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Comentários sobre esse texto:

Um tapinha não dói em quem se acostumou com a dor

Achei lindo o seu texto, tudo o que procuro utilizar em minhas redações de vestibular. Em palavras claras, você expôs um assunto de extrema importância para a sociedade: a influência negativa da indústria de entretenimento na formação do intelecto juvenil.

Parabéns!


Carolina
2009-07-30 21:21:15

Um tapinha não dói em quem se acostumou com a dor

Se o tapinha dói ou não dói, quem o sente é que determina o nível de dor.

Ouço Funk, danço Funk e conheço muitas, mas muitas ’Patricinhas’ que soltam o rebolado ao som do ’batidão’!

Ah, e o tapinha? Agora, querem dizer que dar uma palmada nas nádegas de uma bela potranca em pleno intercurso sexual é perversão? Ah, pseudofeministas-mal-amadas! Façam-me o favor!

O tapinha é a manifestação de carinho, de paixão e de volúpia.Não é agressão física.E não me venham falar de Psicanálise: não é ciência! Não tem ’lastro’ na comunidade científica.



2008-09-01 18:48:05

Um tapinha não dói em quem se acostumou com a dor

Alguns podem se perguntar: - E de onde viria o dinheiro para tais investimentos? Podem ter certeza que dinheiro é o que não falta no Brasil, falta é pressão popular para fazer com que ele seja distribuído de forma justa.

Complemento da mensagem abaixo.


Henrique Ribeiro Dorneles
2008-07-31 09:47:29

Um tapinha não dói em quem se acostumou com a dor

Um dos comentaristas faz críticas que questionam a inteligência e formação da autora, que entendo, trata-se de visão bastante equivocada. Pelo que sei, Machado de Assis nunca entrou em uma escola, e é, indiscutivelmente, um dos maiores gênios da literatura MUNDIAL.
A autora em nenhum momento separa as crianças por classes em seu texto. Quando ela fala do disparate de submeter crianças a "cenas" sexuais não está dizendo que as crianças pobres podem sofrer tal influência e as de outras classes não. Ela se refere a todas as crianças, incluindo as pobres. Por outro lado, achei injusta a sentença judicial, pois enquanto os autores foram punidos, a televisão e as rádios não sofreram qualquer sansão. Os autores não deveriam gozar do direito de livremente se expressar? Quem foi que popularizou e difundiu a música aos quatro cantos? Os autores não vem de um meio social, no qual, essas práticas de livre expressão são comuns? Eles não vem de um meio cultural esquecido pelo poder público e a sociedade privilegiada, insensível aos seus problemas, mas beneficiária de seu trabalho? Um juis tem o direito de punir pessoas de um outro meio cultural, separado por terríveis barreiras classistas e deixar as pessoas que foram responsáveis pela difusão impunes? Em meu entender os meios de comunicação deveriam ser multados e os autores deveriam sair sem qualquer punição, sendo que seria determinado a eles que não mais fizessem apresentações em lugares com preseça de crianças, seja onde estiverem. E o juiz deveria determinar que recursos públicos, tantos quanto necessários, fossem aplicados em infraestrutura, transportes DIGNOS, saúde, habitação, lazer, cultura e trabalho, e, na falta de trabalho seguro social ATÉ QUE A VAGA APAREÇA. Para que as barreiras culturais fossem amenizadas e as desiguladades sociais não tão brutais a ponto de criar situações bizarras desta natureza.
Há, tudo isso é garantido pela nossa Constituição Federal.


Henrique Ribeiro Dorneles
2008-07-31 09:42:57

Um tapinha não dói em quem se acostumou com a dor

Parabéns para o Le Monde Diplomatique por este brilhante artigo.É preciso colocarmos o dedo nesta ferida social.
É uma pena que a justiça continue tão lenta. Fico pensando nestes sete anos de demora para um posicionamento sobre esse tipo de música tão depreciativa em relação às mulheres, principalmente em relação às meninas que estão se tornando mulheres. Onde andarão, depois desses sete anos, algumas daquelas meninas contemporâneas do auge dessa diversão tão pouco engraçada? Sete anos é muito tempo na formação de um indivíduo. A única coisa da qual podemos ter certeza é de que as quantias embolsadas com o “tapinha” não foram pequenas, a ponto da multa aplicada não fazer a menor diferença no bolso dos autores. É realmente preocupante e desoladora esta constatação de que dividimos hoje a criação de nossos filhos com outra “autoridade” como esta que fala diretamente com nossos filhos, incutindo neles os conceitos que visam somente o lucro imediato sem levar em conta a força que a mídia tem de formar valores nas mentes mais frágeis. Sem dúvida, a música sempre teve um papel fundamental em nossas vidas enquanto porta voz de nossos anseios e sentimentos. Mas é lastimável que a indústria do entretenimento venha transformando este instrumento tão sensível de comunicação humana numa arma de destruição do respeito e da dignidade. É claro que é função da música expressar também a realidade da crueldade humana mas não com o intuito de enaltecê-la. Infelizmente, não vejo essa decisão com o mesmo otimismo que a autora ao enxergar nela uma chance de revertermos os estragos deste tipo de comunicação na vida das crianças. A demora judicial só tem servido para dar tempo à impunidade. É preciso que ela caminhe mais rápido para chegar a tempo de evitar essa deturpação comercial e cínica do conceito de liberdade de expressão artística.


Denise P. Sanches
2008-07-02 03:59:57

Um tapinha não dói em quem se acostumou com a dor

A mídia realmente é um problema no que diz respeito a fazer crer que consumir é a melhor saída para ser feliz, é muito eficiente para manter todos na menoridade.

Penso, pois, que é difícil para os pais manterem qq controle sobre seus filhos já que os mesmos estão tão expostos à mídia, desde tenra idade, quanto seus filhos.

Mas achei o artigo uma salada de frutas, fala de música, mídia, consumo, educação, sexualidade de forma superficial. Não que os temas não estejam entrelaçados, mas a forma como os argumentos foram construídos dão margem a defesas enlouquecidas do consumo, como a que está acima.

Quem vive sem consumir? ninguém! portanto, consumir não é feio nem perverso. Perverso é fazer crer que no consumo nos realizaremos como seres humanos.

Que a propaganda ensina sobre a vida não há dúvidas, que dissemina valores também não e que esses valores são altamente questionáveis também não se pode discutir.
qual será a alternativa, então?



2008-06-11 23:10:26

Um tapinha não dói em quem se acostumou com a dor

O consumo é a melhor coisa da vida. Quem fala contra o consumo é quem mais consome, enquanto quem não consome, só quer consumir. + Renda = + Consumo ==> Crescimento da vida. Excesso é tão bom. A luta pela democracia é para que todos possamos consumir, todos, inclusive quem produz o que se consome. E não para que não consumamos. O LULA mandou muito bem quando disse que o bolsa-família também é pra geladeira, e pra iogurte, e pro DVD, e para a internet --- consumo SIM! para todos!



2008-06-01 00:00:22

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