pouco para chegarmos num patamar de total liberalização, lá e principalmente aqui (lembrem-se da Revolução Industrial...)

O importante na discussão deste assunto é acabar com os extremos. "Libera já" ou "Reprime agora" são lemas de uma burrice absurda, de um simplismo perigoso, pois não podemos deixar de reconhecer que certas pessoas não têm capacidade - ou melhor dizendo, base - para comsumir qualquer tipo de entorpecente. São quimicamente mais suscetíveis que outras (perguntem isso para os médicos que eles poderão explicar melhor). Também não podemos ser tão ingênuos em achar que "a droga mata", que "você não conhece um pai que perdeu seu filho para as drogas". São exceções; e falo com convicção: são exceções num universo de milhões de usuários. E não digo só de maconha, que é mais leve, mas também de cocaína. Crack e Heroína são outros quinhentos, e seu uso deve continuar sendo controlado. Tratar o problema como caso de saúde pública também é pertinente, porque os viciados são uma parcela muito menor entre os usuários de entorpecentes. Pessoas também morrem por causa do uso excessivo de álcool, e não vejo ninguém indo bater na porta da Ambev.

Enfim, este assunto é muito complicado para ser exposto com argumentos simplistas. A autora peca em alguns momentos, mas se destaca quando aponta a hipocrisia - sim, sempre ela - da sociedade, que implora por um comportamento de ordem quando ela é a própria desordem. A repressão contra os entorpecentes vai acabar; confio no gênero humano, que não é burro. Isto me faz um otimista? Pode ser. Mas não me importo. O que quero é que este assunto seja tratado com menos extremos, com menos hipocrisia, e com mais inteligência. Abraços e Boa Noite!


Raphael
2008-03-13 07:09:15

Chamem a juíza Karam!

Medo... As opiniões extremas aqui neste fórum de discussão em nada acrescentam (e nem os erros de português!! Gente, vamos aprender a pontuar e a "ortografar" - perdoem minha licença poética) O texto da autora é muito pertinente para suscitar a discussão sobre o assunto dos entorpecentes. Prefiro chamar de entorpecentes porque "drogas" são muitas... Desde maconha até prozac, desde vodka até cocaína até tylenol. O termo "drogado" mesmo me causa náuseas. Discordo completamente do que ela fala do filme Tropa de Elite. É um excelente filme de ação, com atuações esplêndidas, principalmente de seu protagonista.
Enxergar o filme como "fascista" (assim gente, com sc) é ter uma visão muito limitada da coisa, pois ele é simplesmente um retrato da violência e corrupção que permeiam a mal-remunerada PM do Estado do Rio de Janeiro. Toda a ação mostrada no filme é resultado de um sistema podre... Quem viu o filme lembra o que o Capitão Nascimento falou em uma de suas partes, acho que mais no começo do filme: "Não estamos aqui para defender a sociedade, mas sim o sistema". O que ele quis dizer com isso? Que a polícia defende a lei, como estiver posta, por mais que ela seja irreal ou injusta.

A defesa da lei é o fator primordial da existência da força pública; ela existe para isto mesmo, não tem jeito. O discurso que afirma que a polícia poderia combater outros crimes mais perigosos do que ir atrás de maconheiros é sem fundamento, pois a polícia existe para isto, cumprir a lei.

Porém, lembremos da frase anteriormente citada do Cap. Nascimento. O sistema legal é produto de um processo legislativo, as leis são feitas por nossos representantes, não caem do céu como as Doze Tábuas. Muitos aqui vêm dizer que as leis devem ser cumpridas e pronto, como se estas fossem outorgadas por um Cavaleiro Jedi, guardião da força e da justiça. As leis são passíveis de erros também, e a legislação anti-drogas não é uma exceção. Todavia, desrespeitá-las é ir contra uma legalidade que ordena - ou tenta ordenar - o caos instalado.

Dito isso, afirmo que a legalização das drogas - ou sua simples descriminalização - é um caminho sem volta. Mas não de forma abrupta, e nem com pioneirismo brasileiro. Por mais que isto possa soar triste, o grande país do norte terá que tomar a iniciativa. Mas não se enganem... Mesmo com Bush e sua turma, a questão cultural do uso de drogas (principalmente da maconha) é completamente diferente hoje nos States. Quem vê TV americana (Programas de entrevistas, sitcoms, filmes, desenhos) percebe a aceitação e até o lugar comum que virou o assunto. Não é mais tabu, é algo aceito como parte da sociedade. Mas vai demorar um pouco para chegarmos num patamar de total liberalização, lá e principalmente aqui (lembrem-se da Revolução Industrial...)

O importante na discussão deste assunto é acabar com os extremos. "Libera já" ou "Reprime agora" são lemas de uma burrice absurda, de um simplismo perigoso, pois não podemos deixar de reconhecer que certas pessoas não têm capacidade - ou melhor dizendo, base - para comsumir qualquer tipo de entorpecente. São quimicamente mais suscetíveis que outras (perguntem isso para os médicos que eles poderão explicar melhor). Também não podemos ser tão ingênuos em achar que "a droga mata", que "você não conhece um pai que perdeu seu filho para as drogas". São exceções; e falo com convicção: são exceções num universo de milhões de usuários. E não digo só de maconha, que é mais leve, mas também de cocaína. Crack e Heroína são outros quinhentos, e seu uso deve continuar sendo controlado. Também deve ser desmistificada a história de que "uma coisa leva a outra": conheço pessoas que nunca cheiraram cocaína, mas fumam maconha, e vice-versa. E são a grande maioria. Estes que começam pelo cigarro e acabam no crack são pessoas aptas a qualquer tipo de vício (lembremos de perguntar aos médicos mais uma vez). Tratar o problema como caso de saúde pública também é pertinente, porque os viciados são uma parcela muito menor entre os usuários de entorpecentes. Pessoas também morrem por causa do uso excessivo de álcool, e não vejo ninguém indo bater na porta da Ambev.

Enfim, este assunto é muito complicado para ser exposto com argumentos simplistas. A autora peca em alguns momentos, mas se destaca quando aponta a hipocrisia - sim, sempre ela - da sociedade, que implora por um comportamento de ordem quando ela é a própria desordem. A repressão contra os entorpecentes vai acabar; confio no gênero humano, que não é burro. Isto me faz um otimista? Pode ser. Mas não me importo. O que quero é que este assunto seja tratado com menos extremos, com menos hipocrisia, e com mais inteligência. Abraços e Boa Noite!


Raphael
2008-03-13 07:08:38

Chamem a juíza Karam!

Liberar as drogas em um país como o Brasil só significa dar a corda aos suicidas de plantão. Convenhamos, é tudo o que o Beiramar gostaria, poder abrir seu próprio quiosque à beira mar pra vender o que bem entende sem ninguém pra encher o saco. Esse discurso de hiponga já está ultrapassado, liberem sim a educação que está precisando ser consumida a vontade.


O facista
2008-03-13 06:15:56

Chamem a juíza Karam!

concordo com vcs Ricardo Schenowiski e Marcelo Nogueira, acho que tudo isso deve ser pensado! mas o usuário não deixou de existir com o proibicionismo...e com essa prática quem usa acaba sendo marginalizado em prejudicado, sendo taxado de culpado, sendo que a culpa não é somente dessa classe, prejudacado por utilizar um produto sem procedência, sem todos esses controles de saúde pública citados e prejudicados pelo críme tanto do poder paralelo quanto da polícia, sou usuário de cannabis e acho plausível o argumento de vcs mas acho que alguma solução entre o meio termo seja benéfica para ambas as partes....o dinheiro gasto no "combate ao tráfico" poderia ser usado para suprir a saúde dos usuários, além disso o sus ele é muito bem pago pelo Estado!!! só que infelizmente no Brasil recursos públicos são desviados...
vcs propõe rigorosos controles de primeiro mundo! mas esquecem-se do país que procedem....O tráfico existe pois muitos ganham muito dinheiro com isso!
usuários de maconha poderiam ter sua própria plantação e não envolver-se mais com traficantes...ou então a exisTencia de cooffe shops como existe na holanda onde o consumo fica restrito a esses ambientes, ou então se formos radical como propõe deveríamos acabar com toda venda de bebídas alcoólicas, cigaros, impor pessadas taxas e rigorosas leis para se adquirir uma carteira nacionla de habilitação que todos sabem que pode ser comprada uma...basta querer e ter $, gorduras e outras coisas prejudiciais à saude como foi prposto no texto, fumo à 8 anos e nunca fiquei tão insanamente descontrolado quanto um gordo que não vai ao Mc Donalds
o que existem são apenas muitos pontos de vista! segundo o CEBRID 7% da população nacional fuma maconha...uma boa parte que não pode ser desprezada como são os 35% que vivem abaixo da linha da miséria...
reflitam!
fiquem em paz
abraço


Baba
2008-03-13 05:53:46

Chamem a juíza Karam!

Sinceramente, acredito que quem esta junto do bandido também é bandido. Nao existe meio bandido.
Se parte da policia age com mais violencia, é porque a muito estamos em uma guerra que só quem é cego nao ve.
Quanto a discurso politico em filmes estes sempre existiram, agora nao concordo em dizer que o Tropa, ou a visão do BOP é simplista, ou facista.
Estes caras dao o sangue que se muitos de nós deveriamos dar em nossas áreas.


Paulo
2008-03-13 05:50:01

Chamem a juíza Karam!

pra mim responsabilizar jovens usuarios de drogas ilicitas pelo financiamento de armas e drogas e uma covardia um ato despresivel de pessoas ignorantes e mal intencionadas que nao entendem que a maioria das armas e drogas tem que entrar pela fronteira de nosso pais para chegar nos centros urbanos e como percebemos entram livremente basta observar o poder de fogo dos traficantes que em sua maioria sao financiados nao por jovens apenas usuarios mas sim por empresarios gananciosos que nao se contentam em viver com o que produzem legalmente em suas atividades empresariais e acabam investindo nas drogas para multiplicar com rapidez e lucros extraordinarios seus investimentos espalhando as drogas pela cidade politicos desonestos e policiais autoridades corrupitas que fazem o mesmo so que pior permitem que armas de grosso calibre e drogas passem por nossas fronteiras tornando as metropolis de nosso pais numa verdadeira zona de guerra onde a sociedade de bem e a mais lesada mantendo seus discursos hipocritas e demagogicos a respeito de assuntos tao importantes como este e mais nao contentes com isso jogam a culpa dessas maneiras ilicitas de enrriquecer nos jovens usuarios dizendo que quem financia a violencia e alimenta o trafico sao jovens de classe media e alta pura hipocrisia e covardia pois eles se escondem dessa maneira tirando o foco deles e jogando a culpa em cima dos jovens como sempre legalizando acaba com essa curriola de vermes que de fato permite a degradacao da nossa sociedade e lucra com a guerra do trafico em todas as suas esferas


Site: chamem a juiza karam
MARCIO DO RJ
2008-03-13 05:40:40

Chamem a juíza Karam!

pra mim responsabilizar jovens usuarios de drogas ilicitas pelo financiamento de armas e drogas e uma covardia um ato despresivel de pessoas ignorantes e mal intencionadas que nao entendem que a maioria das armas e drogas tem que entrar pela fronteira de nosso pais para chegar nos centros urbanos e como percebemos entram livremente basta observar o poder de fogo dos traficantes que em sua maioria sao financiados nao por jovens apenas usuarios mas sim por empresarios gananciosos que nao se contentam em viver com o que produzem legalmente em suas atividades empresariais e acabam investindo nas drogas para multiplicar com rapidez e lucros extraordinarios seus investimentos espalhando as drogas pela cidade politicos desonestos e policiais autoridades corrupitas que fazem o mesmo so que pior permitem que armas de grosso calibre e drogas passem por nossas fronteiras tornando as metropolis de nosso pais numa verdadeira zona de guerra onde a sociedade de bem e a mais lesada mantendo seus discursos hipocritas e demagogicos a respeito de assuntos tao importantes como este e mais nao contentes com isso jogam a culpa dessas maneiras ilicitas de enrriquecer nos jovens usuarios dizendo que quem financia a violencia e alimenta o trafico sao jovens de classe media e alta pura hipocrisia e covardia pois eles se escondem dessa maneira tirando o foco deles e jogando a culpa em cima dos jovens como sempre legalizando acaba com essa curriola de vermes que de fato permite a degradacao da nossa sociedade e lucra com a guerra do trafico em todas as suas esferas


MARCIO DO RJ
2008-03-13 05:24:32

Chamem a juíza Karam!

quem acha q maconha é menos nociva q o álcool, q é livre arbítrio e tal, q peçam a legalização! o q importa é q, HOJE, maconha é proibida. e isso financia quadrilhas em todo o mundo. ou não? quem financia isso????
ou seja, um cidadão com responsabilidade tem 2 opções: ou luta pela liberação e para de fumar ou simplesmente, para de fumar!
hipócritas! adoram criticar corruptos, mas não enxergam q financiam bandidos...


alexandre
2008-03-13 05:23:52

Chamem a juíza Karam!

Não é preciso defender o Tropa de Elite para atacar algumas idéias: comparar gordura trans a drogas pesadas é no mínimo irresponsabilidade, já que quando o drogado tá doidão faz infinitamente mais merda do que um gordo se esbaldando no McDonald’s. Nem é preciso ir tão além: com álcool, dá até frentista atropelado, e o álcool em questão não era o das bombas. Pra não falar em drogados entupindo o SUS, como se as grávidas de 14 anos de idade e idosos de baixa escolaridade e marginalizada classe social não fossem problemas suficientes a resolver.


Márcio
2008-03-13 05:23:24

Chamem a juíza Karam!

Ninguém aqui ainda sacou que a Sra. Bentes é uma das Universitárias da Puc do Rio tão bem retratadas no filme "tropa de elite" E dá-lhe Foucault, Deleuze, etc que a própria França há muito enterrou juntamente com a "Nouvelle Cuisine" e o cigarro em lugares fechados. Impressionante como na América latina ainda persistem esses humanismos pueris frutos de uma sociologia esquedóide da década de 70 quando o slogan "seja marginal seja herói" ainda valia e os usuários de drogas almejavam abrir as "portas da percepção". Hoje são apenas hedonistas, partidários do "devir-babaca" que atazanam a vida de familiares e entopem os hospitais e fazendas terapêuticas quando se dão conta que o glamour da droga é uma picaretagem. Óbvio que isso sempre existiu e sempre existirá, ninguém é ingênuo por aqui, mas vamos tomar cuidado e respeitar mais o drama de tantas pessoas que sofrem diariamente por causa de seu vício sem querer tranformá-los em símbolos de o que quer que seja. E tropa de elite é um filme de ação fantástico, não exageremos as suas supostas "mensagens". Não patrulhe Sra. Bentes.


Ricardo Schenowski
2008-03-13 05:13:44

Chamem a juíza Karam!

A divisão entre drogas lícitas e ilícitas é uma lógica que nunca compreendi.
Porque o álcool é lícito e o baseado não? Sei lá.
Cansamos de ver lares e vidas destruídas pelo álcool que, no entanto, é considerado lícito.
Não é o argumento da destruição de lares e vidas que sustenta a ilegalidade das drogas "ilícitas"?
Para mim, a ilegalidade das drogas é um status quo que interessa a muitos.
Bandidos, polícia, Justiça, psicólogos, psiquiatras, fabricantes de armas e de aparato de segurança, empresas de segurança - a lista é enorme - são segmentos da sociedade que se beneficiam da guerra contra as drogas.
Quanto valeria um baseado se este fosse legal? Qualquer usuário poderia ter sua plantação particular. A indústria da droga iria à falência...
A Lei Seca americana não é um exemplo histórico a ser seguido? Se uma garrafa de pinga custa uma mixaria, não há forma da bandidagem se alimentar deste insumo.
Se alguém é alcólatra ou alcólico, como queiram, é um doente a ser tratado. Aliás, a origem desta doença não é a existência da bebida e sim a enfermidade inerente ao doente.
Se não fosse assim, o que justifica que parte da população saiba lidar com a bebida e parte não?
O mesmo se dá com as drogas.
O vício é hoje um mal de conseqüências muito menos impactantes para a sociedade do que a guerra criada pela proibição e criminalização da droga... Digo isso por princípio filosófico e pela defesa da cidadania, já que não faço uso de drogas ilícitas e bebo socialmente e, ainda assim, muito pouco...


Marcello Luporini
2008-03-13 05:11:30

comprovado fascismo



2008-03-13 05:04:02

Chamem a juíza Karam!

Que pena a Sra. Bentes desperdiçar seu tempo de maneira tão inconsequente e superficial.....Seria má fé? Ou é despreparo mesmo? Ou vontade de aparecer aparentando erudição? Que dó........


Leila pardini
2008-03-13 04:44:42

SEMPRE EXISTIU USUARIOS COMO SEMPRE EXISTIU AS DROGAS ...

SEMPRE EXISTIU USUARIOS DE DROGAS, SEMPRE EXISTIRÁ!!! ENQUANTO ISSO LIBERAMOS TRANSGENICOS, ALIMENTOS Q NEM SABEMOS ONDE FOI MODIFICADO O Q CAUSARÁ PRO NOSSO AMBIENTE (NORUEGA JA FEZ SEU ESTOQUE DE SEMENTES SERÁ POR Q ?) LIBERAMOS MILHÕES DE OUTRAS DROGAS DAS QUAIS NÃO TEMOS O REAL CONHECIMENTO, REMÉDIOS, Q PODEM MTO BEM SER PRO CONTROLE DA MASSA... AFINAL JA SOMOS CONTROLADOS, SOMOS ESTUPIDOS, ZOMBIS, OBDECENDO,ACEITANDO,SUBIMISSOS E AINDA PAGAMOS PRA TER ESSA PORRA DE VIDA CONTROLADA...


USUARIO DE DROGAS (um excluido, experimentador de merdas como vcs)
2008-03-13 04:39:36

Sou totalmente contra a legalização das drogas.

Sou totalmente contra a legalização das drogas.


Caio
2008-03-13 04:26:05

Chamem a juíza Karam!

A respeito do desejo pela legalização das drogas, pelo o que você diz, embutido nos filmes tropa de elite e meu nome não é jonny. E curiosamente dois filmes que tiveram seus lançamentos, assim como outros em nova york, juntamente com a pirataria, mais as notícias de ontem que davam conta a respeito dos 6 meses de experiência para qualquer cidadão obter registro em carteira de trabalho, ou seja Ivana, pra mim configura-se de modo claro um projeto/modelo já em curso a ser adotado, onde a sociedade passa a transferir a necessidade de distribuição de renda e situações de calamidade pública para as atividades tidas como ilícitas. Do jeito que ta, como uma transferência de competência neste mundo de misérias.
Mesmo que aja uma legalização formal das drogas, já que as mesmas já são adotadas livremente por muitos da população, por um bom tempo esta atividade irá girar em torno da contravenção – e tenho como conceito que mesmo perante uma legalização jamais esta deva ser uma obrigatoriedade. Sem nenhuma outra realidade possível é de dar desespero.

sonia bacha - sb


Sonia SB
2008-03-13 04:24:27

Chamem a juíza Karam!

Ivana defende na segunda metade do texto posições e soluções que eu também defenderia, com entusiasmo. Mas é curioso o caminho que toma para chegar às suas conclusões.

No caso de Tropa de Elite, ela parece confundir totalmente a premissa do filme com a premissa do personagem. E, nossa, isso já foi tão destrinchado e discutido, não?

No caso de Meu Nome Não É Johnny, parece se confundir com o próprio personagem, retratado esquematicamente como um herói "santinho" de classe média para cima que, sabe-se Deus por que sorte ou azar, se viu perdido num meio que não é dele (e que não é ele), de bandidos, traficantes, perturbados mentais.

"É sabido que o consumo de drogas não fere nem ameaça a rede social, é uma decisão, um risco individual." Pois é. Nem o Capitão Nascimento, nem o Johnny, nem nenhum de nós tem nada a ver com a tragédia social atrelada a esse tal "risco individual", não é mesmo? Sei, sei.


Pedro
2008-03-13 04:20:21

Chamem a juíza Karam!

Já tinha escrito muita coisa aqui, mas deletei tudo e vou ser sucinto:
Ei, você que odeia drogas, odeia drogados e tudo que diz respeito a isso

Não tem pra onde correr! Droga tem em todo lugar. Desde que o homem é homem as drogas o acompanham. É meio que "normal", entende? As pessoas gostam de ficar loucas, seja com cocaína, maconha, lsd, ecstasy, alcool, ou tabaco. Agora o motivo, cada um tem o seu, ou não. Tem muito "pica-grossa" ganhando grana por traz, e esse é o sistema do mundo em que vivemos. Tente não se estressar pois isso não tem fim. E não precisa legalizar droga nenhuma, mais legalizado do que está acho que ficaria até difícil. Quem tem dinheiro e quer, tem droga.


Murilo Gondim Sprícigo
2008-03-13 04:19:58

Chamem a juíza Karam!

Um ponto que não foi abordado nessa discussão ainda:
A idéia de descriminalizar tem como ponto chave tirar uma fonte de renda monstruosa que financia a violencia na mão dos bandidos mais bem armados e perigosos. Parece bem razoável se não pensarmos: O que faz um bandido armado, perigoso e sem dinheiro no bolso? Encosta a arma na parede, desencana da boa vida que tinha e vai fumar um pra esquecer que ficou pobre e sem poder?
Por mais gradual que seja a transição, o problema continuará o mesmo: gente armada, inconsequente e sem perspectivas dentro da legalidade.


Fernando
2008-03-13 04:19:54

Chamem a juíza Karam!

Coerente, pena q tenha leitores que deturpam as palavras da Ivana e sem embasamento algum condenam seu texto.
SIM!
É evidente que o uso de drogas é uma opção de cada indivíduo. A proibição das drogas geram problemas para o Estado bem maiores que seus próprios efeitos nos organismos das pessoas.
Ora, agora policial ao invés de cuidar de problemas inerentes a segurança de nós civis e da cidadania, tem que ficar indo atrás de maconheiro nas quebradas? Deixe o cara fumar, nunca vi maconheiro dando trabalho pra ninguém (a não ser para aqueles q se importam com isso!). A proibição só gera marginalização...
O que a Ivana está falando pessoal, é do alarde desnecessário feito por moralistas da sociedade, da violência e cinergia gasta com a força policial... de pessoas que curtem por opção própria fumar seu baseado e assim sofrer perseguições por parte dessa sociedade hipócrita (como muitos aqui presentes).
Maconha é 100 vezes menos prejudicial que o alcool (que a maioria de vcs consomem!).
Se liberassem a maconha o traficante, que é o cara que mexe com coisas ilegais, perderia e o Estado e o policial só teria a ganhar!
... Acho q é isso aí... e se não concordas... não dou a mínima!!!


Sinaif
2008-03-13 04:16:14

Chamem a juíza Karam!FOI PERFEITA

se em todos esses anos proibir não funcionou, muita burrice continuar. O que mata é o crime! O crime mata quem consome e quem não consome a droga. Chega de hipocrisia! Vamos dar o exemplo ao mundo.


Daniela
2008-03-13 03:59:00

Chamem a juíza Karam!

Como alguém pode escrever um texto com verdades individuais. Literatura para assuntos sérios tem que ser sério. Respeite um pouco quem estuda cientificamente o assunto das drogas e principalmente, respeite quem não tem o contato com estes estudos. Não minta! Droga mata, acaba com famílias, agride e corrompe a sociedade além de discriminar a população carente . A cada pessoa que
estimulou em usar droga com este texto hipócrita, espero que a senhora sofra ao menos metade o sofrimento de um pai que perdeu seu filho(a) para este mal, pois nem mesmo a senhora merece sentir toda a tristeza destes pais.


Renato Moretto
2008-03-13 03:37:33

Chamem a juíza Karam!

Ivana Bentes e’ de fato uma fraude. Sabe algumas coisinhas, mas seu palavrorio e’ de uma desfacatez hilariante. O seu nao pode ser considerado um discurso academico serio pois apela para frase de efeitos que soam como os discursos do saudoso Odorico Paraguacu de Dias Gomes. A falta de criterio e’ ressaltada por outro leitor quando critica seu uso inadequado do "devir" e por ai vai... Chamem o pai dos burros antes da Karam.


Roger Felder
2008-03-13 03:28:37

Chamem a juíza Karam!

Ivana Bentes é uma piada. Suas teorias cinematográficas são ocas. É dela a criação do ridículo conceito de "cosmética da fome". Uma fazedora de frases, que nunca viu uma pornochanchada, nada entende de cinema popular, não sabe diferenciar Ankito de Oscarito, não sabe que já foram rodados westerns no Brasil, nunca entendeu o sucesso popular de O MENINO DA PORTEIRA (do filme, viu, dona Ivana?) e jamais admitiria que Glauber Rocha copiou descaradamente Sergio Leone em seu O DRAGÃO DA MALDADE CONTRA O SANTO GUERREIRO (coincidência ou não, o filme de maior bilheteria do homem). Ivana vê o cinema pela ótica da academia, das altas esferas intelecutalóides, que não sabem o cheiro que o povo tem. Jamais alguém conseguirá colocar na cabeça dela o conceito de gênero cinematográfico. Dirty Harry? Em Hollywood pode. No Brasil, não. Aqui todo filme tem de trazer em si um conceito, uma tese, um tratado sociológico sobre o Brasil e os brasileiros. TROPA DE ELITE é um filme de ação, só isso. Um homem chamado Costa-Gravas achou genial, porque não se deixa conduzir por essa ideologia esquerdizante. Mas Ivana Bentes, a grande teórica do cinema do Brasil, não acha que o Costa-Gravas entende de cinema. Quem entende de cinema é ela, a criadora do conceito de "cosmética da fome" - aliás, tal conceito é levado a sério em algum país que não aqui? Eu, particularmente, acho o personagem do Capitão Nascimento um babaca escroto. Sou totalmente contrário aos métodos que o personagem usa. Mas acho TROPA um filme supercompetente e eficaz naquilo que se propõe. Pertence a um gênero, e esse gênero tem nome: p-o-l-i-c-i-a-l. Para analisá-lo, só entendendo o gênero. Quem não entende, bóia. Também acho os personagens do John Wayne uns reaças. Nem por isso saio por aí execrando os filmes do John Ford. Ivana, estude a trajetória dos filmes de gângsteres, os seriados policiais dos anos 30 e 40, os filmes policiais franceses, o poliziecho italiano. Aí sim você estará pronta a discutir TROPA DE ELITE. Por ora, nos poupe de discursos rasos como esse, pela liberalização das drogas. Ainda mais usando dois simples filmes comerciais como argumento.... Francamente....


Rodrigo Pereira
2008-03-13 03:05:06

Chamem a juíza Karam!

Isso não tem conserto. Enquanto tem quem ganhe muito dinheiro com isso, não acabará.


Site: Legalização das drogas e o filme Tropa de elite
Carlos Alberto
2008-03-13 02:58:36

Chamem a juíza Karam!

Sou diretor de "Meu nome não é...". Gostei bastante do texto, sobretudo porque concordo com ele no que diz respeito a des-demonização, bem como a descriminalização do usuário e até da liberação. Só não concordo com a idéia de que um filme deve encerrar uma discussão dessa magnitude. Essa não é função social que deva ser praticada pelo cinema de ficção, pelo menos não desse modo, respondendo questões. Contrariando o mala do Diogo Mainardi, filme nenhum encerra discussões. "Faça um filme sobre uma carta mas não sobre os correios". A parábola de vida burguesa e carioca de zona-sul de João Estrella não alicerça uma tese de defesa da descriminalização, entretanto pode ilustrar bem.


mauro lima
2008-03-13 02:54:27

Chamem a juíza Karam!

Que m**** de texto, sinceramente



2008-03-13 02:54:13

Chamem a juíza Karam!

Perfeito texto. Adorei a história da gordura trans!


Paulo R. Nunes
2008-03-13 02:43:05

Ivana Bentes

Só alguém que passa o que os policiais passam, em especial, os das Unidades Especiais, conhecem o verdadeiro inferno que pessoas como o Cap. Nascimento cita, PROVOCA.Certamente, a senhora ou senhorita, não deve conhecer a verdadeira criminalidade. Este discurso já está mais do que rechaçado. O público sabe o que quer. Não perca tempo, tentando TAMPAR O SOL COM A PENEIRA E ANOTE: nós, militares, VOLTAREMOS MAIS FORTES E CEDO DO QUE VOCÊS IMAGINAM.Porém,o Cap. Nascimento, esqueceu apenas de incluir mais uma pessoa, em especial, da mídia: VOCÊ.


Victor Magno
2008-03-13 02:42:04

Ivana Bentes

Só alguém que passa o que os policiais passam, em especial, os das Unidades Especiais, como o cap. Nascimento, conhecem o verdadeiro inferno que pessoas e organizações citadas por você, além de políticos, PROVOCAM.Certamente, a senhora ou senhorita, não deve conhecer a verdadeira criminalidade. Ser estrupada, ver sua filha ter o anûs cuspindo sangue, seu filho coma cabeça estourada com os olhos esbugalhados para fora, sua mãe sendo agredida físicamente e sexualmente e seu marido, sendo cortado aos poucos ou até mesmo empalado. Este discurso já está mais do que rechaçado. O público sabe o que quer. Não perca tempo, tentando TAMPAR O SOL COM A PENEIRA E ANOTE: nós, militares, VOLTAREMOS MAIS FORTES E MAIS CEDO DO QUE VOCÊS IMAGINAM.Porém,o Cap. Nascimento, esqueceu apenas de incluir mais uma pessoa, em especial, da mídia: VOCÊ e pessoas que defendem esta bandidagem.


Victor Magno
2008-03-13 02:40:36

Chamem a juíza Karam!

Não consegui ler muito do texto, a desonestidade intelectual da autora não me permitiu



2008-03-13 02:40:07

Chamem a juíza Karam!

Droga, é uma droga e qualquer tipo de combate trucolento ou não deve ser feito, assim como deve ser combatido o cigarro e o alcool, os discursos de só fazerem mal a sí mesmo é lindo e romantico só que a proliferação leva consigo uma legião de pessoas que não tem estrutura psicológica para usa-las e matam, destroem familias, empresas, sociedade, fumo, cheiro e bebo, mas por mim que se acabem estas drogas que nos matam...



2008-03-13 02:31:00

Chamem a juíza Karam! - Sobre o uso do conceito "Devir"

Meu comentário é somente para chamar a atenção da autora sobre o uso do conceito de Devir- (seguido de algum substantivo), como por exemplo, "devir-facista" ou "devir-família". O "devir" enquanto conceito filosófico é originário da obra de Nietzsche (Werden), aparecendo, nesta forma composta, na obra de Gilles Deleuze e Félix Guattari (Devenir), principalmente em "Capitalismo e Esquizofrenia" ("O anti-Édipo" e "Mil Platôs"). No entanto (falando a grosso modo), os autores franceses definem que devir é o movimento de transição que nunca vai para uma forma de poder fixa, reguladora, institucional, como a família e o facismo (já que estas são formações que procuram a estabilidade e a fixidez, o que é contrário ao devir, que representa a eterna mudança), mas sim é o movimento que arrasta o ser para "individuações" de escape a estas formas sociais que aprisionam as paixões do indivíduo, como, por exemplo, os devires-animais. Sendo assim, acredito ser inadequado o uso de expressões como "devir-família", a não ser que a autora se refira a conceito filosófico de outra origem.


Paulo Nunes Jr.
2008-03-13 02:28:56

Chamem a juíza Karam!

Eu acho que a o assunto deve ser estudado, bem refletido, para que medidas sejam sempre tomadas de bom senso.
Parece que Mick Jagger & Cia.; alguns artistas brasileiros; artistas mais antigos como Ray Charles, Elvis, etc. usavam. O problema não é novo como se acha. A diferença é que esse pessoal geralmente é rico e, o rico, pode comprar. O pobre não pode comprar e se vê obrigado, psicologicamente, a cometer crimes para comprar. Isso é o que realmente afeta a sociedade, não o consumo. Como eu disse. é um assunto que deve ser muito bem refletido e discutido.


Cerchiaro
2008-03-13 02:27:06

Por um baseado mais livre...

"É sabido que o consumo de drogas não fere nem ameaça a rede social, é uma decisão, um risco individual. O consumo de drogas não seria menos epidêmico e arriscado que o consumo de gorduras, aditivos cancerígenos, miríades de estimulantes, calmantes, excitantes?... "

A Sra. Bentes baseada em sofismas de origem obscura e incerta como o acima destacado e em idéias um tanto lisérgicas para a realidade de um país que sequer consegue frear o abuso de drogas legalizadas como o álcool no trânsito parece satisfeita com seu discurso simplista.

Credita a solução dos problemas relacionados ao tráfico no nosso competente sistema de saúde que sequer consegue erradicar com eficácia mazelas de abordagem terapêutica bem menos complexa do que a intrincada corrosão psicossomática que afeta os viciados em drogas ainda ilícitas (não graças a autora!).

Países com polícias, políticos e sociedades bem mais evoluídos ou ainda mais abastados que os nossos falharam em tentativas similares transformando em guetos as áreas livres para o consumo de drogas.

A autora adota radicalismo e truculência similares aos que critica para defender o livre arbítrio de se deleitar uma carreira de cocaína desde que todos os impostos estejam pagos. Parece cômodo poder ir até uma, literalmente, "drug store" e encomendar a próxima viagem.

A hipocrisia do discurso anti-drogas só parece factível se não considerarmos que a grande massa da população e dos trabalhadores, urbanos e rurais, as empregadas domésticas, os porteiros, os caseiros das chácaras de fim-de-semana, em sua maioria sequer sabem o que é ou como se consome heroína ou cocaína.

Será mesmo o benefício das crianças faveladas sem escolas decentes e sem perspectivas sociais maiores que os cômodos de empregada dos apartamentos de luxo ou o sucesso fugaz de um funk com seus jargões vazios que a Sra. Bentes visa com seu retórico discurso permeado de erudição labiríntica? Seus partidários provavelmente não devem estar discutindo isso enquanto enrolam o próximo baseado...


Leonardo
2008-03-13 02:18:57

Chamem a juíza Karam!

È ridículo as pessoas serem tachadas como criminosas (tendo inclusive um artigo no codigo penal tratando do assunto) por fazerem uso de substancias que todos bem sabemos que existem e estão circulando normalmente em nossa sociedade. É detestavel, apesar de vc cumprir suas obrigações familiares, financeiras, serviçal, social, enfim constituir-se plenamente como cidadão, mas por optar por fumar maconha ao inves de beber alcool, suas honras e meritos deixam de existir, com tal atitude vc se torna tão sub-humano quanto quem mata, estupra, corrompe, etc, etc.
Está na hora disso mudar, um grande passo é começarmos a mudar nossa propria mentalidade...
Leandro - São Paulo



2008-03-13 02:10:47

Chamem a juíza Karam!

E impressionante ver que nos dias atuais, como pode notar-se ao ler boa parte das opiniões abaixo, que a questão das drogas ainda é tratada de forma preconceituosa.Em algumas opinioes fala-se de fim das drogas, fim do alcool, fim do tabaco, etc.historicamente nunca houve uma sociedade que nao tivesse drogas em seu cotidiano e como se pode perceber apos anos e anos de repressão hipocrita imposta pelos americanos na ONU é dificil acreditar que esta sociedade utopica totalmente "limpa" venha a existir. Temos que aprender a conviver com elas da melhor forma possivel e o primeiro passo para tanto e encarar a questao como rpoblema de saude publica e renegar com veemencia o status de problema de segurança de Estado assim como a sua demonizacao pregada por almas "puritanas". Os EUA gastam fortunas inimaginaveis em repressao e o consumo cresce vertiginosamente. Modelos como o da Holanda mostram que o consumo nao necessariamente e reduzido mas prova que no minimo ha uma migracao de substancias mais nocivas para as ditas "leves" e de menor poder aditivo havendo ainda um consumo mais responsavel.Repito: nao se deve pensar no problema das drogas como uma questao que sera extinta da sociedade atraves da criminalizacao ou legalizacao. Ja se ouviu por ai quem pregasse a abstinencia sexual como forma eficaz de prevencao de DSTs e gravidez indesejada.e uma verdade inquestionavel!Entretanto mais uma vez estamos diante de uma solucao totalmente utopica! Quando se aborda a questao da violencia fica ainda mais evidente o impacto da descriminalizacao, teriamos um verdadeiro golpe nessas milicias que alimentam a guerra civil nao declarada onde esta imerso o povo brasileiro.Informaçao, como foi dito, e uma das solucoes e para isso temos que encarar o problema de frente, de forma racional e pondo abaixo os preconceitos e a hipocrisia tao arraigados em uma parte da populacao que ainda nao percebeu que prender um jovem que fuma um baseado nao vai salvar os seus filho mal informados e crescidos em ambientes onde reina o preconceito do fantasma das drogas!! "
Nao ha entorpecente mais forte e perigoso que o preconceito e a ignorancia" E.C.


Edu Cunha
2008-03-13 02:06:37

Chamem a juíza Karam!

O filme não faz apologia à tortura policial nem a liberação ou não do uso de drogas, simplesmente mostra o que um policial do Bope pensa a respeito de seu trabalho e em relação ao tráfico. Cabe ao expectador decidir, pensar. O filme não impossibilta ninguém de ter opinião própria, a não ser que queiram.
Por que é tão difícil para algumas pessoas entenderem que um filme serve para fazer as pessoas pensarem e não dizer o que elas devem pensar.
Obs: a partir do momento que um país libera o uso da bebida alcóolica que é um mal pra si e para o país(saúde pública), não pode proibir o uso de outras drogas, sejamos, ao menos, coerentes. Ou existe outro meio de obter maconha se não comprando do traficante!?



2008-03-13 02:02:25

Chamem a juíza Karam!

Libera a coisa quem nao tem controle e nao sabe decidir o que usar provavelmente vai usar alcool ou tabaco mesmo e vai pra debaixo da terra do mesmo jeito.. Assim pelo menos diminui o poder do trafico.

Quem tem medo é pq nao c garante....


Site: http://diplo.uol.com.br/forum2260

2008-03-13 01:50:16

Chamem a juíza Karam!

HA quanto tempo o BRASIL combate o trafico ??? e tem adiantado ??? NÃO , o combate ao trafico so tem melhorado o poder de fogo dos traficantes, fuzis, escopetas, armas q podem derrubar helicopteros... O QUE MATA NÃO É A GUERRA DO TRAFICO... O PROBLEMA’VEM ANTES DISSO... O Q MATA É A PROIBIÇÃO !!!



2008-03-13 01:44:52

Chamem a juíza Karam!

Essa juíza e um gênio, quando se tinha a ley seca em EEUU. Era so delinqüência contrabando, e guerra, igual que agora com as drogas,
Que se venda álcool, cigarro, ou carros que andam a 200 quilometros por hora nao significa que vamos ser todas alcoólicos. E vamos a morrer todos de câncer. Ou nos matar a 200 quilômetros por hora,
Mas tem gente que pensa que liberar drogas todo o mundo vai ser drogado.
As prisões estão cheias de gente que meche com drogas. O mesmo que era quando não se podia vender álcool, hoje nos parece ridículo alguém ser preço por que vendia wisky.
A hipocrisia mata mas que as drogas. As idéias dos moralistas são mais nefastas que as drogas.
A política de repressão nunca deu certo e nunca vai dar.
Sempre vai ser um bom negocio para muitos.
Liberar as drogas seria um ato de inteligência.

Rolando Toro Acuna



2008-03-13 01:25:19

Chamem a juíza Karam!

NÃO EXISTE OUTRO CAMINHO


LU
2008-03-13 01:20:15

Chamem a juíza Karam!Que traga tb o bom senso!

Acho que somos tão assoberbadamente invadidos/despossuídos de/em nossa capacidade de pensar que, sem ao menos fazer mínima reflexão, saímos a atacar, com clichês classe-média medíocre, quem se dispõe a tornar público seu pensamento e a contribuir com os debates sobre determinados temas. No caso: cinema-drogas-legalização.
Creio que, ao menos, devemos refletir sobre o que estamos escrevendo. Antes de enviar o escrito, claro!
Valeu Ivana!!!


SERGIO
2008-03-13 01:12:03

Chamem a juíza Karam!

cara, essa mulher fumou um! nada com nada! até parece que pobre morre porque existe o tráfico... balela! vá se informar!


Fernando Oliveira
2008-03-13 01:06:13

Chamem a juíza Karam!

Se as drogas não tivessem chegado as favelas, não teríamos a violência e com certeza o aumento de corrupção, de familias destruídas, de bandidos armados até os dentes com granadas e fuzis R-15 financiados pelo tráfico.A questão de legalizar é algo que continuará prejudicando várias familias e legalizando uma droga, o aumento de consumo de outra ilegal aumentará, porque infelizmente é assim quem funciona no "mundo humano".


Raphael Lacerda
2008-03-12 22:20:12

acendam...

A classe média, sobretudo a média alta, vez por outra, tenta emplacar o argumento de que a descriminalização da venda de entorpecentes resultaria em significativa melhora da condição social de crianças cooptadas pelo tráfico.

Principal financiadora do extermínio de crianças, assassinatos de policiais, roubos, seqüestros, a classe média tenta livrar-se da responsabilidade e acender, na varanda do apartamento, seu delicioso baseado.

Nunca lhe preocupou a violência contra jovens pobres. Nunca assumiram uma posição clara e evidenciada de efetivo combate à falta de estrutura das escolas, hospitais, saneamento e transporte público. "Isso é problema deles", constumam argumentar.

Quando o assunto é drogas, a posição muda. E o pobre vira argumento para a liberação das drogas. Pura hipocrisia!


Francisco Bragança e Silva
2008-03-12 21:16:53

Chamem a juíza Karam!

Parece-me que quem está certo é Raduan Nassar em não acreditar em troca de pontos de vista. Os comentários que aqui aparecem servem mais como medida do IBOPE do artigo da e das opiniões expressas pela autora que para efetivamente fazer com que ’pense um pouco mais’. Obviamente, eu não esperaria que alguém que estudou toda a vida, leu muito e escreve melhor que qualquer nós aqui jamais irá escrever, servida de um jargão que a autoriza, se sentisse convidada a refletir sobre as próprias idéias, convicções. Ao menos, no entanto, que reflita sobre a responsabilidade inerente à veiculação de seu discurso de autoridade.


tagg
2008-03-12 19:53:32

Chamem a juíza Karam!

É incrível como as mentalidades das pessoas estão “armadas” em relação a questão “drogas”. E quando nos referimos a drogas neste texto, nos referimos àquelas drogas que ainda são consideradas, por decisão política, ilícitas, pois outras mesmo sendo também drogas são consideradas lícitas (p. ex. o álcool e o tabaco e tantos outros psicotrópicos vendidos em farmácias).

Todos os comentários abaixo foram de total desaprovação a proposta da autora que, aderindo à tese de Maria Lucia Karan, Juíza de Direito e Estudiosa do tema, entendia ser melhor para a sociedade a “descriminalização” das drogas.

Faço uma pequena critica à autora da matéria publicada: poderia ter abusado menos na linguagem psicanalítica, evitando utilizar tanto os termos “devir” e “gozo” que dá, ao leitor menos acostumado, a impressão de que se está falando de um mundo teórico e descontextualizado com a realidade. Sei que não é assim.

No mais, os fundamentos do texto são robustos e corretos.

Poderia se acrescentar, que não se trata de oficializar o uso de drogas, como muitas respostas dão a impressão de ter entendido, mas apenas de descriminalizar, vale dizer, deixar de tratar com direito penal, polícia, prisões e verdadeira guerra e carnificinas, e tratar como problema de saúde pública, como era encarado até a década de 1950 quando, por interesses, especialmente norte-americanos em intrometer-se nos assuntos latino-americanos, passou a ser “enquadrado” como questão de polícia e de segurança.

O custo, que efetivamente haverá, no tratamento como problema de saúde, será muito menor que o custo que hoje se tem ao tratar a questão como problema de segurança pública. E isso apenas para falar do custo financeiro porque, do ponto de vista do custo social, de perda de vidas e de sofrimento, estes seriam reduzidos a quase nenhum, restando apenas os casos pontuais eventualmente praticados por um ou outro usuário que não tivesse sido devidamente tratado pelos sistemas de saúde necessários.

Seria o fim de uma guerra e, como todo fim de guerra, um momento de paz social e de se observar os inúmeros erros cometidos.

Claro que o aparato ideológico de manutenção dessa guerra sangrenta, como em qualquer guerra, é enorme e, por isso, compreende-se a quantidade de comentários negativos feitos à proposta.

Creio que o trabalho anterior à descriminalização das drogas é o de desarmar as mentalidades que, atualmente, não enxergam o problema da drogadição como questão de saúde e só conseguem concebe-lo como agressão social ou criminalidade.

Assim, textos como esse publicado, embora criticados acidamente são necessários e uma valiosa contribuição na contra-propaganda ideológica, face as mensagens mantidas pelo aparato que se interessa na manutenção da chamada “war against the drugs”.

O tratamento das drogas como questão de saúde traria pelo menos o fim da exploração das crianças pobres por traficantes, que teriam sua ação, se não anulada, ao menos muito enfraquecida; tiraria a nefasta expectativa dos pobres e miseráveis, abandonados pelo sistema social e econômico, de encontrar emprego junto ao tráfico; evitaria a maior parte da trágica ação de grupos de extermínio contra crianças e trabalhadores e retiraria uma valiosa desculpa para a intervenção de superpotências em nossa pobre região marginal do globo terrestre.
Parabéns a autora que, na análise de dois filmes, conseguiu atingir com excelente argumentação a polêmica questão do tratamento da droga ilícita em nossa sociedade, que tanta reflexão necessita.


Silvio
2008-03-12 18:07:38

Chamem a juíza Karam!

perdoem-me o esquecimento. o texto abaixo é de minha autoria (apequenada, superficial e desonesta).


Marcelo Nogueira
2008-03-12 15:51:20

apequenada, superficial e desonesta

"São a ilegalidade e o proibicionismo que levam à criação de sistemas violentos para assegurar a produção e comércio das drogas".

Assusta-me quando alguém com poder para sugerir debates -ainda que em um espaço cuja audiência é desprezível em seu quantitativo- aborda uma questão tão grave de maneira tão irresponsável, superficial e apequenada.

Senhora, Bendes, antes de se propor tal proposição, há que se debater seriamente sobre os efeitos do uso de drogas à saúde humana e os efeitos desse uso na sociedade (convívio, custos de atendimento hospitalar, degradação da capacidade de raciocínio,etc).

Porque é claramente sabido a que grau um drogado chega quando a depedência lhe atinge os níveis mais graves. E não podemos, sob o pretexto de dar autonomia ao livre arbítrio, tutelar o uso dessas substâncias. Ainda mais porque é sabido - comprovado cientificamente - da transposição dos efeitos das drogas para gerações futuras (que nascem dependentes- tendo dessa forma o livre arbítrio corrompido desde o início). Essa é a discussão em relação às drogas, senhora Bendes.

Quanto à violência, ou seu uso no combate às drogas, a discussão passa por outras questões em que a liberação das drogas nem sequer perpassa o cerne. A violência resulta de uma estrutura inadequada e ineficiente, pouco inteligente e corrupta. Resulta também do assombroso nível de desinformação da própria sociedade, que, por sua vez e muito em função dessa própria condição, não se transforma em agente da reforma política necessária à esfera govenamental, para que as diretrizes de um desenvolvimento inteligente possa ser o centro das decisões! Dessa forma, o cidadão permanece tutelado e encontra pouca gente suficientemente preparada para lhe apresentar de forma honesta, provida de um estudo significativamente respaldado, as questões importantes ao seu desenvolvimento, que, fatalmente levaria à sua independência intelectual.

Então, da próxima vez, senhora Bentes, não tire conclusões de tamanha gravidade tendo por base a análise de dois filmes que mais se aproximam de uma caricatura do que de uma leitura honesta dos problemas que eles retratam! Não induza conclusões tendo por base meias verdades. Isso já foi feito e sabemos a quais resultados tal prática pode levar, se adotadas em um nível mais elevado do que o utilizado pela senhora. Seja a senhora também responsável e uma cidadã cujo conhecimento se aproxime da honestidade!



2008-03-12 15:46:06

Chamem a juíza Karam!

Gostaria de abordar dois pontos. O primeiro é o de que o autor ao propor que: "É sabido que o consumo de drogas não fere nem ameaça a rede social, é uma decisão, um risco individual", acaba de retirar o consumidor de drogas do grupo dos doentes e efetivamente lançá-lo no dos contraventores, pois trata-se de uma escolha. O segundo ponto é que a defesa da legalização das drogas me parece ser fruto da seguinte lógica: como não podemos combater, vamos regulamentar e acabar com o problema. Esta lógica esquece que, no caso de algumas drogas, um único uso cria a dependência, retira o poder de decisão do consumidor. Vender um produto destes em farmácias é lucro certo para o laboratório, quero ser um acionista!! É lucro certo!! Outra falácia é que ao legalizar as drogas o problema será resolvido, vamos pegar como exemplo a venda de cd, totalmente legalizado e normatizado, mas que continua havendo a pirataria deste produto, que financia diversas outras contravenções e atos criminosos, o problema não acabou. Sempre haverá um grupo criminoso que produz seu produto sem o pagamento de impostos e o controle dos órgãos governamentais. Legalizar não resolve nada!!
Mauricio Bruno


Mauricio Bruno
2008-03-12 14:35:09

Chamem a juíza Karam!

Apresentar um texto destes tendo um bom emprego, uma família de nome, ter uma vida estruturada é muito bonito, fácil e bestial. A quem interessa uma sociedade de jovens embestados, chapados que não estudam, não discutem e, principalmente, não enfrentam as autoridades e os dominantes? Interessa a mentalidades como o do autor. Legalizar as drogas é ir na contra-mão de quem luta insessantemente pelo fim do tabagismo e do álcool. É ir na contra-mão da história de lutas pela liberdade. Manter uma sociedade viciada e patética é o sonho de consumo de ditadoreszinhos baratos com seus ideais de mundo feliz. Ora, não existe mundo feliz é a primeira lição que devemos ensinar a nossos filhos, e não a conduzí-los a um bar para cheirar cocaína com selo de qualidade do Ministério da Saúde! Quê é isso companheiro? onde está a cidadania em sua plenitude? aliás, pergunto-me se o autor sabe o significado de cidadania...


Fabio Leandro
2008-03-12 14:30:18

Chamem a juíza Karam!

Drogas fazem mal, viciam e alimentam o crime. Isto é um fato, a corrupção está diretamente ligada ao tráfico. A droga faz mal, destrói famílias.
O consumo hedonista é uma desculpa para usar drogas, o usuário é uma vítima que em certa altura se torna refém do vício e venderia a alma por um pouco de droga. Ele não é criminoso.
Legalizar não vai tornar nada melhor, o fato é: droga mata, e alimenta o tráfico. Com o Governo administrando ou não a venda e o consumo nada vai mudar, vidas serão destruídas e o crime continuará.
E sobre o filme do Capitão Nascimento as pessoas se surpreendem com o gosto dos brasileiros de classe média e alta pelos atos mostrados nos filmes, não vejo comentários sobre a cena em que o traficante queima uma pessoa viva, esta pessoa poderia ser uma vítima de sequestro na vida real.
O Brasil está vivendo uma guerrilha sutil, corrupção, violência, drogas e desigualdade social. Em uma situação como essa vale o ditado "No olho por olho todos acabam cegos".



2008-03-12 12:31:22

Chamem a juíza Karam!(não compre plante)

€ = Mola propulsora(GRANA)do mundo moderno que além dos problemas sociais enfrentados por "caretas"ou não existem tambem alguns na moda,sim eu disse moda.não importa.
Uns filminhos produzidos pra impressionar gringo extrapola,me lembro da Ex.juíza Karam acho o tempo realmente deve mudar algo através do tempo quer seja na minha cabeça ou na sua,idolatrar bandido,policial,playboy,trafis,menos o cara que fuma unzinho indo pra casa esse paga e caro.de um lado festa do outro,só carnificina.
No Brasil o cara começa desde cedo a roubar o seu pão seguindo no meio ninguém nota ou na tangente)fica bem com tráfico e a corrupção e se o negócio sujar é só tomar um avião!
O homem coloca suas leis no cod. penal onde quem fuma é que é o marginal.chega.
REVOLUÇÃO!
REVOLUÇÃO!
REVOLUÇÃO!


the eye of the tyger***
2008-03-12 02:50:10

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