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Comentários sobre esse texto:

A moeda, o crédito e o capital financeiro

O que entra em decrepitude não é a moeda, é o Estado, dono da moeda; como bem diz o Professor Fiori.
O Estado Imperial está caindo sim. Não pela perda do poder militar, não pela perda do poder financeiro, não de fora para dentro. Mas de dentro para fora, com a diminuição de suas reservas morais, com estrangeiros preenchendo as lacunas deixadas pela sua juventude nacional nos quadros de sua verdadeira elite, a universitária, a científica, a cultural.
Não desejo a sua ruína, mas inexoravelmente a estão deflagrando através de guerras, que antes serviam para esquentar a musculatura, mas hoje servem para arraigar ódios que se propagam dentro de seu próprio tecido social, juntamente com o vício da droga, da pornografia infantil, do desmonte da amálgama familiar. O fim e a decrepitude não se dá em ações espetaculares, mas sutil e sorrateiramente na destruíção da base do tecido social, que já não alimenta mais esperanças e sonhos de liberdade e justiça, não importa o que digam os economistas de todos os matizes, financistas e "mercantilistas do mercado", estejam estes instalados na NASDAQ, NYSE, na BOVESPA. O que rege a economia é a relação confiável entre empregado, empregador e comprador, todos os três agentes em seus momentos participando e construindo o Estado.

Não sou economista nem adivinho mas sei que basta esperar até o resultado das eleições para ver a repetição da anterior; nenhum dos dois contendores e seus programas terão, como não tiveram os anteriores, reconhecimento e aprovação sustentável. Nas últimas tiveram até que arranjar uma solução, já que o sistema já não servia à representação e regulação eficaz.
Afinal os impérios não caem, caducam.


José Carlos
2008-09-26 23:19:40

A moeda, o crédito e o capital financeiro

Esta crise norte-americana é falsa como nota de três dólares.

O falcão-mor está se despedindo em grande estilo e aproveitando para arrumar a casa. Com a velocidade digna da ave de rapina mais rápida do planeta, está fazendo a faxina e aproveitando para colocar uma pedra sobre este ciclo da farra. Além disto, está aplicando o “freio de arrumação”, que além de aglomerar na marra os passageiros mostra quem está no comando.

A exemplo das guerras “cirúrgicas”, está apresentando a conta a todos que, mansamente, porque não têm alternativas, pagam!

Em 04 de novembro, chegará o novo dono do poder que vai citar as velhas frases por nós tão conhecidas: vamos olhar para a frente, não vamos dirigir olhando para o retrovisor, o passado é o passado, etc. etc.

Sempre soubemos que o neoliberalismo com a sua dita eficácia dos mercados era pirita, pois eles querem o Estado para arrecadar impostos que devem servir, prioritariamente, para garantir seus ganhos.

Nos últimos tempos presenciamos a mais pura demonstração da supremacia dos irmãos do norte. Alguns exemplos:
1. vendem seixo a preço de brilhante;
2. obrigam os concorrentes a injetar recursos em suas empresas atoladas em enormes prejuízos;
3. provocam uma colossal transferência de renda das demais economias para a sua, via juros, dividendos e lucros;
4. sustentam falsos oráculos da economia mundial, como as empresas de rating com suas falsas avaliações;
5. desdenham o apelo dos impotentes aliados que imploram um mínimo de moderação no seu ajuste;
6. forçam a ampliação dos mercados internos dos parceiros para que estes absorvam o excedente da sua parada estratégica, sem nenhuma preocupação com a inflação daí decorrente;
7. equilibram a sua balança comercial mediante o aumento das exportações de suas empresas sem competitividade e sem mercado interno; etc.

Alguns vendem o sonho da breve quebra da hegemonia econômica dos EUA e a conseqüente deterioração do padrão-dólar. Puro ilusionismo; hoje ninguém tem força para tanto, pois o Yene e o Euro já ajoelharam e o Yuan está começando a flexionar os joelhos. O nosso sonho de testemunhar a queda do império está longe de acontecer.

É a velha e conhecida socialização do prejuízo em nível global amparada na força dos mercados consumidores e das armas.

A financeirização do capitalismo está mostrando a sua face mais cruel.

João Pedro.


João Pedro
2008-09-23 02:19:11

A moeda, o crédito e o capital financeiro

Entendi perfeitamente... quando as empresas americanas quebram, o Estado deve ajudar..quando as empresas do Brasil quebram...devem ser abandonadas e vendidas para os americanos...é claro !!! sempre foi assim...só FHC e sua turma queriam dar lição de moral nas pessoas, que ingênuas, acreditaram...e muitas empresas brasileiras quebraram... o Tio Sam é velhaco... devem rir muito de nós, brasileiros... qua, qua, qua, qua, qua!!!!!


George Washington Augusto Luiz
2008-09-22 07:07:05

A moeda, o crédito e o capital financeiro

O pouco que eu entendo de economia é que todos os países, incluindo o Brasil devem valorizar seus principais setores (não sei se o termo é esse)a fim de serem minimamente atingidos por crises financeiras. No nosso caso: agricultura; gado; café; turimo e setor de calçados.

Valorizando esses setores, empregos são gerados, o consumo é estimulado e não teremos tantas preocupações quanto à crises externas.


leonardo
2008-09-21 07:22:51

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