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Comentários sobre esse texto:

A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs

Cara Batriz Bissio!
Hoje 18.05.09, folhando as páginas de Le Monde, li seu artigo lá publicado em 13 de março recente, intitulado “A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs”. Apreciei a abordagem da relação Revolução 64 x Poderes da Elite Dominante, seu legado para a posteridade e sedimentação dos alicerces de poder que viriam a governar o país depois que ela própria sucumbisse à “Democracia”, a qual somente em sua fachada é digna de assim ser chamada.
Apenas para comparar, Beatriz, aqui no Paraná, na Cidade de Londrina, o prefeito eleito, Deputado Estadual Antonio Belinati, siquer foi empossado, pois um processo de sua cassação estava em curso no TSE. Então, quê promoveu esse senão uma nova eleição para que o povo escolhesse seu prefeito. O segundo colocado, Deputado Federal Luiz Carlos Hauly, novamente concorreria ao cargo. Bem, perdeu, embora tivesse sido o segundo colocado na vez primeira. O que lá foi terceiro colocado é o que veio a vencer as eleições realizadas em final de março. Porque o mesmo TSE não procedeu da mesma forma no Maranhão??? Ou, doutro lado, porque não procedeu da forma como no Maranhão em Londrina-Pr???? Para uns, dependo da ligação que tem com o rei, valem as benesses....já, para o que não tem muita importância a esse, a forma da lei.
Solidarizo-me, portanto, com seu raciocínio.
Entretanto, foi um outro parágrafo de seu artigo que mais me convidou a comentar o mesmo, aquele em que diz:
“É o nosso direito mostrar a insatisfação diante da injustiça! É o nosso direito mostrar a insatisfação diante do poder dos grandes meios de comunicação, em permanente conspiração contra os valores democráticos e contra as maiorias! É o nosso direito protestar! É o nosso direito ganhar as ruas com as nossas mensagens! Esse espaço é o único que temos! Foi conquistado e não abriremos mão dele!”
Cara Beatriz! Sou gaúcho e tenho 56 anos. Vivi muito as lutas do passado, embora nem sempre de forma presencial, mas intelectualmente sempre me dediquei ao estudo da história magnífica do Brasil, especialmente os destemores que meu Estado natal ensejava nos grandes momentos porque nosso país transitou. Sou dos tempos dos grandes tribunos do Parlamento Brasileiro, dos grandes idealistas de nosso contexto político, e dos tempos em que vicejavam os horrores da revolução de 64 e dos tempos que nos levantamos pela Democracia e volta ao estado de Direito. E muito me orgulho de ter vivido esses tempos. Dá- me saudade deles. Tínhamos espírito de luta, de nacionalidade, de sede por justiça. Íamos às ruas, aos comícios, às manifestações, às greves. Protestávamos, exigíamos reparação aos nossos direitos, enfim, éramos ativos e altaneiros.
Nos dias presentes, não vejo mais essa chama arder. De um lado, temos uma classe média que se conforma, pois que, de um ou outro jeito, as suas possibilidades de galgar os meios que almeja são abundantes, sejam eles formais ou informais, legais ou ilegais, tributados ou à margem do alcance tributário, este, especialmente, o mais comum de que se vale. As pos- sibilidades dessa classe média avultaram. Os benefícios sociais, em que pese a insuficiência estatal em campos como a saúde, os transportes, a educação, a segurança, lhe assegura um status mediano suficiente para calar-se, para deixar “pra-lá” as picuinhas da política, que, afinal, pertence mesmo a um submundo ao qual recorrem homens, que, se bons, viram iguais ao que lá se encontram há tempo, se da “pá virada” para lá se dirigem como meio de vida fácil e imunes ao crivo da própria Lei.
Dia a dia tenho me entristecido e muito me vigiado e perguntado se não estou caindo em depressão, pois não consigo encontrar mais uma razão autêntica de viver. Sou daqueles inconformados para o quais não basta viver, é necessário servir para alguma coisa. E não coisa particular, de proveito egoísta, pois para viver reúno o suficiente através de meu simples trabalho e sou feliz com o que tenho ou possuo, que são meus filhos criados e em boa condução, nada mais tendo ou querendo, embora, claro, se puder, somo algo mais.
Na modernidade da internet, coisa estranha até há pouco para nós que carregamos todos os pianos do passado, não me canso de procurar meios e fóruns de debate construtivo, tipo sala de bate-papo realmente aproveitável para discussão de temos relevantes. Frustrado, só o que vejo é uma população desejosa apenas de prazeres mesquinhos e depravados, que despeja seu tempo de vida útil a procurar futilidades, contaminando seu potencial com promiscuidades e coisas vis.

Você e eu podemos pensar como pregou no parágrafo que encima este comentário. Talvez possamos conhecer alguém também com o mesmo instinto, mas não iremos adiante em nossa peregrinação, Beatriz. Não conseguiremos reunir dez ou vinte que se juntem a nós nesses propósitos. Somos vozes que clamam no deserto. Somos idealistas que corremos o risco de nos tornar alvo de chacotas, de vergonha e até humilhação por nos considerarem ultrapassados. Senti-me envergonhado e humilhado pelo Deputado Sergio Moraes, gaúcho de Santa Cruz, postar-se daquele perfil de “lixar-se para o povo”. O Rio Grande do Sul não merece passar pelo que passa. Sinto vergonha ter como governadora de meu Estado uma cínica Yeda Crussius, que lá chegou por um erro de cálculo inesperado dos que queriam reeleger Germano Rigotto(¹).
Caso você tenha encontrado outros que se somem ao que pensamos e entendemos ser nosso dever defender, por favor, avise-me. E acredite, minha única esperança é reunir pessoas como você, que pensam assim. Acredito, porém, que também você tem a percepção de que está pregando no deserto.
Melhor concluir como Érico Veríssimo....”O resto é silêncio...”

(¹) O povo do Rio Grande do Sul, querendo reeleger Germano Rigotto, percebendo que esse deveria enfrentar o segundo turno, fez a seguinte opção: de um lado, os que não queriam o confronto de Rigotto com Olívio Dutra, por este representar ser mais forte que Yeda, canalizaram seus votos para Yeda Crussius, por julgarem fácil vencê-la; de outro lado, os que preferiam Olívio Dutra ao invés de Yeda Crussius, por esta pouco representar as tradições gaúchas, considerando-a pior que este, votaram neste, esperando pelo confronto Germano X Olívio, quando então, com mais facilidade, elegeriam, sim, Germano Rigotto. Resultado: Germano perdeu votos para ambas as correntes de pensamento, não conseguindo siquer ir ao 2º turno. Como resultado, o Rio Grande não querendo Olívio, não teve outra saída senão eleger Yeda Crussius. Hoje se arrepende amargamente das opções que fez. Tudo, porém, na verdade, não passou de um erro de cálculo, mas Yeda está lá, fazendo as estrepolias que toda a nação está sabendo.

Saudações, cara Beatriz Bissio.

Francisco Alves,
Foz do Iguaçu – PR
francoalvesfoz@hotmail.com


Francisco Antonio Ramos Alves
2009-05-18 16:32:32

A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs

Na Paraíba, no Maranhão ou em qualquer lugar, dar posse a quem não foi eleito é um absurdo e uma fraude. E quem está sendo fraudada é a democracia, é a vontade do eleitor.

O eleito desrespeitou as regras? Ok, que se casse o mandato, embora eu acredite que o Tribunal Superior Eleitoral esteja abrindo a Caixa de Pandora. Tudo indica que os segundos colocados nunca mais vão se conformar com a derrota. Mas sigamos. Digamos que este seja um bom procedimento: o que não faz sentido é dar posse ao segundo colocado.

Não há nenhuma evidência factual ou liame lógico a indicar que, sem aquela fraude apontada, o segundo colocado teria sido eleito. Nenhum!!! Estamos diante de um caso típico de posse legal, referendada por um tribunal superior, mas essencialmente ilegítima. Sem contar que não deixa de ter certa graça supor que, no Maranhão, um Jackson Lago consegue ser mais, como direi?, “abusado” do que qualquer Sarney.

Os tribunais que sejam mais céleres no julgamento para que haja tempo de se proceder a uma nova eleição. Não havendo, que se busque a cadeia de comando em caso e vacância no cargo. O que não é possível é termos sete ministros do TSE decidindo em lugar dos eleitores. É ridículo.

Se vocês querem saber se esse procedimento é bom, basta submetê-lo a uma aceleração ou a uma elevação de temperatura para ver como se comporta a matéria. Teria o TSE topete de cassar um presidente da República e dar posse ao segundo colocado? Duvido! Seria apostar numa crise de grandes proporções.

É preciso rever esse procedimento com urgência. Ou, em breve, teremos de trocar o eleitor pelo Judiciário.

Ademais, há nisso tudo tudo uma outa falha lógica estúpida: um vencedor jamais recorreria ao tribunal contra um perdedor, certo? Mas isso não significa que aquele que perdeu não possa ter cometido crimes ainda maiores do que aquele que ganhou. Nessa hipótese, bastante plausível, o TSE pune um criminoso eleitoral entronizando outro. E aí, ministro Ayres Britto? Vossa Excelência tem uma boa resposta para essa questão? Acho que não.

É preciso mudar essa estrovenga já!


Mara sousa
2009-04-17 17:19:57

A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs

Reclamar do que? Cumpre-se o que faz bem para o governo federal. Quem manda no governo federal? Zé Sarney. Então que sua filha seja pelo menos governadora ora pombas. Agora atribuir isto a ditadura militar, pelo amor de deus. Bira as raias da loucura ou insanidade mental.
Afonso Pires Faria
apiresfaria@gmail.com


Afonso Pires Faria
2009-04-08 05:17:22

A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs

Qual é, vamos ser muito claros: as associações culturais lideradas por membros do PSDB e do PMDB nunca são rechaçadas pelo pessoal ongueiro do PT. Vamos deixar de ser cínicos. No mundo cultural todo mundo usa a política do "amiguinho, amiguinho...", todo mundo, vermelinho adora ter um amigão tucano nas altas rodas da sociedade. Deixa de cinismo, deixa de hipocrisia. As Ongs vermelhas no Rio e as ongs tucanas em São Paulo são todas amigas, mamando no nosso dinheiro, mamando no dinheiro público, loucas cada uma para papar sua verba e fazer serviços que não rendem porra nenhuma para as comunidades carentes.
Quando o Sarney separa uma verbinha para os multiculturalistas do PT aí não tem nenhum problema, mas se o homem entrega o governo para filha, vixi, o Pt fica fudido com ele...


Mario Gobbi
2009-03-30 17:20:49

A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs

Ah não, defender a aliança entre PMDB e PT em nome da justiça social é demais! Posso dar as mãos ao Sarney e Collor e pra você tudo bem?

Como criticar os capitalistas se você aceita uma aliança interesseira dessas?

Pára com isso! Doeu na carne chamar os petistas de maconheiros universitários? Doeu?

Ah pára! Nosso país precisa de seriedade na política, não precisa de esquerda ou direita fazendo joguinho de interesses.

Precisamos de seriedade. Se a esquerda não justificasse seus erros só porque a direita já os cometeu, a esquera seria séria. Mas não é. Revolucionários e contrarevolucionários só pensam em revolução, enquanto nós pensamos mais no bem público do que eles.


Jarbas Vasconcelos é o cara
2009-03-26 03:59:56

A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs

Queria primeiro deixar uma pergunta aos super críticos que adoram fazê-las e nem sequer devem pensar na proposta política que o candidato dele oferece, vota porque acha a música da propaganda legal ou porque o cara prometeu dar mais privilégio pra classe dele. Quem poderia solucionar isso ?? Seriam os neo-liberais do PSDB e do DEM que se importaríam em privatizar nossas empresas e abrir as portas total e completamente para que indústrias entrassem e fizessem o que bem entendessem com agente, sem a menor preocupação com seus funcionários, o meio ambiente e o povo já que só precisam do poder de compra deles, o que é algo muito fácil de manter?
Ou seriam os Petistas ’maconheiros’, universitários vermelhos revolucionários, e como mais foram taxados pelos amigos abaixo. E lógico que o PT não é aquilo tudo de ideologia e igualdade que era. Talvez uma aliança com PMDB, que certamente também não é flor que se cheire, fosse o único meio de se obter a reeleição para que pudesse se fazer de novo um pouco mais de coisas, mesmo que pequenas aos olhos da maioria, mas boas.

É muito fácil chegar e dizer que petistas e esquerditas são maconheiros e revolucionários, que são ignorantes e analfabetos, etc... para descrever um, presidente e os associados a seu partido.
Se o simples fato de pensar e refletir no que É a esquerda fosse pensado pela maioria, que infelizmente tem preguiça de pensar, uma conclusão um pouco diferente seria encontrada com certeza.
Só lembrando aos que se preocupam muito com a crítica e esquecem o que é realmente esquerda e o que a direita sempre tenta omitir mas é: de um lado pessoas, mesmo que um tanto revolucionárias e excentricas, que tentam a felicidade de todos, pobres, e classe média.
Do outro lado são neo-liberais que se importam mais exatamente com o próprio bolso já que são CAPITAListas e a única preocupação destes com o povo é serem reeleitos para ganharem mais dinheiro. Com certeza podemos adicionar vários do PT e do PMDB(este, quase todo) nesee bolo. Sarney é um exemplo.
Mas lembrando que junto a estes existem os que buscam o bem estar geral de um povo independente de sua condição monetária.
Espero que isso seja lido de forma imparcial e não como uma opinião contrária a de muitos.Peço que tentem entender e não censurar.
Um grande abraço e muita esperança ao nosso país e ao nosso povo...


Iuri Gewan
2009-03-24 22:07:45

Com a palavra o Professor Sarney, o Homem a quem Lula deve tudo

Eu pergunto se essa ação enérgica e solidária seria feita nos moldes das depredações feitas por torcidas organizadas ou pelas greves na Paulista. Um motoqueiro da firma vizinha palpitou segundo os "manos" como diz ele: "tem que quebrar tudo, arrebentar a playboyzada e pegar tudo, é nosso, é nosso".Mas e quem tem ficha na polícia, pode pegar tudo também?
Não entendo por que todo pobre tem que achar certo pobre ser bandido.
Não aguenta sozinho? Apela pro coletivo, isso, apela pro coletivo. A direita sempre apelou pro coletivo, por isso o Sarney sempre ganhou no Maranhão. Quanta mulher pobre votou no Collor, elas queriam ter um Collor em casa, cafajeste e malandro, sempre sentado na grana. O Lula ganhou quando vestiu o terno: até malandro queria deitar com o presidente, que agora tinha cara de bandido fino, elegante.

É a comunidade dos arraial que adora os Sarney, quem não gosta do Sarney é a burguesia marxista que fuma um e toma sol na praia.

Só os pelegos trabalham. Membro do partido, seja empresário ou dono de boteco, vive do nosso Imposto de Renda, distribuído fartamente pelo Delúbio. Quem trabalha é vacilão, ganso, X-9, idiota, palerma, otário, bundão. Malandro não trabalha, vive de mostrar o cano, passar o rôdo e participar de CPI nas assembléia dos políticos. Ser malandro é o que liga. Barbudo, baixinho, analfabeto porque quer, de terno Armani e com a faixa de presidente, pra provar que não é pouca bosta não.

- Você trabalha?
- Trabalho, lógico.
- O que você faz da vida?
- Eu faço da minha vida uma luta pelo social.
- Isso dá dinheiro amigo?
- Se eu falar que der, aí, você vai concorrer comigo e não vou gostar.
- Pode ficar com a grana pra você colega.
- É isso mesmo, é tudo nosso!
- Nosso?
- É, nosso. De mim e da minha gangue.

Falei, pessoal da esquerda já pensa como presidente chefe de quadrilha, só mamando nas tetas da Previdência, e providência que é bom, o governo não toma, só toma caipirinha depois de falar que crise é marola. Marola é coisa de universitário vermelho, que segue os passos do presidente e acha que estudar é uma vergonha.


Jarbas Vasconcelos é o cara
2009-03-23 22:20:41

A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs

Os mecanismos criados pela ditadura não podem ser simplesmente atacados como criação de militares autoritários e antidemocráticos. São aparelhos e personalidades úteis para políticos sem escrúpulos interessados na consecução de privilégios sórdidos. Os petralhas têm muito interesse na manutenção de senhores como Gilmar Mendes e Jo’se sarney no poder, porque estes senhores adotam a estética camaleônica que lhes permite atenderem às exigências de qualquer governante sedento por poder e dinheiro.


Josmar Correa
2009-03-23 14:15:42

A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs

Mas se tirarem o Gilmar Mendes do STF não vai ter uma alma viva para salvar os envolvidos do PT nas truculências da polícia federal. pensa direito se o Gilmar sair do STF o Lula vai ter que ser algemado, e preso. Com o Gilmar no Supremo, ninguém pode ser algemado, nem Lula nem Dantas.
Sem Gilmar não tem a pizza no final da festa com nossa grana.


Desmiolada
2009-03-22 04:52:31

A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs

Me parece que o baluarte dessa continuação dos mecanismos que a ditadura criou no curso da sua existência é o presidente do supremo, Gilmar Mendes. Ele tem demonstrado que no brasil,perante a justiça, alguns são mais iguais que outros. O coronel de toga precisa ser defenestrado para servir como exemplo.


Alberto Coutinho
2009-03-22 01:33:59

A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs

Bom, eu não sei quem é esse Nunes, mas posso afirmar que conifar em quem errou ou em quem está errando não tem muita diferença para mim. Eu não acho que o Lula seja melhor, eu acho ele até pior, porque ele usa essa fama dele de analfabeto e de nordestino para se fazer de coitado, para sair sempre ganhando porque todo mundo vai ter dó dele. Mas eu acho o Lula uma marionete do TARSO E DA DILMA. Quem governa esse país é o Meirelles, todo mundo aceita isso, é a mais pura verdade.

Enquanto o PSDB-DEM desmontao Estado, o PT-PMDB desmonta a moral e a ética de nosso país. As futuras gerações não terão nem estado nem moral para viver. Viverão num mundo sem segurança pública e educaçaão, onde os bandidos irão dominar e dizer suas leis. O Brasil vai virar uma grande favela dominada por criminosos que vão viver ás custas dos pobres trabalhadores, e ainda dizer que quem trabalha é arrogante, porque quem rouba e mata é humilde para esses bandidos.

Lourival Araujo
engenheiro
Presidente Prudente



2009-03-20 16:32:25

A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs

Parabéns a Beatriz pela crítica ao termo ’ridículo’ pronunciado pela equipe de um dos maiores veículos de mídia do nosso país.


Iuri Gewan
2009-03-17 21:47:14

A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs

Nunes, sem dúvida alguma podemos crer em um partido político inteiro no nosso país hoje em dia. Isso principalmente pela diversidade de partidos e a mobilidade dos políticos entre eles. Se a ideologia partidária ainda fosse respeitada seria certamente menos pior do que é hoje.
Quanto ao Lula e ao Amorim, sem dúvida, erraram de uma forma que até pareceu um patriotismo ingênuo perante ao xenofobismo europeu. A questão é que do outro lado desses erros, o presidente que está a meses sendo criticado por ter dito que a crise seria uma ’marola’ fez e está fazendo do Brasil um lugar mais justo. Antes confiar nestes que pecam nos erros do que confiar nos que erram e fazem isso por que querem.


Iuri Gewan
2009-03-17 21:44:36

A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs

Mario,se político manipulador não vai mais ter lugar no Brasil, para onde vai o PT?Olha o Tarso e o envolvimento dele com a arapongagem da PF. Não vem não, a retirada de Lago e a elevação dos Sarney novamente é um crime, mas achar que só os velhacos que contaminam a direita é que manipulam, poxa, vê o Lula e o Amorim, quiseram tomar parte no caso da brasileira na Suíça e agora tiveram que calar a boca!Não tem um FDP metido em política que não manipula neste país!


Nunes Conde
2009-03-14 18:39:40

RETROCESSO NO MARANHÃO

A vitória do Dr. Jaques Lago trouxe esperança que teríamos mudanças a médio prazo no panorama político brasileiro.
Infelizmente, a justiça brasileira mais uma vez ajoelhou-se diante da estátua do poder econômico.
Onde está a independência do Poder Judiciário? É lamentável constatar que homens de grande conhecimento júridico distorçam a verdade a favor de um grupo que manteve o poder através do uso da máquina estatal por tantos anos.
Um dia a democracia será um realidade em nosso país, políticos manipuladores não terão mais lugar , pois a sociedade se conscientizará que o político é um mero servidor público, gerenciador de recursos e não está acima do bem e do mal.


MÁRIO MOREIRA DOS SANTOS JÚNIOR
2009-03-14 17:01:49

A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs

Estou de acordo com os argumentos da Beatriz, mas não consigo conceber como este jornal pode ser tão militante. O Le Monde Diplomatique não deveria militar nas reportagens, mas no seu editorial. Por que o Diplo insiste em não ter um editorial para fazer suas propagandas e reclamações?



2009-03-13 20:18:49

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