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Comentários sobre esse texto:

Nada será como antes

O diagnóstico é impecável e o futuro continua incerto. O conjunto da "coisa" pode ser chamado de descivilização. O Estado, agora convocado a ser acionista majoritário para salvar o alimento dos que já estão de barriga cheia, não demonstra interesse (ou não tem condições) nas reformas estruturais. Essas mesmas citadas pelo autor com uma expressão muito significativa: eco-desenvolvimento. Se o Estado também foi privatizado, há motivos para esperanças?


Paulo
2008-12-07 12:26:07

Nada será como antes

Há muito tempo está definido, nada será como antes, o que se estava ocorrendo era um tempo para o início da crise.
A importância não está nos neoliberais ou na esquerda principalmente na “esquerda européia”, as coisas estão colocadas de forma mais simples, quem produz e que aproveita. Talvez esteja chegando o tempo de quem produz? Talvez o esgotamento dos recursos naturais ou esgotamento da capacidade de transferência de riqueza do sul para o norte também tenha terminado? Ou além de tudo isto, talvez o fim da vontade de produzir do norte tenha começado a suprir seus efeitos.
Roma, o grande império, caiu quando terminou a sua capacidade de produzir e gastou todas as suas reservas no deleite de seus patrícios e nas migalhas para seu povo. Talvez tenhamos chegado ao fim de um (ou dois) Império(s). O pão e o circo talvez estejam em fase de esgotamento. Enquanto houver a crise, o petróleo ficará barato e os invernos do norte menos frios, porém quando a crise diminuir outra crise começará.
A globalização excludente está excluindo aqueles que deveriam excluir, a esquerda não deve reagir ao que não deve ser reagido. O receituário da “boa governança” das agências multilaterais está servindo para que nós absorvamos a primeira onda da crise, se resistirmos a segunda, a terceira e talvez a quarta, sairemos mais reforçados do que nunca desta grande crise. A capacidade de resistir a uma pitada de desemprego com um pouco de fome e inflação, está no nosso DNA. Nos tornamos fortes e imunes a diversas doenças contagiosas, e quanto maior for a crise das economias melhor será para nós.
Estamos sendo considerados agora? Acho que não. E espero que não, pois quanto maior o desprezo que tivermos, mais teremos liberdade para crescer.
Salve Bush, ele está se delineando como o grande libertador do terceiro mundo. Viva Sarkozy, que salve muitos conglomerados da crise e eleve a concentração da riqueza como nunca visto.
Só devemos cuidar daqueles que nos querem ensinar e vender o que sabemos, não precisamos tecnologias caras de eco-desenvolvimento, pois é de nossa natureza sermos ecológicos. O terceiro mundo já viver bem mais próximo da natureza, não somos nós que delas distanciamos, quantos quilômetros quadrados de florestas tem a Europa? Qual é a sua biodiversidade? Na minha janela pela manhã cantam mais espécies de pássaros do que um ouvido europeu escuta em sua vida. Quem deve falar de eco-desenvolvimento?
Deixem-nos de lado, e, por favor, não nos venham nos dizer como devemos viver.


Rogério Maestri
2008-11-25 04:20:22

Nada será como antes

SEM DÚVIDAS TUDO OU QUASE TUDO JA FOI DITO DESTE MALFADADO MOMENTO VIVIDO POR TODOS OS PASSAGEIROS DESTE PLANETA EM DESENFREADA OPERAÇÃO DE ATERRISAGEM DE EMERGÊNCIA ,MAS AINDA CABE NESTE MINÚSCULO ESPAÇO MEU GRITO DE DOR.SÓ PERGUNTO UMA COISA EM NOME DE QUEM GRITAREI? SE EM 2008 AINDA TEMOS APENAS UMA TEORIA DE NOSSA MATERNIDADE ,NEM PAI E NEM MÃE TEMOS!COMO ANALIZAR O HOMEM SE NÃO SABEMOS DE ONDE VEIO ,CLARO NÃO SABERMOS PARA ONDE VAI.E SE É DE DISTRIBUIÇÃO IGUALITARIA DE RENDAS QUE PRECISAMOS FALAR ,PODEMOS ESQUECER ,NÃO SEI O NOME DE MEU VIZINHO............


TOPEYK
2008-11-16 22:23:43

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