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Comentários sobre esse texto:

Crise mundial: as garantias de direitos sociais e o capitalismo

O captalismo tem entre os vicios, a virtude de garantir e de aplaudir a individualidade. O direito a ambicoes direferentes. A valorizacao de habilidades, dons e esforcos, que diferenciam os individudos e que sao inatos.
O que o capitalismo responsavel precisa garantir, que todas as pessoas tenham a oportunidade de desenvolver os seus potenciais, independentente do tamanho que ele seja.
Precisa garantir a libertacao das condicoes primarias de luta pela sobrevivencia, para encontrarmos um caminho de permanencia e de solucoes e nao de alto destruicao.


Dani
2009-06-16 00:50:49

Crise mundial: as garantias de direitos sociais e o capitalismo

A página do Le Monde está uma porcaria perto do podcast do Diogo Mainardi, e isto é uma vergonha, já que Mainardi é um só e o Le Monde conta com grande equipe.



2009-06-09 17:28:38

Crise mundial: as garantias de direitos sociais e o capitalismo

Meus caros leitores: estou achando que devido a tantas criticas aqui expressadas contra a esquerda(tanto a burra quanto a velhaca) que o proprio jornal tem tido constrangimento em publicar artigos novos!Os pontos de vista expressados nestes atigos sao tao divergentes da realidade atual em que vivemos onde nem as mais utopicas das opinioes acabam tendo qualquer coerencia ou ponto de apoio para uma analise mais objetiva. E em consequencia nossos leitores que sao pessoas cultas e com poder de analise expressam criticas com abalizamento muito bom. Mas de qualquer forma, venho pedir aos articulistas que nao se acanhem e publiquem novas materias !


arnold
2009-06-05 14:06:33

Crise mundial: as garantias de direitos sociais e o capitalismo

O sistema ecomônimo capitalista já deu prova de que é capaz de gerar riqueza e properidade. A liberdade de iniciativa (exercício do livre arbítrio) e a proponderância do êxito pelo mérito (trabalho) são fatores fundamentais para sucesso indiviual.

O sucesso individual de cada membro de uma sociedade livre e democrática deve ser buscado por todos: sociedade civil, governos, corporações.

Quando a pessoa humana se tornar o centro das atenções do sistema capitalista, teremos, então, o capitalismo solidário, focado na dignidade da pessoa humana, obtida através sim atráves obtenção do lucro. Lucro, porém, com sua correta distribuição, para o benefício de todos. Liberdade, Igualdade e Fraternidade: essa fórmula de sucesso jé tem mais de 200 anos...
É só por em prática...Quem sabe um dia...


Elian
2009-05-30 19:25:51

Crise mundial: as garantias de direitos sociais e o capitalismo

Caro Sr.Madruga: gostaria de manifestar minha solidariedade com vc e todos os companheiros cubanos!!! Vossa simplicidade frente a complexidade dos problemas por que passam os cidadaos cubanos me comoveu! A torpeza com que os governantes ditatoriais tratam a populacao assim como a ferrea censura aos meios de comunicacao sao extremamente condenaveis por toda a esquerda mundial. Mas cremos e fazemos fe que tal situacao nao vai perdurar por muito tempo, e como um diz um antigo ditado latino "sic transit gloria mundi," a verdade vai florecer e um novo sol de liberdade brilhara para todos os companheiros da vossa malfadada ilha! Pena que ainda aqui no Brasil temos a dita esquerda "burra" que faz seu ideario no modelo de curral dos irmaos Castro ou entao no modelo Norte Coreano onde o povo passa fome mas o governante expplode bomba atomica nos subsolos e manda foguetes aos ceus para intimidar o resto do mundo.


arnold
2009-05-26 19:08:15

Crise mundial: as garantias de direitos sociais e o capitalismo

Em primeiro lugar parabéns pelo artigo.
Existe uma escassez de abordagens mais aprofundadas que atinja efetivamente as origens da crise financeira.O artigo conseguiu sair da superfície das discussões revelando sua verdadeira face.
No que diz respeito a Vale do Rio Doce, que não vale nada, e de doce não tem nada, representando muito mais a amargura do povo brasileiro do que efetivamente o compromisso com o desenvolvimento deste país, tenho à acrescentar que além da pseudo-engajamento socio-econômico e ambiental com o brasil bem abordado pelo artigo. Aqui no Pará, mais especificamente em Barcarena, a senhora Vale quer empurrar "guela abaixo" um dos projetos mais sujos e irresponsáveis de geração de energia no mundo, que é a Usina Termelétrica, que se instalada, irá gerar mais de 5 milhões de toneladas de C0²(6 vezes mais a produção de gazes de toda frota de belém),condicionando os investimentos à região a implantação desse projeto de suicídio coletivo do povo paraense, usando "A COSTA LARGA" da crise para justificar esse delírio insano.
Mas à história é feito de possibilidades e não de determinismos, como dizia o saudoso educador Paulo Freire.

Gwerson Santos
gwersondossantos@yahoo.com.br


Gwerson Santos
2009-05-21 15:22:54

Crise mundial: as garantias de direitos sociais e o capitalismo

quase todos os dias me debruço sobre a questão de como nossa sociedade pode se torna mais igualitária coexistindo com o modelo econômico capitalista.Depois de muito refletir eu sempre chego a mesma alternativa parecida com a do autor do artigo de que devemos adotar outro modelo de sociedade que seja mais igualitário.Pelo que vejo nem mesmo a elaboraçao de um Direito Social,que foi comentado no artigo, desviara o capitalismo da busca pelo lucro renovado ou o tornará humanizado .Aí eu me pergunto a nossa sociedade ainda tem jeito?


Carolina Ferreira
2009-05-20 16:43:22

Crise mundial: as garantias de direitos sociais e o capitalismo

Acredito que viver é preciso, porém cultuar o ter em excesso é extremamente nocivo. O artigo em questão manifesta a insatisfação de milhares de brasileiro, inclusive a minha. Necessitamos de políticas que redistribua melhor as riquezas desse País. Precisamos realmente de uma análise aprofundada para verificar o que é real e o que é oportunismo.


Edison Campos
2009-05-20 15:41:36

Crise mundial: as garantias de direitos sociais e o capitalismo

Os direitos sociais nasceram na Europa, onde reina o capitalismo. Nem por isso deixaram de ser realizados.

O problema é que, no Brasil, direitos sociais são confundidos com badernas e invasões. Pela direita e pela esquerda.

Então, os direitos sociais nunca se realizam. Ficam sempre parados na Constituição. Aliás, o PT disse que a Constituição não vale nada. Oras, é claro que ela vale: difícil é fazer a Constituição ganhar voz. Mais fácil dar Bolsa-Família para todo mundo.



2009-05-18 20:06:01

Crise mundial: as garantias de direitos sociais e o capitalismo

Nosotros a ca en Cuba non tenemos ningum problema de este porte. No hay nada de vacaciones y ni fondos garantidores o otros derechos para los obreros nacionales. A los obreros solamente los cabe obrar a la grandeza de la nacion y de nuestros governantes que se quedan satisfechos con nosotros. Y quando ace falta el trabajo, tenemos la racion de un huevo por mes e un poco de arroz y que es mui bueno. No tenemos internet, no telefono celular, ni coches o trenes. A nosotros solamente un burrito es mui bueno para lo transporte publico.


madruga
2009-05-17 01:51:33

Crise mundial: as garantias de direitos sociais e o capitalismo

16.05.2009

Prezado Dr. Jorge Luiz Souto Maior!

Às vezes penso que todos os valores há muito já se foram, que não existe mais gente séria e honesta, brava e valorosa capaz de erguer as bandeiras da justiça, da dignidade, de humanidade, de amor, enfim. A começar pela hoje maior ca- racterística que identifica os homens públicos e grande parte dos privados que tem a capacidade de agir e reagir, qual seja a corrupção que sempre se dá em favor do seu bolso, da sua conta bancária, do seu depósito em paraísos inescru- pulosos como os ditos fiscais, mas também o dos patrimoniais inconfessáveis, não declaráveis, sonegados.

Entretanto, quando leio um artigo da natureza que o douto articulista escreve, minhas esperanças de ouvir alguma voz abalizada a defender o justo, o correto, o digno, o humano e porque não elencar também o amor, se avivam e me levam a buscar de alguma forma juntar-me a sua verve.

Realmente, Dr. Jorge, os trabalhadores que constituem o estágio linear, a base maior do desenvolvimento do capital empresarial, aqueles da linha de produção e serviços braçais, que podem ser substituídos a qualquer momento sem real prejuízo às empresas, eis que de imediata reposição dado à enorme disponibilidade no mercado cativo, são os que representam o trabalho sob regime escravocrata legalizado em nossos dias.

Pelo poder que caracteriza o patronato, esses trabalhadores se submetem a seus caprichos, mandos e desmandos. A começar pelo salário sonegado na Carteira e Trabalho, mesmo nas micro e pequenas empresas que desde a instituição o regime tributário denominado “SIMPLES” a partir e 1997 não têem mais razão de ser, vê-se o trabalhador humilhado em ver registrado como seu salário um valor muitas vezes nem tanto aquém do que efetivamente recebe. O prejuízo gerado ao trabalhador através desse expediente é fatalmente enorme. Depois, seguem-se a vergonhosas práticas que se desenrolam através das famosas cartas de advertências, suspensões e reprimendas em geral que resultam em descontos nos “hollerits” e que, não poucas vezes permitem à empresa dispensar o empregado sem justa causa.

Em minha região, Cidade de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, que conta com cerca de 315.000 habitantes e com bele- zas naturais indizíveis como as Cataratas do Iguaçu, as Hidrelétrica de Itaipu, o Marco das Três Fronteiras (Brasil, Argentina e Paraguay) e um Parque Nacional dos mais importantes de nosso país, sendo a Cidade também um considerável parque hoteleiro e região de turismo exuberante, categorias de trabalhadores são vilipendiadas em seus direitos sociais de forma clara e de conhecimento geral e, particularmente, das autoridades envolvidas. Ainda mais particularmente, da classe empresarial que, além de submeter as categorias a salários vis, emprega aqueles atributos condenados em seu artigo como assédio moral, rotatividade nos postos de trabalho, bancos de horas de seu exclusivo interesse, subtração ou sonegação de direitos aos trabalhadores, na certeza de que na Justiça do Trabalho, quando e se lá chegar o trabalhador, os acordos lhe serão sempre favoráveis e, pior de tudo, Dr. Jorge, a sabida existência subterrânea de uma famigerada e deplorável “LISTA NEGRA”, que é simplesmente um instituto criado pelos empresários para impedir trabalhadores que recorreram à Justiça do Trabalho contra alguma delas de conseguir um novo emprego para o sustento seu e de seus familiares.

Pior de tudo, ainda, é a onda que se avoluma acerca da atividade sindical laboral, sob os auspícios do próprio governo federal e do poder judiciário trabalhista, hoje quase tomado pelos procuradores do trabalho, que se arvoram em impedir que os sindicatos de trabalhadores cumpram sua função histórica e constitucional do direito de representar e defender suas categorias, acuando-os de se insurgirem contra as tropelias exercidas sobre trabalhadores mais humildes.

A partir de uma cínica interpretação do artigo 8º da Constituição Federal, emanada do TST, o sustento dos sindicatos que se dá pela Contribuição Assistencial resultante do ato de pactuação da Convenção Coletiva de Trabalho, as empresas induzem seus empregados a não permitirem o desconto da mesma em seus holerits, na verdade jogando os sindicatos contra os trabalhadores, que assim agem por pressão do empresário que não quer ver o sindicato aceito e defendido por quem lhe toma salários, fazendo desse a moeda de troca por um mísero emprego.

O Ministério Público do Trabalho, por sua vez, entendendo que os sindicatos não podem deixar de homologar rescisões de contrato de trabalho, serviço que fazem por incapacidade física do Ministério de Trabalho, mesmo que essas se encontrem em desacordo com a legislação ou eivadas de erros de cálculo, sendo-lhes apenas permitido apor ressalva no verso das mesmas, tolhe a função sindical de defesa do trabalhador no momento em que mais esse precisa do seu sindicato.

Um direito subliminar, líquido e certo ao trabalhador, a folga semanal também não é admitida como poderia ou deveria ser nas empresas que operam os sete dias por semana. Quando se trata de folgar no domingo que a CLT determina, ocorre-lhe a necessidade de trabalhar até 9 dias para compensá-lo, senão vejamos: um trabalhador que folga as 4ª feiras, devendo ter numa determinada semana o domingo por descanso, acaba, antes ou depois desse domingo, ter que trabalhar nove dias para vir a ter novamente sua folga assegurada na outra 4ª feira. Porque o Congresso Nacional, cujos integrantes juram defender os direitos do trabalhador, nunca se importaram em determinar a 5ª folga? Isto é, que folguem 4ª feira ou qualquer outro dia, mas, independente desses dias regulares de folga, desfrutarem de um domingo por mês sem ter que trabalhar até 9 dias para novamente terem sua folga regular.

Enfim, sabemos que tudo isso sobre que estamos falando permanecerá no campo da utopia por muito tempo ainda até o dia em que as sociedades envolvidas se aperceberem dos males que praticam em nome do LUCRO, que é o que importa para essa gente. Enquanto isso, vivamos os tempos de escravidão agora legalizada, afinal, é um avanço em relação a que viveram nossos antepassados em nosso país, pátria amada mãe gentil.

Cordiais saudações.

Francisco Antonio Ramos Alves, 56,
Contador
Rua Antonio Raposo, 1373, M’ Boicy,
85851-090 – Foz do Iguaçu – PR
Fones: 45-3523.1155 e 9928.6411
e-mail: francoalvesfoz@hotmail.com


Francisco Antonio Ramos Alves
2009-05-16 19:07:50

Crise mundial: as garantias de direitos sociais e o capitalismo

O Percentual do depósito compulsório total (remunerado e sem remuneração) é de 70,13% (Fonte Banco Central), ou seja, se uma pessoa deposita R$ 100 reais num banco, este deve recolher ao Banco Central o valor de R$ 70,13, ficando com R$ 29,87 para criação de créditos, a política monetária controla a inflação e o valor da moeda.

Nesta última crise a moeda nacional desvalorizou 22 % em relação ao dólar americano, mesmo assim, empresas nacionais buscam no mercado internacional através de “Eurobônus” ou “Notes” captar recursos.

As crises são estudadas e implementadas para conter o avanço trabalhista e investimentos sociais, as empresas nacionais e internacionais localizadas dentro do território nacional querem o compulsório e a consequente inflação de volta para operar, ou melhor, absorver a emissão do dinheiro feita pelo governo.

Parta atrair o investimento interno sem a necessidade de aumentar os juros, o Brasil abdicou o petróleo às multinacionais, contratos amigáveis, também, como forma de garantir sua soberania nas 200 ou 350 milhas.


vanderlei
2009-05-16 02:12:11

Crise mundial: as garantias de direitos sociais e o capitalismo

Infelizmente a lógica capitalista é incompatível com a plena garantia dos direitos sociais a todos. Quem dos "grandões" sacrificará seu pescoço primeiro pra reverter essa realidade?Ótimo artigo.


Camila Maia
2009-05-15 03:50:15

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