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Comentários sobre esse texto:

UMA SAÚDE MERCENÁRIA EM ANGOLA EM NOME DO MERCADO!

A 5 de Setembro de 2007 publiquei este pequeno texto no Página Um, que "alinha" inteiramente com as impressões que Augusta Conchiglia nos traz hoje de Angola:

UMA SAÚDE MERCENÁRIA EM ANGOLA EM NOME DO MERCADO

.
A lógica neo-liberal do "mercado", ao "converter" um direito fundamental, o direito à saúde, numa simples "mercadoria", é responsável pelo desastre que está patente particularmente nos enormes subúrbios das grandes cidades, com evidência para Luanda.

Tudo passa não só pelos hospitais e pelas clínicas do estado, ou privados, mas também pelos "estágios" para a morte antecipada, que constituem os centros não qualificados disseminados pelos vastos "muceques" de cimento, que começarão, segundo se faz constar, a ser alvo das atenções do estado, com vista ao encerramento de muitos...

Acabar com os centros não qualificados, mas continuar com essa lógica de saúde enquanto "mercadoria" e não saúde enquanto direito fundamental, é contribuir para:

- Continuar a mentir ao povo angolano, pois não haverão transformações de natureza ético-filosófica à medida das prementes necessidades, tendo em conta os terríveis índices de mortalidade existentes.

- Continuar a incrementar o fosso das desigualdades que é uma “vergonha histórica” para os verdadeiros patriotas.

- Iludir os factores essenciais da paz, que precisa sobretudo de muito maior equilíbrio económico e social, de muito mais justiça social (a paz não pode ser estritamente considerada como uma ausência de acções armadas!).

Uma “saúde” mercenária, jamais será a opção correcta para, em consciência, tornar possível gerar mais felicidade e mais vida em benefício do povo angolano!

Martinho Júnior


Site: SAÚDE MERCENÁRIA EM ANGOLA EM NOME DO MERCADO!
Martinho Júnior
2008-07-16 10:15:34

Petróleo, miséria e sonhos em Luanda

Belo artigo!
Estive em Angola em 2007 numa missao do Governo Brasileiro para capacitar técnicos angolanos na área de Educação Ambiental (Acordo de Cooperação Técnica entre os ministérios do meio ambiente do Brasil e Angola).
Pudemos perceber um pouco do que foi relatado no artigo.
Senti falta apenas de uma menção às questões ambientais. Presenciamos por lá uma forte pressão de crescimento a qualquer custo, sem qualquer preocupação com a proteção ambiental. Diversos exemplos podem ser observados no dia a dia do país - ausência de filtros em fábricas, fábricas de amianto (banido em muitos países do mundo), etc...
Estou recomendando a leitura do artigo no meu blog, onde já publiquei diversas fotos de angola:

http://fabiodeboni.blogs.sapo.pt/


Fábio Deboni
2008-06-02 13:37:27

Petróleo, miséria e sonhos em Luanda

Faria um paralelo com a cidade de Macaé no Rio de Janeiro. Parece que os problemas sociais gerados nas regiões de exploração e produção de petróleo ironicamente perpetuam a miséria, a violência e a corrupção. Em Macaé, onde milhões de Royaltes de Petróleo são recebidos da ANP o que vemos é uma cidade sem esgoto, sem reciclagem de lixo, denúncia sde corrupção do poder público, violência a a favelização crescente devido ao deslocamento de gente de qualificação de todas as partes do país.
Já existe históricos de outros lugares onde a indústria petrolífera chega, se instala e quando vai embora sobra um "deserto social’. A especulação imobiliária não respeita nada. Não se vê ninguém interessada em desenvolver um cinturão verde, outras indústrias e nada de meio ambiente. Os que chegam encontram uma legislação flexível, isso ocorre com grandes empresas. Aqui em Macaé ninguém sabe como rede de hotéis conseguiram se instalar aqui, na beira da praia em espigões sem esgoto. Muito as impresas propagandeiam em comprometimento social, mas compromisso social é muito mais que folder, bonés, sacolas plásticas com propaganda e camisas. É tempo de pensar muito. Tempo de agir.


luiza
2008-05-29 14:36:11

Petróleo, miséria e sonhos em Luanda

Excelente o artigo não só sobre o petroleo mas Sobre Angola.

DELFIM AGUIAR


AGUIAR
2008-05-28 13:10:42

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