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Comentários sobre esse texto:

Consumidores, uni-vos!

Consumidores, uni-vos!

Temos uma democracia aqui no Brasil, não é mesmo "caro hermano Metanol"? Há ironia em seu comentário, o que, a meu ver, tornou sua mensagem um tanto incompreensível. De qualquer modo, nossa tentativa enquanto brasileiros é efetivar nossa democracia. Isto, me faz pensar que devemos dispensar "favores", intermediários de qualquer escalão, ainda que seja uma primeira-dama. Temos o Congresso Nacional e o Poder Judiciário como instrumentos de pressão sobre os que se propõem a produzir alimentos, medicamentos, cosméticos e quaisquer bens produzidos para o consumo da população. Temos o Código de Defesa do Consumidor, e o Idec, além do trabalho do Inmetro, que me impressiona pelo rigor no controle da produção de brinquedos. Afinal, temos que proteger nossas crianças.

A propósito, poderíamos articular a criação de um canal, de um instituto de difusão daqueles medicamentos que o FDA e a Anvisa anunciam como perigosos para adultos e crianças. Este, atuaria como o Idec, citado acima, que age com base nos direitos do consumidor, de acordo com o Código. Não se trata de desconfiar dos profissionais de Medicina, e sim, de valorizar e difundir resultados de estudos que são feitos a partir de ocorrências em nível planetário de efeitos colaterais (letais ou comprometedores do funcionamento dos órgãos humanos). Portanto, um medicamento que leva à morte por dano a algum órgão, ainda que vise curar outro, é informado (infelizmente, pelo número de mortes que causou) ao FDA, e assim por diante. Assim, basta a boa-vontade individual, principalmente dentro dos organismos que foram criados para o bem-estar das populações.

O Brasil tem uma Constituição. Basta-nos utilizá-la com determinação. A última coisa que necessitamos é de um "Peron" e uma primeira-dama "Evita", em nova forma... De seduções (leia-se, no caso específico da política, corrupções) estamos fartos.


Lúcia Nunes
2008-08-14 02:02:24

Consumidores, uni-vos!

Ante estos casos de atentado contra a saúde do povo, sería bom praticar o sistema de Juan Domingo Peron na Argentina, em menos de uma semana se soluciona o problema. Claro, tem que
enviar a falar com eles uma Dama persuasiva com poder, como
foi Evita Peron.


METANOL.
2008-08-14 00:03:27

Consumidores, uni-vos!

Comentário longo! No entanto, o artigo da Ivana Bentes merece a nossa máxima consideração e atenção! Achei muito bem analisada a questão do "Manifesto dos Publicitários" trazida pela articulista. Apresenta-nos um modo real de nos contrapormos a esta conduta pseudo-poderosa da mente dos profissionais da Publicidade. Humildade é bom, em qualquer setor, já que na falta dela, nós dos meios - sou jornalista, graças a Deus! - podemos incorrer em subestimar a inteligência de pequenos e grandes consumidores. A máquina capitalista se alimenta do consumo, mas isto não significa que esta área profissional em meio à roda do consumo. "empurre" qualquer coisa como "excelente", sem ao menos nos darem o direito de constatar a "excelência" do produto, e o mais importante: em letras grandes, pelo menos próximo ao tamanho do layout do produto que apresentam nas prateleiras. Como você felizmente enfatiza Ivana - é obrigação do fabricante e do publicitário oferecer a informação "pontual e visível" sobre o que contêm os produtos: gordura trans, saturadas, etc. - bem como a quantidade - ou que tipo de corante, aromatizante, etc..

Eu por exemplo, sou alérgica a perfume (com óleos essenciais). Tenho que levar lupa para escolher tintura para cabelo. Fiquei com uma mancha (que desapareceu em alguns dias...), por conta de um produto com essência natual (cor) retirada de plantas brasileiras, acho que da Amazônia. Aos trinta anos não sabia que era alérgica a perfume e essências com óleos essenciais. Desde os trinta e poucos dou uma variada no visual (estou com 48) e, em uma única vez que usei esta tintura anunciada como natural (não fiz teste de toque, afinal era natural) fiquei com uma mancha, que causou inchaço, por dias, um pouco atrás da orelha. Um pouco depois, foi diagnosticada que era portadora de um tipo de endometriose em que o fator alergia é preponderante, por ser auto-imune, etc. Não sou afetada tanta na alimentação, ainda que tenha que evitar produtos com urucum (corante natural amarelo, por exemplo). Por isto, me alimento com simplicidade. Não arrisco molhos, etc.

Outro "case": usei pela primeira vez uma colônia com nome "natural" em outro idioma, e quase fui levada ao hospital por anafilaxia. Por sugestão de meu marido escovei entre tosse e falta de ar, os pulsos... Por sorte, não usava perfumes desde jovem, já que a dor de cabeça era certa, e batons, que "fechavam" levemente minha garganta. Uso somente batons de cor leve (o preferido é branco e perolado, praticamente sem perfume). É difícil de encontrá-los facilmente. Este, foi presente de um familiar, que o trouxe da Itália. Felizmente, quanto aos sabonetes sou quase "normal": alguns provocaram leve urticária - obviamente os mais perfumados. Depois de descobrir a alergia a perfume e certos corantes dermatológicos, para não enfrentar as "letrinhas míúdas" que a Ivana Bentes se refere, os "escolhidos" na prateleira são de cor clara e perfume suave. Como não se fixam nos poros, pela água (como as colônias e perfumes), o que entra na minha corrente corrente sangüínea me permite um uso tranqüilo. Complexo, não, caros e caras produtores e publicitários?

Tudo pode acontecer a nós consumidores por conta da falta de informações exatas e de letras grandes! Eu não uso colônias, perfumes, e talvez se houvesse informação clara e legível poderia usá-los sem medo. Por exemplo, onde está escrito "parfum", de que tipo de essência o produtor está falando? .


Lúcia Nunes
2008-08-13 03:07:45

Consumidores, uni-vos!

Colegas (cada um como pode)consumidores:
Essa discussão vai ser longa (ou eterna) e eu - como mini-consumidor, portanto na berlinda - pouco tenho a comentar, a não ser por tabela. E "por tabela" recomendo a quem ainda não leu, que leia "Quem manipula quem", de Ciro Marcondes Filho, Editora Vozes. A partir dele, para mim, as coisas começaram a ficar bem mais claras. Abraços a todos e lucidez para todos nós, brasileiros.


Site: Consumidores, uni-vos!
A-Martins
2008-08-04 21:40:19

Consumidores, uni-vos!

Também achei interessante esse artigo. Principalmente porque nos tempos atuais os consumidores são tratados como meros expectadores, como "gado" mesmo, sendo levados a consumir coisas que na verdade não trazem a felicidade e satisfação vendidas pelas propagandas.

Ainda, é importante que os CIDADÃOS percebam o enorme poder que há em seu ato de consumo, e que, somente com o CONSUMO CONSCIENTE teremos força pra pressionar por mudanças. Imaginem se todos deixassem de consumir de empresas ambientalmente desresponsáveis ou socialmente exploradoras???

Com a perda de lucros, um maior conhecimento dos consumidores sobre as empresas e formas de produção, esses grandes produtores serão levados a modificar seus meios de produçaõ.

O ATO DE CONSUMO É O ELO FINAL DA CADEIA DE PRODUÇÃO. todos somos responsáveis, então, pelo que tem sido produzido, forma com que tem sido consumido e quantidades.


Roberta Schwambach
2008-08-02 17:35:08

Consumidores, uni-vos!

Considerei excelente esse artigo de Ivana Bentes. Mais uma colunista do Le Monde que preocupa-se mais com a resolução de problemas, que é a verdadeira utilidade da ciência, do que com uma boa situação econômica, que é a preocupação dos civitas e marinhos, "donos" da opinião das massas no Brasil.
Trabalhadores, uni-vos, pois os civitas e marinhos estão bem unidos e atuantes, como sempre estiveram.


Henrique Ribeiro Dorneles
2008-08-02 03:58:40

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