Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Em busca da funda de David

» Outras Palavras prepara nova travessia

» Argentina: o que esperar de Fernández e Cristina

» 2019, o ano do Pibinho do Guedes

» Lowy resgata a atualidade de Walter Benjamin

» Como Weintraub devasta e militariza a Educação

» A deriva medieval da Internet

» Duas vidas do neoliberalismo na América Latina

» Graeber narra o declínio da Ciência Econômica

» Boaventura: a História absolverá Evo Morales

Rede Social


Edição francesa


» La pêche, une guerre mondiale ignorée

» L'homme et les robots

» Le crépuscule de la raison

» Mystiques violentes et stratégie non violente

» La pêche doit être gérée à l'échelle mondiale

» Le problème juif en Union soviétique

» Le vent s'est levé

» Citoyens, ou... nécessiteux ?

» Une sixième vague

» Retraite à points... de non-retour


Edição em inglês


» UK's austerity election

» December: the longer view

» ‘No one was listening'

» Shattering the conspiracy of silence

» This must be called murder

» Bolivia's coup

» Algeria's massive movement for change

» Islamists make common cause with the Hirak

» Grenfell's untold story

» DUP no longer kingmaker


Edição portuguesa


» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?

» Edição de Dezembro de 2019

» Uma fractura social exposta

» «Uma chacina»

» Assinatura de 6 meses: só 18 €

» Golpe de Estado contra Evo Morales

» Será que a esquerda boliviana produziu os seus coveiros?

» A era dos golpes de Estado discretos

» Pequeno manual de desestabilização na Bolívia

» No Brasil, os segredos de um golpe de Estado judiciário


Comentários sobre esse texto:

Mindlin e outros carimbos

A Livraria Cultura consegue oferecer quase tudo o que está na Bienal, o que significa tristeza para o leitor apaixonado. Antigamente, a Bienal era o momento do encontro de coisas novas e interessantes. Era, também, uma oportunidade para pegar as editoras fazendo promoções. Hoje, não tem nada disso.

Quanto aos imortais, eu não seria tão contundente nas críticas. Talvez se eles olhassem para as periferias, deixariamos de considerá-los como "eles", não é verdade?

Quanto ao Mindlin, permito-me dizer que sua bibliofilia é uma das tafularias elegantes da nobreza paulistana. Mas não é que muita gente acha que o Largo São Francisco agita a cena cultural de São Paulo?

Mas é isso aí. Vamos meter o pau. "Vamos meter o pau e aproveitar as brechas", dizem por aí.

Sábio Rimbaud. Ele acharia a Bienal um tédio. Eles te dão um vale-dinheiro na entrada, não uma dose de absinto.


Site: http://festadeaguias.blogspot.com/
Vivacqua
2008-08-23 19:38:39

Na Bienal do Livro, um roteiro alternativo

A Bienal do Livro, esta festa literária de tão expressiva proporção, estimula uma nova geração de brasileiros a se unir aos livros para que se tornem dignos, bem informados e conscientes. Não queremos e nem esperamos por salvadores da pátria, e sim por cidadãos confiantes, num país que ofereça perspectivas, segurança, recursos - por prosperidade. Não dá mais para aceitar um país de faz de conta, mas um Brasil emocionalmente equilibrado,igualitário que, mesmo encarando adversidades, seja capaz de manter inabalável sua lisura, sua ética e a sua integridade.

Palmiro Mennucci
Presidente do Centro do Professorado Paulista (CPP)
São Paulo - SP


Site: Na Bienal do Livro, um roteiro alternativo
Palmiro Mennucci
2008-08-22 15:14:58

Na Bienal do Livro, um roteiro alternativo

Fui pela 1ª vez na Bienal, porque meu filho pediu.Fiquei feliz porque ele não gosta muito de ler.
Mais me decepcionei, pois a feira não passa de um comercio, muito mais de revistas, que querem vender assinaturas, não há interatividade com os visitantes.
O preço do ingresso é caro, é mais divertido ir a uma livraria dessas megas que existem, do que nessa feira.
Deveria ter preços baixos tanto no ingresso como nos livros, para incentivo a leitura.
Com certeza não irei mais, foi a 1ª e ultima vez.
Pagar R$ 10,00, para ver livros expostos em pratileiras, sem nenhum atrativo, vou a uma livraria que é mais divertido, para quem quer ter incentivo a leitura.
É uma pena!!!


Marta
2008-08-22 14:42:18

Na Bienal do Livro, um roteiro alternativo

Uma agradavel surpresa, e o estande da Editora KVT, bem organizado e por ser a 1 vez que esta na bienal chama antenção em função do seu jeito diferente de abordar os temas, com 4 livros de lançãmentos, vale a pena
Avenida 6 esquina f Editora KVT


Regis
2008-08-22 14:03:35

Na Bienal do Livro, um roteiro alternativo

A Bienal deixou de ser, em suas últimas edições, uma feira cultural para se tornar comercial, não que a venda seja menos importante, porém acredito que a proposta nunca foi vender livros desesperadamente como ocorreu desde a 2 edições atrás.
O preço do livro no Brasil é algo vergonhoso, se torna um artigo de luxo, talvez o governo devesse diminuir a carga tributária sobre eles, mas sabe como é - povo bom é povo ignorante!!!


Adriana
2008-08-22 13:56:26

Na Bienal do Livro, um roteiro alternativo

E isso já vem de longe!
Livro no Brasil é luxo! Aliás, em todos os países pobres e sub-desenvolvidos as pessoas não lêem porque ler para elas é um luxo que a suas pobrezas não permitem.
Livro nesses países é pura mercadoria e as editoras tratam os autores como simples fornecedores, isso os conhecidos, porque os que não conseguem colocar o nome na mídia são tratados como inexistentes. ... Não têm valor nenhum!
Nas editoras periféricas, como vocês se referem,os pobres escritores novos ’rebolam’ para vender o seu livrinho, e muitas vezes vende só para os parentes e amigos.
Não há incentivo nenhum, nem da mídia, nem das editoras e muito menos dos órgãos culturais responsáveis pela difusão de um pouco de intelectualidade. Governo não culto, cultura ’porcaria!’.
Nem as livrarias dão qualquer ’força’ para os novatos, parece mesmo que autor novo é praga, é estorvo.
O autor ’periférico’, o que não tem editora, é tratado como vendedor ambulante e é repelido pelas livrarias que não lhe concede uma oportunidade.
E, podem crer, as editoras, muitas vezes, perdem grandes possíveis escritores por tomarem essa medida preconceituosa.
Autor novo é leproso e ninguém liga pra ele, não!
Se bem que editora, sem incentivos dos órgãos governamentais, passa a ser só mais um negócio, e não importa o que venda. Precisam dar lucro, lógico, e correm atrás do prejuizo contratando somente nomes conhecidos, alguns nem tão bons assim...


Site: AUTOR PERIFÉRICO É "LEPROSO"...
I. Boris Vinha
2008-08-22 13:39:37

Na Bienal do Livro, um roteiro alternativo

Assino embaixo. Uma alternativa para o preço salgado dos livros (e para fugir dos sebos) é a Livraria 30PorCento aqui em são paulo.


Site: Livraria 30PorCento
Tiago Pavan
2008-08-22 03:24:58

Na Bienal do Livro, um roteiro alternativo

Nos, os pais, preocupados em estimular nossos filhos para a leitura, e essa Bienal, se fosse por um preço mais acessível(do tipo: entrada R$5,00 e estacionamento também), incentivaria muitos pais a passarem uma tarde com sua família, cada qual descobrindo seu gosto, seu encanto, etc....

Mas, como tudo só é comércio, coitados dos nossos filhos e com o que se espera do futuro.......



2008-08-22 02:13:59

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.