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Comentários sobre esse texto:

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

O artigo é por demais interessante. O quê se observa que essas corporações Bancos e similares, estão tripudiando sobre a população brasileira, e ninguém reclama porque a sociedade civil é desorganizada: mas devemos entender que os bancos fucnionam dentro de uma lpogica paitalisata e não tem nem deve sefugir a obiediências desses parâmetros, confordamos que os juros são excorchantes, mas o banco não colocou, pelo menoo s de forma direta a "arma" no peito d cidadão para que ele contrísse empréstivos consignados em folha, é necesxsário relevar esses aspectos.


marcilio tabosa viana
2009-08-23 01:09:36

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Em linhas gerais, gostei do texto. Mesmo com as repetições desnecessárias e cansativas da palavra holerite.
No entanto, entendo que a questão em foco não seria apenas o desconto em folha, e sim a taxa de juros.
Não é segredo que os bancos têm taxas de juros diferenciadas que se relacionam diretamente ao risco em se emprestar. Em outras palavras, quanto menor o risco de se receber, menores são as taxas.
Ora, se diante dessa "garantia" da adimplência, por que ainda se permitem trabalhar com índices tão altos?
Abraços.


Carlos Sanches
2009-08-07 23:20:11

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

O texto parece ignorar a hipossuficiência econômica dos tomadores de empréstimo consignado. Não há como falar em autonomia da vontade e outros leros jurídicos quando a renda é baixa e insuficiente. Atribuir o garroteamento financeiro do tomador de empréstimo ao consumismo é ignorar a realidade.
O Luis Nassif, abordando a questão da diminuição da massa salarial, diz no seu blog que "O modelo americano foi esse: o de desestimular o emprego e garantir o dinamismo através do consumismo exagerado, turbinado por uma explosão irreal do crédito e das importações. Com isso, desestimulou a produção interna e a renda interna". Quer dizer, a renda atual é fruto do "desestímulo ao emprego" (um eufemismo e tanto para a perda salarial, principalmente quando o autor é um jornalista ligado à economia) e do "consumismo exagerado". E aí se chega ao empréstimo consignado. Enfim, com esta compreensão, a "culpa" do garroteamento financeiro é do próprio do tomador do empréstimo, que não teve "vontade" para não entrar nessa.
Quer dizer: o capitalismo sempre teve e tem muitos truques para isentá-lo de qualquer culpa. Renda baixa é "desestímuilo ao emprego" e o consumo, quando não se pode pagar por ele, é "consumo exagerado".Tenha dó. E tem gente que acredita.


Carlos J. R. Araújo
2009-07-24 16:33:31

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Walter,o tema é bastante interessante e a discussao é pertinente,porem sua analise nos leva a crer que o cidadão é levado a contratar empréstimo e que nao pode decidir sobre a forma de pagamento!Vc compara o trabalhador a uma criança,e parece sensato pensar dessa forma,mas vamos considerar que as pessoas, via de regra(exceto os casos ja comentados dos aposentados que sao enganados por entes proximos)analisam e comparam taxas, prazos e instituições!O trabalhador brasileiro esta cada vez mais consciente dos seus direitos, e se opta pelo credito consignado, é por que terá algum beneficio com isso.


Silvana
2009-07-24 12:47:14

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Somente e um país como o Brasil, isso ocorre, ou seja, os Bancos, tripudiam sobre a população como beneplácito de nossas autoridadese que, além de tudo, não existe por parte dessas instituições nenhuma política civilizatória, ou seja nada eles fazem em prol do cidadão brasileiro;os Bancos, como a mioria dos tecnocratas adoram, no Brasil apelidar as palavras, com esses empréstimos consignados eles dizem que fidelizam os clientes, quando na verdade escravizam esses clientes, é o nosso irremediável víco de apelidadar as palavras,não somente os bancos, mas também outras isnstituições estão tripudiando sobre a população, que civilmente é desorganizada e não tem forças para combater tyais abusos!i


marcilio tabosa vina
2009-07-18 02:56:39

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

"Desgraças, às vezes, veem embaladas em boas intenções equivocadas." Sem pretensa intenção de ser gramático, por ímpeto, vi-me obrigado a dizer que a 1ª frase do artigo incorre num erro crasso ao trocar o verbo vir por ver. "Desgraças, às vezes vêm..." e não "Desgraças, às vezes, veem...


Elias - São Paulo - SP
2009-06-18 02:55:28

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

e pura ladroera dos banqueiros apoiados, por estes petistas aloprados,mas o povo merece, quanto mais robalheira, mais o populismo do lula sobe,vai seus troxasHHHHHHHHa.


duque
2009-06-08 22:39:12

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

O artigo 462, da Consolidação das Leis do Trabalho, limita a possibilidade de desconto salarial às seguintes hipóteses: adiantamento salarial e descontos previstos na lei: contribuição previdenciária, contribuição sindical, e Imposto de Renda. São pagamentos compulsórios que os empresários amigos do rei colocam no bolso. Impunemente.
Para o empregado não morrer de fome, na legislação, as seguintes medidas de proteção ao recebimento do salário: contra abusos do empregador (irredutibilidade salarial e descontos), contra credores do empregador (falência, dissolução da empresa, liquidação extrajudicial), contra familiares do empregado (exceto pensão alimentícia), contra credores do empregado (cessão ou penhora).
Cooncordo com Walter Cezar Addeo:
"É chegada a hora de se criar um movimento de conscientização nacional contra qualquer investida do governo e do sistema financeiro na folha de pagamento dos trabalhadores brasileiros".
Um movimento que não contará com o apoio dos pelegos das centrais sindicais (ninguém sabe quantas são). Que elas apóiam todo tipo de impunidade lá em cima.
O governo de Fernando Henrique criou a justiça secreta, com o foro especial.
Diferentes crimes do sistema bancário estão anistiados, inclusive antes de acontecer. Que a criatividade do jeitinho brasileiro de levar vantagem em tudo - contra o povo - não tem limite.


Site: AQUI NÃO DÁ
Talis Andrade
2009-06-06 16:23:59

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Sou um pouco suspeita para falar sobre este tipo de empréstimo pois trabalho em banco público e posso dizer que não devemos ser tão radicais assim. Gostaria expor duas situações comentadas pelo autor do artigo:

A primeira trata-se da questão da renegociação ou liquidação do empréstimo. É possível sim renegociar o empréstimo adquirido em um número maior de vezes, ou então amortizar parte do valor, abatendo o juros e, até mesmo, quitar o valor também liquidando os juros. Sendo assim, como qualquer outro tipo de empréstimo, o pagto é feito conforme a possiblidade do cliente.

A segunda questão é da liberdade do indivíduo. Ora, a pessoa pode ou não fazer o empréstimo: ninguém é obrigado a contrair nada. Se a pessoa contrai, creio eu, é por uma necessidade. Se formos comparar os juros deste tipo de empréstimo (que é quase 0) com os juros de um CDC, cheque especial ou cartão de crédito, veremos que são muito bons.

Por isso, acredito que em uma sociedade cidadã, toda divída deve ser paga sim, para que não afete toda a sociedade.

Trata-se de uma questão de cidadania que não é só um direito, mas um dever de toda pessoa que faz parte de uma sociedade democrática, justa e igualitária.

Abraços.


Mixa
2009-05-27 23:01:04

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Texto esclarecedor do Sr. Frizzo, porém, com um toque revolucionário acentuado.
Abrir os olhos do povo é uma necessidade, mas, se a "beleza está nos olhos de quem a vê", não estão também as coisas ruins?


Bruno Medeiros Augusto
2009-05-22 16:06:56

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Será que os 49% de endividados de 2008 e os 55% de endividados de 2009 (número que ainda está crescendo, de acordo com a Fecomercio - SP)são todos "idiotas" como diz o Sr. Frizzo e que outros concordam?
Isso é um problema social, não individual!
Como ainda acreditam na total autonomia da vontade !
Impressionante!


Igor
2009-05-15 14:54:04

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

O crédito consignado é sim uma armadilha!!! Para os bancos é o melhor dos mundos. É o capitalismo sem risco!!! Emprestar dinheiro com garantia de recebimento... Só no Brasil! Capitalismo tipicamente nacional! A história demonstra como, ao longo dos anos, os sucessivos Governos protegeram e protegem os "capitalistas nacionais".
Já para aposentados, pensionistas e assalariados de forma geral é uma armadilha! Se não vejamos. O sujeito contrata um empréstimo em consignação pelo prazo de 5 anos, com um salário de R$ 500,00 por mës, com uma inflação de 4,5% ao ano. Utilizando todo o limite possível, pode descontar o equivalente a R$ 150,00 por mës do seu salário (30% cfe legislação). Faz um empréstimo pelo prazo de 60 meses. Durante esse período o sujeito perde o equivalente a 25% do poder aquisitivo de seu salário - a inflação calculada pelo IPC da FIPE no período de 2005 a 2008 é superior a isso. Com a política de reposição atual, pode repor alguma coisa como 5% a 8% do valor perdido. Ao final do empréstimo o sujeito estará vivendo com um salário com poder de compra equivalente a 50% do período em que contraiu o empréstimo.
Em um país onde as pessoas não tem o dissernimento necessário para fazer este tipo de cálculo, pode-se imaginar a "tragédia" que vem pela frente. Não se esqueça de que, provavelmente, nenhum banco vai aceitar renegociar os empréstimos consignados contratados com uma redução da taxa de juros. Não há possibilidade de reverter a escolha feita, uma vez contraído o empréstimo ou paga-se ou morre-se com ele!
CAPITALISMO SEM RISCO!!! CONTRIBUIÇÃO BRASILEIRA PARA O BEM DA HUMANIDADE!


Neroli Vieira Junior
2009-05-15 04:06:21

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Caro Sr. Angelo Frizzo! O Sr. está certo!
Apenas que: a) Sendo aposentado sabe perfeitamente que em passado não tão distante quem cobrava mais de 1,5%(um e meio) por cento de juro/juros ao mês costumava ser PRESO! A Polícia da época era a FORÇA PÚBLICA! b) Por ser CONSIGNADO e não correr nenhum risco, mesmo os 2% (dois) por cento ao mês, são um FURTO QUALIFICADO LEGALIZADO praticado contra o Sr. com a autorização das autoridades competentes! c) Quanto ao que se paga em cheques especiais, cartões de crédito, créditos em lojas e empréstimos bancários, nesses casos diremos que só a POLÍCIA FEDERAL poderá nos ajudar. Afinal, são os únicos que costumam lidar com criminosos e assaltantes armados e no caso específico armados de canetas muito boas. d) Todos nós ou muitos de nós apoiamos o Presidente LULA e seu Governo, entretanto, os BANCOS no BRASIL, por questão Legal, digo, ILEGAL e Trambicagem do Congresso Brasileiro (câmara e senado), não respeitam nem a própria JUSTIÇA e muito menos o Código de Defesa do Consumidor e não tem nenhuma ÉTICA/MORAL, privilegiando ao invés do Capitalismo apenas o CANIBALISMO FINANCEIRO!
Preferir a Liberdade e escolher o juro/juros mais em conta está corretíssimo. O que está errado é a cobrança de qualquer juro/juros, taxas, entradas, e muitas vezes embutir o juro/juros nas parcelas que em eventual atraso recebem multas de 10% a 20% (dez até vinte) por cento, mais penalidades
transformando o valor da parcela em muitos casos até 70%(setenta) por cento acima do valor de face. O que é uma roubalheira DESCARADA E DESCONSIDERADA PELA JUSTIÇA!.
Concordo que só faz empréstimos desnecessários quem é idiota! Nesse quesito concordo igualmente!
O que o artigo pretende é alertar para o abuso e excesso de cobrança em empréstimo com garantia obrigatória de retorno e praticamente absoluta!.
Ou seja, empréstimos sem RISCO!
PELA INEXISTÊNCIA DE RISCO OS JURO/JUROS AO APOSENTADO DEVERIAM SER MENORES QUE 1,5% (um e meio) por cento ao MÊS! E dos EMPRÉSTIMOS EM GERAL MENORES QUE 2% (dois) por cento ao MÊS!
Os incentivos de especulação devem ficar com a BOLSA DE VALORES E CORRELATOS e O ESTADO DEVE INVESTIR EM PRODUÇÃO REAL E INFRAESTRUTURA! EDUCAÇÃO E SAÚDE! TAXAR PRIMOROSAMENTE OS INVESTIDORES, O IMPOSTO DE RENDA! E DISPONIBILIZAR "CRÉDITO AOS PRODUTORES COM JURO/JUROS RAZOÁVEIS”!
A LÓGICA DA VAGABUNDAGEM E LIBERTINAGEM FINANCEIRA PRECISA SER URGENTEMENTE ALTERADA! DO CONTRÁRIO O BRASIL NÃO PROGRIDE E NÃO SE DESENVOLVE!
E veja que absurdo: AGORA que a POUPANÇA poderia ter uma pequena vantagem para os POUPADORES que em sua maioria são miseráveis e pobres, os CANIBALISTAS FINANCISTAS, que se locupletaram com JURO/JUROS exorbitantes e ilegais e imorais, querem tirar essa mínima possibilidade com argumentos pífios, ou seja, reduz tudo e tudo fica do mesmo jeito! O Sr. Compreende? Boa Sorte para nós! Tchau!!!
COITADOS DOS PRODUTORES RURAIS SOFREM EXPROPRIAÇÃO BANCÁRIA E NADA PODEM FAZER! Ainda tem gente que reclama de movimentos sociais rurais, nem precisaria basta olhar o que os BANCOS FAZEM com as FAZENDAS E SEUS PROPRIETÁRIOS E PRODUTORES! É disso que se trata!
Espero que ajude na REFLEXÃO! São preocupações que eu tenho!
A crítica tem o desejo de provocar alguma mudança nesses cenários!


Site: Salários invioláveis: uma questão de liberdade
Ricardo Santa Maria Marins
2009-05-09 23:21:44

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Não sou nenhum gênio, ou não entendi o post, mas como aposentado, prefiro pagar os menos de 2% ao mes do CONSIGNADO, do que os 7, 8, 9, e até 15% a.m. que pagava antes por empréstimos bancarios, cheque especial, cartões de crédito, carnês de lojas, etc.

Prefiro a LIBERDADE de escolher o JURO MAIS BARATO do que reclamar do (primeiro) governo que se preocupou c/os aposentados e operários, QUE PAGAVAM A MESMA COISA QUE QUALQUER BRASILEIRO.

Ninguém é obrigado a fazer empréstimos, só faz empréstimos desnecessários quem é idiota.


Angelo Frizzo
2009-05-07 19:55:03

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Concordo com o autor que cada um deve decidir o que fazer com o seu salário, porém há uma lei que permite que o cidadão tenha até 30% de seu salário retido em empréstimos consignados.
O governo deveria intervir nos juros para baixá-los.


Thais
2009-05-06 00:33:18

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

É impressionante o comentário de alguns que ainda acreditam na AUTONOMIA DA VONTADE dizendo que fazer empréstimos são opções do trabalhador ! Eliminaram tudo que está em volta do sujeito (a pressão comercial, familiar, da mídia, etc) que dita quem você é ou não, se você é cidadão ou não: o cidadão tornou-se hoje o consumidor e, tendo em vista que todas as pessoas buscam uma vida socialmente reconhecida, precisam consumir.
Outro fato que pulula é o achatamento do salário real. Isso associado ao acesso ao consumo via prestação é perfeito para o capital: deprecia salários por um lado (ou seja, diminui custos e portanto aumente lucros) e por outro escraviza o trabalhador retirando-lhe o direito a seu salário (= consumo= vida socialmete reconhecida)


Igor
2009-05-04 18:56:01

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Se e somente se o sistema americano conseguir driblar toda a podridão do sistema financeiro e a burrice da outra empresa de carros e insistência no erro em produzir fora dos padrões ambientais previstos para o futuro, ainda, não mergulhar em conflitos internos graves, e cambiais de difícil solução, cortar os exageros praticados na bolsa americana com os bônus distribuídos aos picaretas com dinheiro do Povo Americano! Será quase impossível manter o padrão americano de vida! Significa dizer que: a) A liberdade de um termina quando começa a do outro. Então: Não há liberdade total e sim proporcional às circunstâncias, o que significa dizer que: no setor financeiro, pela imposição contratual, "contrato de adesão" não negociável, a liberdade fica restrita e, portanto deve ser restabelecida através de um mediador jurídico formal (JUIZ de DIREITO) toda vez que existir uma caracterização de lesão ao cidadão contratante! No caso brasileiro, está lesão se faz pela exorbitância de JURO/JUROS cobrados pelo agente financeiro, nem sempre de maneira LEGAL e quase sempre de maneira IMORAL e ILEGAL.
O que precisa é uma mudança, uma transformação nas relações entre consumidor e operadores financeiros e seu critério de JURO/JUROS cobrados. O sistema financeiro, assim como o sistema congressual no Brasil começam a apresentar um comportamento de conflito direto com a sociedade, eleitores e o POVO brasileiro.
Esse estado de coisas poderá ser estopim de algo muito desastroso. O senado e a câmara no Brasil são cartas fora do baralho! ZERO DE CREDIBILIDADE e ZERO DE CONFIANÇA.
Parece-me alguma coisa bem mais grave!
Esse total descrédito ocorre em todo o Planeta quando olhamos para os nossos representantes e percebemos que apenas nos usam para o seu interesse mesquinho.
Cabe aos governantes refletirem sobre isso e suas possíveis conseqüências!


Site: Salários invioláveis: uma questão de liberdade
Ricardo Santa Maria Marins
2009-05-04 03:29:24

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Se o cidadão brasileiro é livre, como advoga o autor do artigo, não é demais lembrar que liberdade é também liberdade negocial, liberdade de decisão no âmbito da autonomia privada. Quem adquire o produto do empréstimo consignado sabe patentemente o risco que assume ao autorizar o pagamento das parcelas na fonte. O brasileiro ganha uma incidência de juros menor e em troca assume o comprmisso de autorizar o desconto na fonte de seu salário. Negar ao brasileiro a capacidade de perceber o óbvio no empréstimo consignado é no mínimo reforçar o complexo de inferioridade nacional. Os americanos podem fazer hipotecas e hipotecar novamente seus imóveis. Pagam juros altíssimos, tudo para consumir mais ou pouco ou talvez pelo louvável motivo de enviar um filho à Universidade. Americanos com suas hipotecas, brasileiros com empréstimos consignados. Burrice? Quem decide é o contratante. A oportunidade de menores juros nesse tipo de negócio pode atender a muitas necessidades e de fato ter boas implicações, afinal pagar menores juros nunca é mal-negócio. Se a renegociação se faz difícil esse sim é um ponto a se criticar, entretanto não percebo como alguém pode se insurgir contra a liberdade de crédito: ninguém obriga aposentados ou funcionários públicos a nada no país.



2009-04-26 20:38:37

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

O problema são os JURO/JUROS que são chamados de "Spread’s". Mais todo o restante que fica embutido disfarçadamente.
Ainda, me parece, salvo engano, que do que se produz 70%(setenta por cento) ficam na conta do governo e dos 30%(trinta por cento)restantes que ficam com quem produz, pagam os impostos e taxas e despesas diárias! Acredito que hoje, um trabalhador formal, fica com apenas 17%(dezessete por cento) dos 100%(cem por cento) que produz! Quando fica!. Ainda não entrei nos JURO/JUROS.Spread’s!.
Os aposentados recebem muito menos e tem seus rendimentos de aposentadoria mais aviltados ainda!
As empresas em sua maioria e poderia afirmar que 90%(noventa por cento) delas, não fazem empréstimos com o BNDES e sim com o mercado financeiro convencional, logo as taxas, JURO/JUROS, despesas diversas, impostos e demais tributos são estabelecidos pelos níveis de mercado bancário e agentes financeiros de forma bastante elevada!
Via de regra esses valores em percentuais anuais, superam normalmente a capacidade de produção e lucro, possíveis na maioria dos casos! Imaginando que todos trabalham na formalidade e legalidade.
Posto isso, e se Eu não estiver errado, sobrevivem mal e porcamente os formais, quando sobrevivem e escapam da bancarrota os informais!
Dessa maneira, resta dizer que: a) Existe uma necessidade imediata de reestruturar os setores financeiro-econômico-governamental-tributário, do contrário estaremos nos atrasando em inúmeras áreas para aproveitar futuramente boas oportunidades que surgirão. b) Imaginar que JURO/JUROS na casa de 10%(dez por cento) ao mês mais todos os impostos, taxas, valores descontados em conta e nos atrasos, multas e penalidades que atingem 20%(vinte por cento) ao mês, quando não, superam esses valores, me parece um caso quase que insolúvel. Visto que são percentuais cumulativos! c) Uma coisa é pagar os JURO/JUROS pactuados, outra coisa é pagar Agiotagem considerada legal. Agiotagem considerada legal é uma coisa imoral, ilegal e subsiste em nosso meio, pois a razão é que o senado e a câmara que nos representam ou deveriam nos representar, é onde são aprovados, esses absurdos, que se tornam legais! Não vou nem mencionar os precatórios!
Obviamente, que há um nebuloso funcionamento desses setores, entretanto, só reformas corajosas e pra valer podem mudar isso!
Como proposta inicial: a) ELEIÇÕES FACULTATIVAS ao invés de obrigatórias! Com certeza, ótimo começo. b) Premiar a PRODUÇÃO, PREMIAR O TRABALHO, seja ele formal ou informal, PREMIAR PESQUISAS e INVESTIR nas mesmas, PREMIAR O REINVESTIMENTO EM FAZER E GERAR COISAS REAIS, dentre outros e, PUNIR, financeiramente em percentuais os que apenas sobrevivem do MONETARISMO PURO.
Observem: Para cada bilhão de dólares jogado na indústria automobilística (GM) americana, mais e mais desempregos ocorrem na empresa. Bancos recebem bilhões. É um saco sem fundo! E a razão é simples: o buraco não pode ser tapado. Diria: o buraco, não existe! É o pagamento por promessas "FURADAS" que nunca existiram em realidade ex: tipo MADOFF! Isso me lembra a história do queijo e do rato! Quanto mais queijo se dá, mais o RATO quer!. E o produto desse comer queijo é um monte de merda! E assim são os efeitos dos JURO/JUROS em nossa sociedade! Razão pela qual aconselho comprarem sempre à vista e pedindo desconto!. Salvo, situações muito especiais e quase impossíveis de serem contornadas de maneira diferente.
Aceito se estiver errado! Creio que não!
Tchau!!!


Site: Salários invioláveis: uma questão de liberdade!
Ricardo Santa Maria Marins
2009-04-22 04:32:15

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

E lendo os pontos de vista nos textos abaixo, concluo que todos estao meio que equivocados em com o "foco" do problema principal totalmente fora da otica, senao vejamos : Quando o aposentado pede antecipacao de valores atraves de emprestimo consignado em bancos, nada mais natural que pague por ele com os juros pactuados. No entanto para mim o erro esta em outras duas fontes :
1-O governo anualmente "achata" os salarios dos aposentados com correcoes de valores abaixo da inflacao do periodo o que provoca a corrida em bancos para a antecipacao de valores para fazer frente as despesas do mes;
2-O grande problema nacional nao sao os "JUROS" como reclama o vice presidente da republica e sim os "IMPOSTOS" cobrados pela Republica Brasileira.
Tivessemos nos aposentados uma lei especial onde , nesta condicao nao precisassemos pagar impostos em REMEDIOS(em torno de 40%) e em ALIMENTACAO (hoje em torno de 37,5%)com certeza seria dispensavel qualquer emprestimo bancario e mesmo com o achatamento de nossos salarios, nao teriamos problemas de caixa em nosso minguado orcamento! Mais ainda ,o governo fedeeral nao precisaria nem fazer oba oba publicitario em cima de projetos FOME ZERO , pois a fome com certeza diminuiria como "nunca antes nesse pais".


arnold
2009-04-20 13:50:10

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

COMENTÁRIO:

O Autor do texto com muita propriedade coloca diversos assuntos em discussão!
Vejo muita insistência em falar em crédito e pouca ou quase nenhuma fala em JURO! JUROS! O gargalo do negócio todo, esta exatamente no JURO, JUROS praticado no mercado para o consumidor. Consumidor final!
a) Bloqueio de salário é algo completamente sem nexo! Isso ocorre uma vez que o CDC (Código de Defesa do Consumidor) é mera peça de ficção para os Bancos! Ele CDC, Lei 8078/, não vale para os Bancos!
b) O JURO ou os JUROS cobrados no Brasil, geram a inadimplência! Primeiro são ilegais e imorais. Segundo são os grilhões ( verdadeiras algemas ) colocadas no consumidor final. Além do JURO e dos JUROS, as taxas, pagamentos à vista, antecipações de valores à vista, taxa de cadastro, valores por utilização de conta, etc...Isso faz com que o JURO, os JUROS, na operação, englobadas todas essas situações arrebente qualquer orçamento! Os Bancos cobram o que eles querem. E a Justiça, muda surda e cega aceita como se fosse verdadeiro e correto. Verdadeiro Faz de conta!
C) No caso dos imóveis em lançamento, isso é um verdadeiro escândalo! A Lei 9.514/1997, conhecida como Alienação Fiduciária é ilegal, inconstitucional e imoral! Essa Lei 9.514/1997 foi criada, para fazer o seguinte: 1- O cliente acha que compra o imóvel, o investidor acha que está seguro e o Banco se diverte! Vejamos: O banco usa o dinheiro que é seu, cliente comprador/cliente investidor, repassa o dinheiro para o iludido cliente comprador e o contrato que ele assina é alienação fiduciária, ou seja, não pagou, perdeu o imóvel e vai morar em baixo da PONTE! Então: ele não comprou - foi dada a ele cliente iludido comprador uma (Posse combinada com Moradia), ele é tudo menos proprietário! Salvo se pagar tudo! Quando falo em tudo; falo em contrato de 20 (vinte anos) ou 30 ( trinta anos). Qualquer instabilidade econômico-financeira vai todo mundo pra baixo da PONTE, cachorrinho, família, e ainda vai ser incomodado por muitos anos! Tudo pelo Social!
d) O investidor, acreditando que nos leilões será ressarcido dos valores, cabe perceber que precisa mercado comprador, se todo mundo estiver quebrado, quem vai remunerar o investidor?
e) Estamos preparando o Brasil para ser os EUA de hoje, amanhã?
Notem que apenas o Banco não está vinculado com NADA! O Dinheiro é do FTGS ou o Dinheiro é do Investidor, ou o Dinheiro é dos diversos correntistas, que normalmente, não são remunerados, muito pelo contrário, são muito bem taxados e “jurificados” em suas contas com as mais diversas taxas e outras coisas inúmeras mais!
Acho que é um caso, para ser melhor trabalhado enquanto é tempo!
f) Que dizer deste Bloqueio de Imóvel junto à matrícula sem conhecimento ou interferência da Justiça? Tudo em nome da Lei 9307, que chamo de (Tribunal de Exceção), com anuência dos Registros Públicos!
Essa Lei 9.307/, esta embutida na Lei 9.514/1997.
Até o momento não compreendi como a Justiça não se manifestou sobre essa maneira de fazer negócios imobiliários! Tão injusta voraz e ilegal! Que poderá trazer conseqüências ruins para toda a sociedade! Dado o longo prazo da operação envolvida!
Pergunto: Aonde foram parar os protetores da sociedade! OAB! e, outros?

Sugestão: Que os nossos congressistas estudem uma legislação que contemple todos os interessados de maneira equilibrada: Futuros compradores, Futuros Investidores e Futuros Agentes financeiros. A legislação atual que versa sobre imóveis: Lei 4.380/64 e seus desdobramentos e a Lei 9.514/1997, e suas implicações destrutivas, não servem para o BRASIL. Nossos legisladores precisam urgentemente encontrar uma legislação mais apropriada e que não ponha em risco à segurança das famílias ao longo do tempo de contratação da operação.
Para grandes programas imobiliários precisamos de legislação mais prudente e equânime!
Vale os juristas se dedicarem a isso!

Precisa o Governo Federal por todos os seus meios criar mecanismos de JURO/JUROS infinitamente menores. Tanto para SELIC quanto para os consumidores finais! Do contrário o empobrecimento da população será enorme nos anos à frente! Falo aqui dos riscos à segurança, prejuízos ao Sistema de Saúde e Sistema de Previdência!.

O volume de imóveis para suprir a população é enorme e ascendente, dá perfeitamente para se imaginar algo menos AGRESSIVO, como legislação reguladora do setor!

Falo em algo sob medida para o Brasil e não a aplicação dos mecanismos via EUA e Europa que estão sendo trazidos por empresas que gerarão os problemas atuais existentes lá. Só que por aqui, no Futuro!

Não se percebe como é nefasta essa legislação, pois temos poucos negócios imobiliários envolvidos e que começaram a acontecer após 2004/2005.

Vale como alerta!!!

Obrigado por participar!


Site: Salários invioláveis: uma questão de liberdade!
Ricardo Santa Maria Marins
2009-04-08 08:02:59

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Esse artigo serviu para a abrir os olhos de muitos aposentados e pensionistas. Para quem tem uma aposentadoria "gorda" nem se é notado a diferença de desconto, mas quem vive de uns humildes 600 reais é praticamente tirar o que os pobres aposentados já não tem. Achei o texto bem direto e informativo, deixando um dúvida: deixo ou não que descontem da minha aposentadoria???



2009-04-03 01:14:17

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

faltou coerencia e falta de percepção no que se refere ao que é imposto e o que não é


Site: http://www.twitter.com/felipentediado
Felipe Souza
2009-03-31 21:46:45

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

VAMOS VER POR UM PONTO DE VISTA POSITIVO. PROFSSIONAIS DO MERCADO INFORMAL NÃO PRECISAM SE PREOCUPAR COM NADA, QUANTO MAIS DESEMPREGADOS NAS RUAS MAIS GENTE PARA COMPRAR COISAS DOS AMBULANTES. PODE TER ATÉ UM CERTO AUMENTO NA CONCORRÊNCIA, MAS ATÉ AÍ...A RUA É GRANDE.
E EU QUE ESTOU DESEMPREGADO, PRA MIM SÓ RESTAM AS RISADAS DOS AMBULANTES QUE FICAM ZOANDO TODO MUNDO QUE TEM CARTEIRA ASSINADA.
POVÃO NÃO CHEIRA A CAVALO, POVÃO CHEIRA A PERFUME DE CAMELÔ, QUE EU NÃO TENHO DINHEIRO PRA COMPRAR PORQUE TÔ NA ROÇA. EU É QUE SOU MULA DE CARGA.

VÃO PRAS PUTAS QUE OS PARIU



2009-03-31 17:52:06

Liberdade é com os ambulantes, trabalha onde e quando quiser!

A coisa mais engraçada que eu escutei sobre essa crise veio de um ambulante hoje, o camelô disse que a crise jamais iria pegar seu dinheiro no banco porque ele guardava o dinheiro comprando e vendendo bens sem parar. Olha só a manha do cara, vender e comprar casa e carro sem parar, um depois do outro! Trouxas somos nós, que trabalhamos com carteira assinada e tendo que ficar de olho aberto pra não ser demitido.



2009-03-31 04:08:03

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Bom,
gostaria de concordar com alguns leitores quando dizem q o trabalhador
"decide fazer o empréstimo consignado" ou "o contrato faz lei entre as partes" e "autonomia da vontade de contratar" ... PORÉM ... NÃO levaram em consideração os colegas que existe uma "coisinha" chamada hipossuficiência, o que se aplica perfeitamente ao texto do Sr. Walter.
A verdade é: essa expressão da vontade de que falam os defensores do empréstimo não é algo que parte necessariamente do imtimo do trabalhador, é mais comum na verdade o trabalhador se ver em uma situação na qual não tenha alternativa se quiser algo para si e sua familia. È um contrato de adesão social, ou vc (sem condições) se individa ou não será nem terá nada.
É triste ver que alguns leitores acusam o Sr, Valter de argumentar sob apenas um ponto de vista, mas o fazem da mesma forma com uma diferença falam de maneira que lhes convém.


Anderson Lopes
2009-03-30 18:42:20

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Bom,
gostaria de concordar com alguns leitores quando dizem q o trabalhador
"decide fazer o empréstimo consignado" ou "o contrato faz lei entre as partes" e "autonomia da vontade de contratar" ... PORÉM ... NÃO levaram em consideração os colegas que existe uma "coisinha" chamada hipossuficiência, o que se aplica perfeitamente ao texto do Sr. Walter.
A verdade é: essa expressão da vontade de que falam os defensores do empréstimo não é algo que parte necessariamente do intimo do trabalhador, é mais comum na verdade o trabalhador se ver em uma situação na qual não tenha alternativa se quiser algo para si e sua familia. È um contrato de adesão social, ou vc (sem condições) se individa ou não será nem terá nada.
É triste ver que alguns leitores acusam o Sr, Valter de argumentar sob apenas um ponto de vista, mas o fazem da mesma forma com uma diferença falam de maneira que lhes convém.


Anderson Lopes
2009-03-30 18:41:41

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Bastava dizer que não concorda com o emprestimo consignado; 95% do texto é pura repetição. O emprestimo é disponibilizado, e não imposto, já mora aí, a liberdade cabível ao cidadão que, ja nasce alienado ao estado ( é necessário considerar que alienar é dar ou vender).

"Uma longa argumentação não substitui a coerencia"


Eduardo Ferreira da Silva
2009-03-25 20:03:27

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Prezado Walter, muito embora o texto seja conciso e embuído de um louvável tema, ainda que o salário tenha caráter alimentar, há de se considerar o Princípio do "Pacta Sunt Servanda", ou seja, o contrato faz lei entre as partes. Destarte, a lei limita o comprometimento de no máximo um terço do benefício do contratante, justamente para que arbitrariedades não venham a ocorrer ou, ainda, o compromentimento total do salário. Como já comentado, o contratante tem a autonomia da vontade de contratar e, os juros "reduzidos" são justificados pela ausência de inadimplência. Contudo, há de se ressaltar que existem muitos casos em que instituições de crédito, ilegalmente, celebram diversos contratos de crédito com a mesma pessoa, compromentendo porcentagem maior de seu salário, neste caso, então, deve o Poder Judiciário pronunciar-se para que a lei seja cumprida.


Aukai Pilotti
2009-03-23 21:58:07

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Walter,

Penso que seu artigo contribui para o debate sobre o tema, no entanto declinas da análise de mérito quanto a tomada de crédito no momento de necessidade.
Estou seguro( até este momento) que a natureza autodestrutiva do liberalismo pode influenciar e moldar certos gêneros de vida, mas como ensina (COSTA, 2005), é sempre a sociedade, seu nível de cultura, de educação, de civilização, que tem a responsabilidade da decisão, segundo uma fórmula que é bastante conhecida- “o meio propõe, o homem dispõe”.
Assim, diz(Seffner,1995) que trazer fatos sem uma teoria que cole os pedaços da realidade, sem uma análise crítica de ambos os lados é como o saci querer dançar tango. Não dá.

Abraços,


Paulo
2009-03-21 20:54:03

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Walter, sou defensora ferrenha dos direitos civis; considere-me sua parceira na indignação contra os abusos feitos aos trabalhadores deste país. Entretanto, preciso dizer que quando um trabalhador decide fazer o empréstimo consignado, ele tem ciência de que comprometerá "o bem futuro". Creio que o trabalhador não deve ser considerado de todo inocente nesta história. Um dos grandes problemas da nossa população é a renda mal distribuida e a falta de incentivo educacional que proporcione aos brasileiros o saber administrar seu dinheiro. Até porque qdo se contrata um CDC, a taxas de aprox. 4% ao mês, ele compromete o salário da mesma forma. O empréstimo consignado, a 2% aprox, permite extensão de prazo p pagamento e, consequentemente, maior quantia para um investimento que, à vista, neste país com a renda per capita q temos, seria praticamente impossivel... Abraço.


Noemi Pontes
2009-03-20 19:04:00

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

O que é apresentado como uma vantagem pode realmente se tornar uma armadilha ardilosa para o trabalhador assalariado. Analisar o assunto sob outro ponto de vista é mais do que urgente e necessário.


Eliane Pavan
2009-03-20 13:22:23

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

’inadimissivel essa atuação do governo petista diante do nosso, dificil salario, que recebemos todos os meses. Haverá alguma articulação?


Paula Constante
2009-03-20 12:59:34

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

O texto da voltas e voltas,desnecessário.



2009-03-19 13:01:32

Salários invioláveis: uma questão de liberdade

Excelente análise...e digo mais, pior ainda são os filhos e netos de pessoas idosas que geralmente possuem essa "facilidade" e que acabam tirando empréstimos em seu nome, minguando ainda mais os salários já minguados. E 3% ao mês, mas que cara de pau...


Milton Tartelli
2009-03-19 11:31:06

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