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Comentários sobre esse texto:

As festas deles e as nossas

E o crime organizado local ficará sob tensão constante com o policiamento, acendendo um pavio que pode causar uma grande explosão. Resultado: revolta, ódio, violência e frustração.

Um texto excelente. Excelente. Denunciou a necessidade de atividades culturais na periferia nas horas de lazer. Denunciou o sensacionalismo da imprensa. E mostrou que a polícia não deve enfrentar os narcotraficantes, porque estes podem ficar nervosos. Se a situação é essa e o autor teme que alguém fique revoltado com a presença da lei, melhor teria sido adotar uma outra estratégia e não comentar sobre isto. Muito menos por hipocrisia do que por imparcialidade. Foi a presença do tráfico em uma escola pública que acabou com a festa, e não a presença de uma festa na periferia.

cidadão triste



2008-07-27 07:54:16

As festas deles e as nossas

Poderia teer um comentário mais longo a respeito, no entanto, vejo a coisa, por mais incrível que possa parecer, com mais simplicidade.Em festa de maluco pobre rola maconha e agora esse malfadado crack.Em festa de rico é cocaína e outras coisas mais caras.A maconha não dá dinheiro, a cocaína dá.A POLÍCIA precisa de ocorrências, os ricos de culpados, assim é, de acordo com os 500 anos de sacanagem no Brasil, a maneira mais correta de se manter a posição das autoridades sem incomodar aos bacanas.
FDS os pobres.


Cláudio
2008-03-25 16:28:36

As festas deles e as nossas

Quantos viram a matéria no jornal e quanto leram a crítica? As baladas VIPS nessas universidades de fachada são um absurdo realmente, pra polícia atender aos apelos dos visinhos incomodados apenas com propina aos policiais, que faturam em dobro depois que os papis e mamis vão retirar as crias podres da delegacia. Nossa justiça foi criada para defender os privilégios da elite e continua cumprindo muito bem seu papel.


adcinco
2008-03-25 04:37:53

As festas deles e as nossas

Ótima observação da reportagem publicada pelo JT, cheguei a ler a matéria e concordo com o que você falou. A própria imprensa está ao lado das elites, quando que sua função é estar do lado do cidadão. Grandes meios que caem na mão da população e acabama desinformando ainda mais o leitor.

Muito bom!


Fabrízio
2008-03-25 00:05:48

As festas deles e as nossas

Caro colunista:

Gostei do texto, com certeza.
Mas falta-lhe sair do lugar-comum, ser arrojado, incisivo...

A não ser que isso seja impossível..

Parabéns.


Renato
2008-03-24 20:13:25

cidadania se constrói com informação e atitude

Edson, a leitura dessa realidade foi muito bem feita.

Discordo apenas de sua conclusão. Porque as sociedades marginais (não importando a raça) tem como principal característica o desconhecimento dos seus direitos (em qualquer lugar do mundo é assim! Pode analisar, em maior ou menor intensidade a falta de conhecimento termina por ser fator preponderante).

Isso não significa que a vítima é a culpada. De forma alguma.

Penso que em realidade posta desta forma - que é a brasileira - com a utilização do aparato governanamental contra os interesses dos marginalizados, empobrecidos, há necessidade de se fazer ventilar informação.

Informação honesta sobre os direitos, inclusive definidos pela Constituição Federal.

Porque a resistência só cresce em solo oxigenado pela informação sobre direitos e deveres.

As comunidades pobres, na minha opinião, não devem contar com a iniciativa das autoridades públicas.

Elas próprias devem criar os mecanismos para exigir a adoção de políticas inteligentes, justas e equilibradas.

Esse discurso de "acho que autoridades devem...", com todo o respeito, está completamente desbotado.

Se a exigência não partir, de forma organizada, ordeira e inteligente, da própria comunidade, ela não será respeitada.

Sem respeito, será destratada pelos meios de comunicação e autoridades públicas - que a meu ver, no caso citado, foram as que com maior preconceito agiram, visto que caberiam a elas a ponderação e uma solução adequada ao problema.


Marcelo Nogueira
2008-03-24 16:30:49

As festas deles e as nossas

Muito interessante o artigo! Mas, isto é o mundo moderno, a civilização ocidental! Quanto ao direito ao lazer, ao ócio todos o tem, penso eu. Mas será que tanto as festas dos"ricos" ou a dos "pobres", no mínimo movidas a álcool, muito álcool e outras coisas mais, ou seriam más, ajudam a construir uma sociedade melhor??? Penso que são em sua maioria anafabetos funcionais, cuja costumes e cultura são fabricados pela mídia, tantos os "ricos" como os "pobres" que acham que isto é vida...Como diziam os Titãs: "a televisão me deixou burro, burro demais..."


roberto
2008-03-24 01:45:44

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