Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Depois do senhor Guedes e de seu capitão

» Amazônia: caminho para o pós-Bolsonaro

» Tarifa Zero, a experiência europeia

» Marielles na Amazônia: apontar, fogo!

» Na África do Sul, a xenofobia não tem cor

» Uma semana contra o Capitalismo de Desastre

» Na Argentina, algo além de Macri começa a cair

» Transportes: a atualidade da Tarifa Zero

» Aos super ricos, os super genes?

» A Ideologia da Mineração está em xeque

Rede Social


Edição francesa


» Machines hostiles

» Refaire le monde à coups de bistouri

» Libye, l'appel du devoir

» La gauche française bute sur l'Europe

» Fédéralisme à l'allemande et évolutions politiques

» « Métro, boulot, tombeau »

» Plus haute sera la prochaine tour

» Le Media Lab aux avant-postes du cybermonde

» Echec à la corruption au Brésil

» Les beaux jours de la corruption à la française


Edição em inglês


» The logs of war

» Benjamin Netanyahu, best friend of the far right

» September: the longer view

» Afghan peace talks: Trump tweets, Taliban fights

» An inexhaustible myth in times of extreme adversity

» What happened to social solidarity?

» Sudan: conflict, violence and repression

» Russia's appointed billionaires

» Another end is possible

» Arms sales: the Swedish model


Edição portuguesa


» Edição de Setembro de 2019

» Portugal não pode parar?

» Quem elegeu Ursula von der Leyen?

» Edição de Agosto de 2019

» Plural e vinculado à esquerda

» Os talibãs de São Francisco

» Edição de Julho de 2019

» Inconsistências (ou o sono da razão?)

» Comércio livre ou ecologia!

» Edição de Junho de 2019


Comentários sobre esse texto:

Guerra e Paz

gerra e paz sao como uma destruiçao em massa por um terrorista muito mal como ozama binladem o hoemem mais procurado do mundo pelas autoridades americanas pelos ataquis de 11 de setenbro de 2001 essa foi a mensagem escolheda este artigo


Site: gerra e paz
soneca
2008-11-28 01:08:16

Guerra e Paz

A CONSOLIDAÇÃO DA UNILATERALIDADE

Com todo o respeito às inocentes vítimas da guerra e me atendo somente à política internacional, a ação militar russa na Geórgia não passa de pirotecnia que visa ofuscar o prosseguimento do projeto de instalação de radares e plataformas de lançamento de mísseis no leste Europeu, que faz parte do programa norte-americano chamado de “escudo anti-mísseis” e que foi respaldado pela última cúpula da OTAN realizada na Romênia em abril de 2008.

Nesta cúpula, a Geórgia e a Ucrânia, com sua importante base militar na Criméia, só não obtiveram a autorização para aderir à OTAN por que os atuais membros não queriam um confronto direto com a Rússia, pois, na época, já tinham como certa a invasão da Geórgia o que obrigaria a organização a interceder na defesa do aliado.

Este confronto também não interessa aos EUA, pois a Rússia já está sendo dominada tanto pela aculturação do seu povo quanto pelo bloqueio militar via ampliação da OTAN e via instalação do dito “escudo”.

Esta aculturação começou com dois movimentos políticos implementados por Gorbatchev e aprofundados por Yeltsin, conhecido por suas posições liberais e por seu alinhamento com a política norte-americana: a glasnost, que visaria a liberdade de expressão; e a perestróica, que visaria a reestruturação econômica onde um dos pilares era a redução da quantidade de dinheiro gasto em defesa.

O resultado prático destes dois movimentos foi o desmantelamento da economia planejada gerando o caos econômico e a desestruturação social, maiores fatores da ruína da União Soviética.

Esta ruína possibilitou que os EUA pudessem não só apoiar abertamente a autonomia dos ex-países membros e os movimentos separatistas que fizeram a Rússia murchar, tanto em território quanto em população, mas também apoiar a fulgurosa nova classe das vivandeiras.

Estas duas lideranças soviéticas, querendo ou não, desempenharam o papel de títeres dos EUA ao absorverem o “American Way of Life”, que é a grande arma norte-americana utilizada para dominar nações detentoras de poder nuclear.

Da mesma forma, está cada vez ficando mais claro que o próximo passo dos EUA para consolidar ainda mais a sua hegemonia mundial absoluta será a implantação da perestróica e da glasnost na China, que, por sinal, já começou a absorver o “American Way of Life” que provocará a pulverização do dragão em diversos países representativos das dezenas de diferentes etnias chinesas. Aliás, a China já está sentido esta tendência pelos movimentos separatistas em curso em seu território.

Esta arma de dominação adotada pelos EUA tem como base o exercício da influência indireta nos comportamentos ou nos interesses de outros corpos políticos por meios culturais e ideológicos e sua utilização é distinguida pelos efeitos sutis ocorridos nas culturas, nos valores e nas idéias da ação de outros.

Esta arma que foi denominada por Joseph Nye como o “Soft Power” está sendo utilizada com muita habilidade pelos norte-americanos para consolidarem a unilateralidade.

Com a Rússia cercada e com a China sendo bombardeada com os dardos do “Soft Power” e ambas sonhando com o “American Dream”, a Organização de Cooperação de Xangai (SCO), organização formada em 2001 para atuar como contrapeso à OTAN no Oriente, tenderá a seguir os passos do Pacto de Varsóvia.

Lamentavelmente, por mais que desejemos a multi ou, no mínimo, a bi, a unipolaridade está sendo consolidada dia após dia, pois todas as ações políticas e militares contrárias a esta hegemonia não passam de pirotecnia de dirigentes impotentes para brecar este processo e que, para se fortalecerem na política interna, tentam passar a impressão de que suas ações trarão o retorno da bipolaridade.
E, Assim Caminha a Humanidade: marchando e consumindo, extasiada, Mac-Lanche-Feliz com Coca-Cola.


João Pedro
2008-09-03 03:44:03

Guerra e Paz

Napoleão, Hitler e agora Bush... Mais uma vez a Rússia defende o mundo do lixo da história. Tomara que a Rússia consiga equilibrar novamente a balança de poder, para que a arrogância americana encolha cada vez mais. É incrível como os EUA fomentam o desequilíbrio e guerras na Europa e os líderes europeus compactuam com isso.
Espero que tenhamos condições de defesa quando os EUA invadirem o Brasil para ‘defender’ os povos indígenas, o que parece que será inevitável, devido às riquezas minerais e a água doce da região.
Rússia sempre!


Paulo Braga
2008-08-27 15:38:29

Guerra e Paz

A historia demonstra que quando os povos eram nômades guerreavam entre si; quando tinham territórios também guerreavam para sobrevivência do grupo, aumentar seus territórios, escravizarem e se fortalecerem.As diferenças (étnicas e sociais), a ganância por riquezas e poder levaram a humanidades a vários conflitos, como atualmente. A unidade territorial da maioria dos grandes países orientais só conseguiu ser mantida através do emprego da força, da coerção e dos assassinatos em massa. Isso aconteceu no Brasil durante a colonização e acontece ainda nos países orientais e africanos. É histórico.Enquanto existir na humanidade ganância por riquezas e poder não haverá paz, independente de Paises, etnias, grupos de interesses ou bandos isolados. Nada garante que mesmo na hipótese de ser concedido a reserva a esses brasileiros(índios,quilombos e outras), futuramente as etnias poderão ou por ganância de alguns de seus membros (diamantes e outras riquezas) entrarem em conflitos, não com flechas, mas com armas mais letais com ajuda de certas “ONGs”, contrabandistas e outros grupos de interesses, provocando fugas em massa para Manaus e região.As riquezas do solo e mar deverão ser divididos para todos os brasileiros, sem discriminações, por empresas com maioria do capital brasileiro ou publico.A não exploração das riquezas do solo brasileiro e do mar afeta a Nação brasileira.Provavelmente com educação de qualidade para todos, a observância dos valores morais e patrióticos da maioria do povo, sem discriminações de distribuição de privilégios e impunidades; mídia e políticos responsáveis poderemos fortalecer a Nação Brasileira e viveremos com mais paz.



2008-08-26 20:08:52

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.