Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Despotismo algorítmico, outra faceta da exploração

» Por que a pandemia afasta mulheres da ciência

» 31 de julho de 2020

» E se Brecht fosse Negro?

» Os conluios da Volks, do nazismo a Bolsonaro

» Literatura dos Arrabaldes: A poesia periférica na era Lula

» Tributar os super-ricos para reconstruir o país

» 30 de julho de 2020

» Não! A volta ao normal, não!

» As brumas do passado e o futuro da educação

Rede Social


Edição francesa


» « The Economist », le journal le plus influent du monde

» L'avènement du tourisme de masse... Près de chez soi

» Babel jeune et innocente

» Des usages de Bach

» Rendez-vous avec Frantz Fanon

» Dans la jungle de Bornéo, des visiteurs en quête d'authenticité

» « Il nous faut tenir et dominer Athènes »

» Égalité, identités et justice sociale

» D'autres pistes pour la santé publique

» En Chine, la vie selon Apple


Edição em inglês


» Hagia Sophia in Turkey's culture wars

» Pilgrimage routes

» Bolivia's shrinking glaciers

» It's the healthcare system, stupid

» The Twenty Years' war

» Government by the worst

» The eternal Johann Sebastian

» Wake up! I have things to say!

» Newspapers without borders

» Grounded by coronavirus


Edição portuguesa


» Offshores: paraíso para alguns, inferno para todos

» Edição de Julho de 2020

» Metáforas bélicas

» Alguém disse «sistémico»?

» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago

» «O desastre actual é a total ausência de espírito crítico»

» Edição de Junho de 2020

» A fractura social


Comentários sobre esse texto:

Viagem com o Submarino Vermelho

Muito bom o papo! Fico feliz de ver que, tanto cineastas, artistas plásticos e, por quê não?, os jornalistas que fizeram a matéria, conseguem extravasar os limites que suas respectivas linguagens lhes impõem. Conhecendo de perto o coletivo, posso afirmar que eles têm um longo caminho a percorrer, muitos projetos a serem concretizados e, sobretudo, uma porção de questionamentos a serem praticados. A idéia de romper com a pasmaceira, inércia crônica dessa nossa geração, através da arte, não é tarefa fácil. Incorporar a percepção de que a ação pode estar além das assembléias vazias, de reuniões eternas e de métodos que a gente nem explica o porque os adotamos, é parte fundamental no processo de transformação.
Submarino Rojo, como eu gosto de chamá-los, pode ser o Canil, o Porão, as ocupações, o Procura-se, o Eixo-do-Mal, não importa, estão todos aí pra mostrar a parte viva e não mítica do que foi 68.

Simbóra que falta muito!

Raiana Ribeiro


Raiana Ribeiro
2008-10-08 20:35:53

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.